008 - Flagrado e humilhado

*** O relato vai fazer sentido apenas para quem leu os anteriores ***

Resolvi não ir pra sala. Não dava... eu já estava de cueca, com roupa de homem, mas não conseguia me sentir homem. Eu tinha acabado de lavar, à mão, as cuecas de um cara que visivelmente era um comedor, que eu já tinha chupado e que iriam ficar com o mesmo cheiro da calcinha que minha mulher tinha jogado no tanque.

E o pior: eu tava de pau duro.

Ir para a sala, de pau duro, seria muita humilhação. Tudo bem, quem estava na sala? A minha mulher, que já tava pegando o jeito de me humilhar, a puta da Eliane, que não tinha moral nenhuma, o marido dela, que devia ser mais frouxo que eu, e o tal do Paulão, que era um escroto. Pra que ter vergonha dessa turma?

Mesmo assim, ir de pau duro era ridículo. Não podia aceitar isso.

Então tive a pior ideia do mundo: vou bater uma punheta, gozo e vou com o pau mole.

E o pior é que estar deitado na minha cama, só ouvindo uns restos de conversas e risadas vindos da sala, acabou me excitando ainda mais. A punheta estava me chamando, e eu, como um bom otário, segurei meu saquinho com uma mão e, com a outra, comecei a me masturbar.

Nisso, perdi a noção de tempo e espaço, até ouvir:

— Que porra é essa, Carlos?

Nossa! Abri os olhos e dei de cara com a Dani me olhando, eu com o pauzinho na mão, coração na boca, assustado!

Ela avançou pra cama e me deu um tapão na cara. Na verdade, nem entendi o porquê. Tudo bem, era estranho, mas não precisava me bater.

— O que você tá pensando? Tá assim por conta da Eliana?

— Não, amor!!! — mas foi tarde.

Eu não posso dizer se foi ou não o que me levou a fazer aquilo, mas, na hora em que eu tava falando “não”, eu gozei!

Eu juro, eu nunca vi uma mulher tão brava como a Dani. Ela virou o capeta! Começou a gritar:

— Eu falo o nome dela e você goza!!! Você é um retardado? Um tarado?

Ela começou a me bater, e a cena foi ridícula. Eu, ainda gozando, com porra saindo do pau, apanhando da minha esposa.

Tentando contê-la, sem sucesso, percebi que parei de apanhar. Paulão, junto com a Eliana e o marido dela, havia entrado no quarto, e ele interveio, tirando a Dani de cima de mim.

Nem preciso dizer que Eliana estava com um sorriso cínico de canto de boca, e seu marido olhando com certa alegria e cumplicidade para mim.

Paulão já estava saindo do quarto com a Dani quando ouvi a biscate da amiga dizer pro marido:

— Vida, fica aqui com ele e não sai até eu mandar. Eu vou ver a Dani. E você — olhando pra mim — tem que aprender a nos respeitar. Não é porque você lavou as cuecas dele que já pode querer gozar.

Fechou a porta, me deixando sozinho com o marido dela, que parecia não ter se chocado com nada. Inclusive, veio em minha direção, me estendeu a mão e disse:

— Oi, eu sou o Caio.

Eu estendi a mão pra ele, apesar da situação ridícula, e nem me lembrei de que a minha mão tava toda suja de porra. Ele pareceu não se importar. Enquanto isso, dava pra ouvir a Dani chorando (mais de manhosa do que de raivosa) e o Paulão consolando-a.

— Prazer, Carlos. Desculpe essa confusão toda...

— Que nada... eu tô meio acostumado a isso. Se sua mulher for como a minha, fica tranquilo que é só birra.

Minha mulher? Igual à dele? Na hora subiu uma raiva, e eu abri a boca praquele corno filho de uma puta:

— Sente-se, fica à vontade.

Sim, isso foi tudo o que eu disse. Apesar de toda a raiva do mundo, em menos de uma fração de segundos eu percebi que aquele cara seria o único que me entenderia naquele momento.

Ele não se fez de rogado. Sentou do lado da cama, jogou fora os tênis e deitou ao meu lado.

Não falamos nada. Eu tirei a camiseta que vestia e me limpei como pude, coloquei meu pauzinho dentro da cueca. Na sala, o clima já era outro, como se o Paulão e a Eliana, pra quebrar o susto, estivessem tentando transformar tudo em festa. Já dava até pra ouvir umas risadas e música.

Após uns cochichos e um breve silêncio, a porta se abre. Ele entra.

— Mas tu é um bosta mesmo, hein? — disse, fechando a porta.

Caio levantou da cama apenas para se ajoelhar no tapete à nossa frente. Eu olhei praquilo sem entender, e o Carlão me convocou:

— Vem aqui, vacilão!

Nem sei por que obedeci, mas, ao chegar na frente dele, ele só me olhou, olhou pro Caio e me olhou de volta...

Instintivamente, eu me ajoelhei...

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico morenaflorzinha

Nome do conto:
008 - Flagrado e humilhado

Codigo do conto:
261392

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
06/05/2026

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