Eu tinha um vizinho que se chamava Guilherme (fictício)
O Gui era branco, mais ou menos da mesma altura jeito de maloka sempre foi o mais pra frente dos amigos, próximo a minha idade. que de vezes enquanto brincávamos juntos. Devia ter por volta dos 14 anos. Passávamos a tarde brincando, e em uma desses dias de brincadeiras ficamos jogando pedra papel e tesoura, só que pra ele apimentar a brincadeira resolveu querer apostar quem perdesse ia ter que segurar o pal do outro, não deu outra acho que pela curiosidade acabei topando, sabe quando tu sente um comichão por dentro foi tipo isso. Não deu outra perdi a aposta e ele falou que queria eu eu segurasse no pau dele. Na hora meio que relutei mais quando ele colocou pra fora, era muito diferente um pau branco grande demais já pela idade, diferente do meu que o tamanho é normal (ou pequeno pra um negro). Segurei e ele foi me ensinando a como pegar a bater a famosa punheta algo que eu ainda não tinha descoberto. Ele falou que eu estava fazendo direitinho que se eu colocaria na boca pra chupar como se fosse um pirulito. Já estava ali naquela situação né então abaixei e comecei a chupar e lembro da sensação de ser umas das melhores que eu já senti, só quem mama sabe como é a sensação de ter um pedaço de carne na sua boca te preenchendo, quando começou a sair uns fios transparentes pela cabeça eu perguntei se era assim mesmo se estava tudo bem, o Gui falou que era normal que quando saía isso era que o boquete estava bom! Fiquei chupando por um tempo, como era inexperiente as vezes arrastava o dente e ele pedia pra não por. Sei que depois de um tempo chupando senti um gosto forte na boca e vários jatos no início não curti muito, mais o Gui, ah o gui ele se tremia todo ofegante dava pra ver a cara de satisfação dele, pediu pra eu engolir e assim o fiz. Me parabenizou guardou o pau na bermuda e falou que outro dia faríamos novamente essa aposta.
Abaixo duas fotos minhas

