É foda. Ele só mantém papo por no máximo uns 10 minutos, depois some.
A gente só troca papo no WhatsApp se for para falar do corre. Geralmente quando ele vai fazer um racha com os amigos, ele me chama pra saber se eu quero participar também. Eu pergunto quais tipos eles tão pensando e quais valores. Quando a gente combina, eu mando o pix e ele traz aqui em casa (acrescento um valor na entrega, pois claro, ele vem aqui trazer).
No dia do corre, eu sempre chamo ele pra entrar. Algumas vezes ele aceita, outras vezes não. Esse seria o primeiro corre desde a visita anterior.
Ele aceitou subir dessa vez. Claro que o convite que eu fiz estava com tom de quem queria que outra aventura rolasse de novo. Provavelmente ele percebeu, mas acho que dessa vez não ia rolar nada.
Ele me entregou meu pacote com algumas g, fomos pro sofá, botei alguma coisa no youtube e ele abriu o kit dele e começou a bolar com a maestria de quem faz isso todo dia várias vezes. Pedi para que me explicasse como fazia, pois eu geralmente fumo em cachimbo de vidro por achar mais prático (redução de danos né galera, bora se ligar).
Eu não tinha nem fumado ainda, mas aquele homem magro na minha frente (que eu já sabia que tinha uma piroca enorme), com braço tatuado, barba feita, cabelo com degradê, voz grossa, já me deixava com um puta tesão. O jeito que ele girava uma mão na outra com dichavador, os dedos juntos para bolar e a passada de língua que ele dava pra finalizar o beck me faziam praticamente ignorar qualquer assunto que fosse. Eu queria muito mamar ele de novo, e não estava sabendo como pedir.
Se eu não podia pedir naquela hora, então me restava elogiar o beck, pois era uma obra prima, dava até dó de queimar algo tão bem feito. Queimamos mesmo assim. Conversa vai, conversa vem e já tinha batido em poucos minutos.
O papo tava maneiro e, usando a velha tática, sempre que ele reclamava de uma coisa, eu soltava: sabe o que tá precisando, né? De uma mamada. Ele ria e desconversava, dizendo que talvez outro dia, mas não hoje. Tentei essa algumas vezes, até que desisti.
Fui ficando sem papo, a brisa já caminhando para “já que não vai rolar, quero ficar sozinho e bater uma”. Lembrei do vídeo-game e sugeri que a gente jogasse juntos, daí coloquei em Mortal Kombat, na opção de um jogar contra o outro.
Eu não sou um bom player, mesmo que tenha video game. Curto mais games de história e tal, mas o bom de jogo de luta é que dá pra jogar junto estando presencialmente no mesmo lugar, o que está cada vez mais raro nos consoles.
Escolhi um personagem, ele escolheu outro e fomos jogar. Fui apertando todas as teclas possíveis do controle e vez ou outra alguns golpes especiais apareciam aleatoriamente. Ele parecia conhecer o jogo e ter mais noção do que estava fazendo. Ainda sim eu ganhei, o que foi uma surpresa pra mim. Fiquei zoando ele e, claro perguntei se topava uma revanche. Voltamos para a tela de seleção de personagens.
Chapado, com tesão, com um vídeo game e com o sangue da vítoria, tive a ideia:
- Vargas, bora jogar apostando?
- Apostando? Tá doido? O que? Vou nada, tô perdendo
- Quem perder tira uma peça de roupa
- Tá doido? Vou tirar nada não ksksksks, mas dá play aí
Achei que não tinha colado esse golpe, mas também eu não ia perder. De novo, na nova partida, apertei todos os botões freneticamente e, de novo, acabei ganhando.
- Ih, Vargas. Perdeu, vai ter que tirar uma peça de roupa.
- Vou nada
- Vamo, tira o tênis, só para ser justo.
- Vou tirar, mas bora jogar outra, vou ganhar a próxima.
Ele pareceu que ia jogar mais sério nessa partida. Pensei que se eu ganhasse a terceira, talvez ele ficasse bolado e parece de jogar, e provavelmente já quisesse ir embora. Como ainda havia uma esperança de ter aquele pauzão na minha boca, joguei do mesmo jeito, mas sempre deixando alguma brecha para que ele acertasse os golpes dele. Resultado: ele ganhou e começou a me zoar.
- Ih, perdeu, tava achando que só você iria ganhar né
- Eu que deixei você ganhar dessa vez
- Aham sei
- Bora outra?
- Nada, tô cansado, acho que vou pra casa.
- Mas já? Nem ganhou uma mamada ainda.
- Hoje não cara, bora deixar pra outro dia.
- Tem certeza? Você já está aqui, ninguém vai ficar sabendo, é só aproveitar
Ele coçou a cabeça, como quem avaliava os prós e contras e, decidido, começou a abaixar a bermuda: vem, me faz gozar.
Esse era o sinal que eu estava esperando desde a hora que ele me mandou mensagem falando que estava vindo me trazer o corre. Passei minha cara naquele volume enorme dentro da cueca. Desci também a cueca e aquele pauzão pulou pra fora. Lambi a cabeça, pra sentir o pré-gozo e comecei a colocar o pau dele inteiro na minha boca. Ele colocava a mão atrás da cabeça dele e olhava pra cima, aproveitando a mamada. Eu só pensava: caralho, tá acontecendo de novo.
Engasguei algumas vezes, meu olho lacrimejava. Eu parava de chupar, limpava meu rosto e subia pra beijar ele. Ele não recusava, em beijava com vontade. Eu voltava pro pau e ele segurava na minha nuca pra meter na minha boca.
O tesão estava muito e eu queria mais. Falei: quero sentir você dentro de mim. Ele disse: só me faz gozar, mano. Voltei, mamei ainda mais. E insisti: mete em mim, caralho. Ele: então senta caralho.
Puxei ele do sofá, falei pra ele tirar o resto da roupa e fomos pro meu quarto. No caminho, só prestei atenção na cena gostosa que é um magrelo tatuado com a pica enorme balançando enquanto anda.
Deitei ele na cama e voltei a mamar, queria deixar aquele pau bem babado e duro pra poder sentar. Peguei a camisinha, botei no pau dele e fiquei masturbando enquanto beijava ele na boca.
Quando fui tirar minha roupa, avisei: olha, eu vou tirar a roupa também, e meu pau é grande. Avisei isso porque alguns héteros que curtem esse tipo de aventura as vezes estranham ver outros caras pelados, eu tava receoso de cortar o clima.
Já sem roupa, fui pra cima dele, tentando encaixar o pau dele no meu rabo. Eu sou praticamente só ativo, então já era esperado que o pau dele tivesse dificuldade pra entrar. Tentamos algumas vezes e o pau dele começou a ficar meia bomba.
Não queria parar o rolê, mas já tava vendo que penetração não ia rolar. Tirei a camisinha e voltei a chupar aquele pauzão com toda vontade. Logo ele voltou a ficar duro de novo na minha boca. Foi muito gostoso sentir ele crescendo na minha mamada.
Voltamos ao revezamento de mamada e beijo e logo Vargas disse que ia gozar. Foi aí que eu fiz o que as putinhas fazem comigo: mamei com mais vontade ainda, pra ele entender que eu queria porra na boca. Ele estremeceu e me deu o leite que eu merecia.
Fui até a pia do banheiro do meu quarto, cuspi, lavei minha boca e voltei.
Ele ainda estava deitado na mesma posição em que gozou, se recuperando, com aquele pauzao de lado. Meu pau, óbvio, ainda duraço, tanto pelo o que tinha acontecido como pelo o que eu tava vendo naquela hora.
Eu não sei o que passou na minha cabeça, talvez a combinação de tesão e erva, e eu falei: Vargas, bate uma pra mim? Tô quase gozando. Ele olhou, acho que assim como eu não estava esperando o pedido, pegou no meu pau e começou a bater pra mim.
Estávamos em pé, um de frente pro outro. Ele com o pau meia bomba pendurado e com a mão no meu pau, que, nessa hora, tava duro pra caralho. Claro que não durei muito e avisei que ia gozar. Ele continuou batendo, olhando pro meu pau como quem estava querendo ver o resultado. Gozei alguns jatos que caíram no chão, na mão dele, na perna dele. Quando o ritmo parou, só olhei pra ele e só conseguia falar em diferentes variações: caralho!
Direcionei ele pro banho.
Enquanto ele se arrumava, eu fiquei ali pensando. Caralho. Porra, ele além de me deixar mamar ainda bateu uma pra mim? Porra, não tô acreditando. Cacete, isso aconteceu mesmo.
Ele saiu do banho e já foi vestindo roupa pra ir embora.
Nos beijamos e ele desceu.
Nesse dia não falamos sobre isso no whatsapp.
Outros corres rolaram depois desse dia, eu sempre chamo ele pra subir, mas ele sempre diz que tá corrido.
Vou continuar chamando, vai que uma hora ele aceita.
Agora que sei que ele topou bater pra mim, a próxima meta é botar ele pra me mamar. Melhor ainda vai ser quando esse macho virar putinha na minha rola.
Quando acontecer, eu conto aqui.
carinhauniversitario