Ao ver a mensagem, lembrei-me que não tinha respondido. E começo uma troca de mensagens provocatórias com ele, em que, se eu era putinha, as putas só querem é foder e dão para vários, para alguns me terem tinha de pagar, etc… Depois de um bom bocado ele diz. - Tu serás a minha puta, eu mando em ti, e os outros que te quiserem foder terão de me pagar. Mas se queres esse cu todo arrombado também vou arranjar uns para te foderem.
E termina em tom de ordem. - Hoje as 23:30 estás à porta do armazém, prepara bem esse cu que vais sair de lá bem aberto.
E não disse mais nada. Ainda tentei mais umas mensagens, mas obtive resposta. Aquilo mexeu comigo, tanto fiquei com tesão como preocupado com o que sairia dali. A tesão falou mais alto e as 23:30 estava a porta do armazém, bati a porta, ela abriu, Paulo com ar sério disse. – Horários sabes cumprir, vamos ver se cumpres o resto.
Entramos, e vamos para uma parte mais distante do armazém. Hoje notava mais o tamanho dele, era enorme, parecia um hangar openspace com salas ao longo do cumprimento em um dos lados, andamos quase até ao final entramos numa das salas, era grande, tipo anfiteatro. Luz muito ténue na parte frontal, a plateia mal se via, o estrado estava disposto como se fosse um estúdio, uma cama de casal, um sofá de três lugares, uma mesa e algumas cadeiras.
A luzes acesas estavam dispostas indiretamente para criar um ambiente descontraído, olhei para aqui bastante surpreso.
Paulo diz-me. – Gostas? É aqui que vais dar esse cu. É aqui que vais mostra a puta que és.
Não disse nada, apenas observei o espaço, alguns acessórios sexuais estavam pendurados na parede. – Sim, é para usares, no armário tens roupas e acessórios para quando algum macho te quiser foder de uma certa maneira.
- Agora vamos estrear o teu espaço.
E envolve-me nos seus braços, enquanto me dá um beijo tira-me a roupa, já nu encaminha-me para a cama, deita-se e diz-me para deitar-me por cima dele e mamá-lo, enquanto de lambe o cu, fazemos um belo 69.
Deixo aquele mastro bem lubrificado de tanto mamar, a saliva escorre-lhe até aos colhões. Manda-me subir e sentar no pau dele, estávamos tão bem lubrificados que o pau dele foi entrando lentamente sem parar até chegar aos colhões. Começo a cavalgá-lo, e de cada vez que o enterro o meu cu vai-se moldando aquele mastro, os movimentos vão sendo mais rápidos. Rebolo com todo ele dentro, 20 cm de pura carne, gemo…
Paulo agarra-me na cintura e num movimento brusco, atira-me para a cama, poe-me de 4 com o cu bem empinado e começa e foder-me com investidas mais fortes, de cada vez que entra parece querer entrar mais.
Eu gemo a cada entrada, Paulo pergunta. – Estás bem a levar com ele?
Eu mal consigo responder, mas com a cabeça aceno que sim. Ele continua se dó, dá umas palmadas enquanto cada vez mais violento enterra o caralho. – Anda puta, geme com o meu pau no teu cu. Vais sair daqui com ele bem aberto e cheio de esporra.
Deita-se por cima de mim, e enquanto me fode diz-me. – vou prender-te.
E coloca umas algemas em cada pulso a cada ponta da cabeceira da cama e deixa-me sem margem de manobra para mexer-me.
Nisto oiço passos vindo da plateia e com o susto digo. – Está aqui mais alguém?
Paulo muito calmamente, diz-me. – Sim, estão aqui mais dois que tu vais servi-los. Eles pagaram bem para te foder bem esse cu.
Sai de cima de mim, e senta-se ao lado da cama, para que o veja, o primeiro chega, era pesado, mãos grossas, barrigudo, aponta o caralho dele ao meu cu já aberto e pressiona-o para entrar, era mais grosso, sinto a cabeça entrar devagar mas, assim que entrou não se fez rogado, tudo resto foi mais rápido, deveria ter uns 18cm, mas por ser mais grosso doía-me a cada entrada, com o passar do tempo a dor foi desaparecendo. Eu gemia cada vez mais. Ele nunca me dirigiu a palavra. Apenas comentava com eles, que o me cu era apertadinho, que delicia, iria encher-me de esporra. Ainda durou uns 10 minutos quando o sinto a ir mais fundo, e a dilatar, senti o primeiro jato de esporra a invadir-me com intensidade, depois mais 3 iguais.
Quando terminou tirou aquele mastro, admirando o estrago, a esporra escorria, o cu estava bem escancarado. Deu-me duas palmadas. – Tens um cu muito bom, és uma boa putinha.
E nisto vem o outro, este sinto-o forte, mais musculado aproveita a esporra como lubrificante, e começa a forçar. Começa-me a doer, este tem o caralho ainda mais grosso. Eu queixo-me, mas de nada valeu, levo uma palmada forte no rabo. – Cala-te puta, paguei para foder-te. Aguenta e não te queixes.
Continua a forçar e no momento que a cabeça entra, não se fez rogado, entrou todo de uma vez. As lágrimas vieram, a dor era insuportável, aquele caralho era um bastão, grosso, comprido, deveria ter uns 25cm, eu já não aguentava mais e ele ainda se queixava que tinha de entrar mais. Fodeu-me a bruta, chamava-me puta, veado, cabra. Entrava e saia a belo prazer, o meu cu já todo dilacerado, rendido, com dor… - Tens mesmo o cu apertado, vou deixar-te bem aberto, puta vadia. Quando acabar o teu cu vai conseguir receber o meu caralho todo.
Estava um bocado frustrado por não conseguir enterrá-lo todo no meu cu. Por sorte demorou menos tempo, entrou duas vezes ainda mais fundo, consegui sentir que aquele mastro, tinha entrado todo, senti os colhões dele a baterem em mim. Urrou enquanto esporrava dentro de mim, cravou as mãos na minha cintura, ao ponto de fazer sangue.
Quando o tirou senti um enorme vazio, um alívio de ter estado fortemente preenchido.
Paulo libertou-me e disse. – Portaste-te muito bem.
Enquanto estava na cama a recuperar, sem forças, o meu cu escorria uma quantidade enorme de esporra.
Quando consegui levantar-me, Paulo veio e disse. – Aqui tens tudo para ti. Naquela porta tens um WC privado para ti, na outra uma copa para comeres alguma coisa. Mas agora quero mostrar-te uma coisa.
Saímos daquela divisão, e estávamos na parte principal do armazém. Paulo olhou para mim e diz. – Aqui também será um espaço para te foderem bem esse cu. No próximo dia experimentamos esta espaço.


Maravilha adorei
Votado ! Ser comido assim, é bom de mais, verdade ?
havlis