Oi, meu nome é Gertrudes. Hoje tenho 46 anos, sou casada, mas a puta que mora dentro de mim nunca morreu. E eu vou te contar tudo como comecei minha vida de vadia e como enganei meu marido pra casar comigo, sem filtro, porque sei que vocês adoram uma história bem molhada e sem vergonha.Desde pequena eu cresci solta. Meus pais trabalhavam o dia inteiro, ganhavam bem e me deixavam fazer o que eu quisesse. Eu era a patricinha do bairro: cabelo liso, shortinho curto, corpo novinho e sem ninguém pra me controlar. E foi assim que a safadeza começou muito cedo. Ainda criança, eu tomava banho pelada com meus primos mais velhos. Ficava olhando aquelas rolas balançando, grossas, diferentes da minha bucetinha lisinha. Não entendia nada, mas toda vez que via uma rola endurecendo, minha bucetinha piscava sem parar, molhando a calcinha sem eu saber o que era aquilo. Eu era a putinha do bairro e nem sabia ainda. Aos 13 anos meus pais me deixaram namorar um marmanjo de 18 anos. Nem ligaram. Ele me pegava atrás da casa, enfiava a mão por baixo da minha blusinha e apertava minhas tetinhas pequenas e durinhas. Eu gemia baixinho, sentindo o bico ficar duro como pedra. Depois ele pegava na minha mão e colocava no pau dele, grosso, latejando. Eu apertava, sentia a cabeça inchada, e minha bucetinha virgem ficava encharcada. A gente se esfregava, ele metia a mão por cima da calça, esfregava meu clitóris inchado e eu gozava tremendo, molhando tudo. Mas ainda não rolou penetração… só amasso pesado e vontade louca de levar rola de verdade. Aos 15 anos conheci o Kleber, o gostosão da escola. Famosinho, cara de malandro. Eu já era louca pra dar pra ele. Em menos de um mês eu já estava ajoelhada no quarto dele, chupando aquela rola grossa e cheirosa como uma cadelinha no cio. Engasgava, babava, olhava pra cima com os olhos pidões enquanto ele segurava meu cabelo e fodia minha garganta. Ele me encoxava de todo jeito: de quatro, cavalgando, de lado… e finalmente, antes dos 18, ele meteu fundo na minha bucetinha virgem. Eu gritei de prazer quando senti aquele pau grosso abrindo minhas paredes, rasgando meu cabaço. Sangue misturado com tesão escorrendo pela coxa. A partir daquele dia eu virei viciada. Queria pau todo dia. Depois dele vieram vários. Eu não perdia tempo. Começava a namorar e já abria as pernas na primeira semana. Ajoelhava no chão, chupava rola com vontade, engolia porra quente e pedia mais. Fui putinha pro gostoso da praia em Camboriú: ele me comia no canto da casa enquanto meus pais estavam na sala. Mão na minha bundinha, dedo no cu, pau batendo fundo na buceta molhada. Eu saía de lá com a calcinha encharcada, andando torto de tanto tesão. Já traí os ex pra caralho também. Fui pro banheiro da chácara com um ex namorado enquanto a namorada dele estava no churrasco. Ele me levou pro banheiro, me sentou na privada suja, levantou meu vestido e me fodeu gostoso, tapando minha boca pra eu não gemer alto demais. Eu gozei duas vezes com ele metendo forte, sabendo que a outra tava lá fora sem imaginar que o pau dele tava todo enterrado na minha bucetinha safada. Até que casei. Meu marido é um homem bom… mas eu nunca contei toda a minha putaria pra ele, tinha contado de 4 namorados e so fazia papai mamãe, enganei ele de propósito pra casar com o cara mais gostoso e Alpha que ja tinha conhecido, mas este tipo de cara não casa com puta, então tive que fingir ser quem nao era, até suprimi por 15 anos meu tesão e putisse pra ele nao desconfiar, tudo eu dizia que nunca tinha feito, ele nunca foi trouxa no fundo sabia a puta a puta que eu era e sempre brigava e perguntava . Até que um dia depois de uma briga feia ele disse que ia largar de mim e insistiu. Eu soltei tudo, no inicio ele queria largar de mim, me chamou de puta, safada, vadia, biscate mas no fundo eu gostava, ele ficou transtornado até que depois de alguns meses ele disse que eu tinha morrido pra ele e disse que pra ficar comigo eu tinha que ser puta ja que era isso que eu era, me deu um novo nome, começou a me tratar como empregada e escrava sexual, sem nenhum respeito, como a vadia que eu era, e eu adoro, aí veio a surpresa mais deliciosa da minha vida: quanto mais eu contava, mais duro ficava o pau dele. Ele me fode loucamente enquanto eu falo o nome dos meus ex, descrevo como chupava rola, como me deixava comer no banheiro, como adorava ser tratada como vadia, usamos o Oculus VR pra fingir que estou dando pra outro, ja fiz ele me comer no chão, no carro no sofa chamando ele pelo nome de ex e ele fica furioso e me fode como uma puta de zona. Hoje ele adora me ver virar a puta que sempre fui. Já realizei várias fantasias com ele, ja dei ate pra cachorro e fantasiamos em levar dois paus ao mesmo tempo, um na buceta e outro no cu, esticando meus buracos até eu gritar de prazer. Sinto dois homens me usando, me enchendo de porra, e gozo como nunca. E eu mal posso esperar pelas próximas safadezas, ter mais caras me fodendo juntos e o maridinho olhando puto da vida que casou com uma biscate, porque a putinha dentro de mim ainda tá com fome. Muita fome.
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