Quando eu tinha chegado aos 28 anos muitas mulheres já tinham explorado meus limites com os dedos, mas ser verdadeiramente comido com um strap-on..., isso não tinha acontecido, até que uma vez conheci uma mulata. Lembro uma vez quando essa mulata me pegou de jeito, e de surpresa.
Era uma mulata de corpo voluptuoso e olhar cheio de malícia, daquelas que sentem tesão de verdade em dominar. Aconteceu quando estava de viagem em SP. Tinha ido até um lugar de uma moça para fazer massagem. Eu tinha combinado com essa outra moça, mas, ao chegar, ela não estava. Foi então que essa mulata apareceu, me avaliando dos pés à cabeça com um sorriso safado nos lábios depois que eu perguntei pela amiga dela.
— A fulana acabou de sair — disse ela, a voz cheia de intenção.
Eu falei. Ah, que pena. E ela viu que eu fiquei meio desapontado.... Então ela falou
— Mas eu posso fazer a massagem também, se você quiser. Eu só vim visitar ela e não moro aqui, mas se voce quiser, eu faço uma massagem em voce...
O jeito como ela me olhava já dava para ver que ela estava entusiasmada.
— Na verdade — respondi, com a voz mais firme do que me sentia —, eu estava atrás de algo especial. Queria experimentar... com aparelho.
Ela não pestanejou. Pelo contrário, seus olhos brilharam.
— Não seja por isso... vem comigo.
Então ela me levou para um quarto amplo, não tinha cama, só um tapete no chão. Assim que tirei a roupa, senti o ar mudar. Meu corpo é definido, bem-feito, e ela não disfarçou: seu olhar ficou pesado, quase animalesco. Eu a via devorar cada parte de mim com a luxúria estampada no rosto.
— Tira tudo — ordenou, e a voz já não era mais um convite.
Obedeci. E no instante em que fiquei nu, algo mudou nela. A postura ficou ereta, dominante. Seus movimentos ganharam uma segurança que me fez arrepiar. Ela se aproximou devagar, pegou o cintaralho — um modelo preto, de ponta arredondada e veias marcadas — e vestiu com uma calma que era quase uma tortura. Quando ficou pronta, nua também, com aquele falo ereto entre as pernas, seus seios balançando soltos e um brilho úmido descendo pela sua coxa, meu coração disparou.
— De quatro — ordenou, a voz grossa de tesão. — Quero ver esse seu rabo empinado.
Obedeci sem pensar. Ao me ajoelhar, senti o peso do olhar dela nas minhas nádegas. Ela soltou um gemido baixo e disse, como quem confessa um vício:
— Sou tarada em comer homem bundudo... Fica ai de quatro no chão.
Eu fiquei de quatro no chão, e então ela veio por trás. Ela se posicionou e senti a ponta do strap já todo lubrificado encostar na minha entrada, e ela empurrou devagar, num movimento que me fez arfar. Aos poucos, foi aprofundando, até que todo o comprimento estava dentro de mim. Ela gemeu de satisfação, e eu ouvi sua respiração pesada perto do meu ouvido.
— Assim... — sussurrou.
O ritmo começou lento, mas não demorou para ela perder a paciência. De repente, as estocadas ficaram firmes, profundas, sem dó. Cada investida mandava a ponta do brinquedo direto no meu ponto P, e eu gemia alto, sem me reconhecer. Ela ria baixo, falava entre dentes:
— Vai, seu gostoso... vai, caralho... seu gostoso...
Eu tentava me afastar, instintivamente, mas ela me segurava com força pelas ancas, me puxando de volta contra cada estocada. O som dos nossos corpos se encontrando enchia o quarto. E foi quando eu percebi: ela começou a tremer. Seus movimentos ficaram descoordenados, suas mãos cavavam minha pele, e ela soltou um gemido longo e gutural.
— Vou gozar — ela ofegou — Porra, seu macho gostoso! Vou gozar só de te comer...
E ela acelerou ainda mais, frenética, até que seu corpo todo contraiu num orgasmo violento. Eu senti cada espasmo dela contra mim, e aquilo — o fato de uma mulher estar gozando enquanto me penetrava — me fez gozar de um jeito que nunca imaginei. Ela montou em mim até o fim, e quando gozei, foi como um vulcão explodindo.
Até hoje lembro dessa trepada que ela me deu. Essa foi a primeira vez que lembro de ter sido verdadeiramente comido de cintaralho por uma fêmea que sabia exatamente o que queria e que tinha muito tesão em me montar. Essa mulata safada me fez gozar bem forte e me fez revirar os olhos... Caralho... quiz dar outra vez para ela, mas tinha sido tão intenso que fiquei com receio de viciar, e então deletei o número dela e nunca mais tive a chance de ser comido de novo por aquela mulata tarada. Acho que foi essa vez que eu sentí pela primeira vez uma mulher me pegar de jeito. Acho também que foi quando o meu cuzinho começou a ficar assim, com "lábios" paracendo uma bucetinha.
Nunca contei isso para ninguém...
