A história que vos trago aconteceu há uns anos. Na altura, costumava fazer campismo selvagem com amigos e familiares — um grupo variado, com gente de todas as idades. Naquela ocasião, fomos para o litoral alentejano.Passámos o dia na praia. A minha prima, que é cerca de três ou quatro anos mais velha do que eu, tinha o hábito de andar sempre abraçada a mim, como se fôssemos namorados. Acho que ela gostava de se exibir ao lado de um homem. Eu, sinceramente, não me importava; já tinha fantasiado várias vezes em aproveitar a situação, mas faltava-me a coragem para dar o primeiro passo.
Nesta viagem, as coisas começaram a proporcionar-se. Durante o dia, entre brincadeiras no mar, eu aproveitava para lhe tocar nos seios e percebi que ela não rejeitava o toque. Pelo contrário: a minha excitação aumentava à medida que ela correspondia. Dissimuladamente, ela apertava-me o rabo e, por vezes, tentava tocar-me mais perto do meu pau.
Durante os mergulhos, o jogo de olhares e a proximidade entre nós tornaram-se mais evidentes. Debaixo de água procurava a visão daquele biquini enfiado no rego e na xoxota, o que me provocava cada vez mais tesão. Ela tinha uma presença marcante que captava toda a minha atenção, e aquele ambiente de verão parecia intensificar a nossa cumplicidade.Sentia que o dia estava a correr de uma forma diferente. Ao cair da noite, chegou o momento de montar as tendas e organizar o acampamento. Enquanto os mais velhos se instalavam num setor, eu procurei um lugar um pouco mais reservado, esperando ter a oportunidade de continuar a conversa e a proximidade que tínhamos cultivado durante o dia na praia.
Era habitual ficarmos a conversar até tarde e, para não incomodar os mais velhos, procurávamos sempre afastar-nos um pouco do grupo principal. A minha prima aproveitou o momento para se agarrar a mim; com a desculpa da escuridão e de um suposto medo, puxava o meu braço contra o seu peito com força. Eu, como seria de esperar, já estava em sofrimento, completamente excitado.
À medida que o pessoal se ia retirando, a minha mente não saía do que ela tinha dito na altura de distribuir as tendas. Como quase todos eram casais, sobrávamos nós os dois. Com a maior naturalidade do mundo, ela tinha atirado: "Eu não me importo nada de dormir na tenda do Tony".
Quando finalmente ficámos sozinhos, a conversa prolongou-se por mais uns dez minutos sob as estrelas, até que decidimos recolher. A tenda era estreita, o que tornava o contacto físico inevitável. Mal nos deitámos, ao ajeitar-se no pouco espaço que tínhamos, a mão dela roçou propositadamente no meu volume, que já estava bem evidente.
Ela lançou-me um sorriso maroto e sussurrou:— Estamos animados hoje, não estamos?— Como é que queres que não esteja, com todo esse "material" a roçar em mim? — respondi, sem rodeios.
Ela soltou um risinho cúmplice, deslizou a mão para dentro dos meus boxers e envolveu-me com firmeza. Começou a masturbar-me ali mesmo, e a sensação foi tão intensa que quase perdi o controlo logo no primeiro instante.
Aquele gesto deu-me a liberdade de que precisava. Enfiei a mão por baixo da blusa dela e puxei-a para cima, expondo os seus seios. Ver aqueles bicos já duros deixou-me ainda mais ao rubro.
Beijámo-nos logo de seguida, num impulso faminto. A temperatura dentro da tenda subiu rapidamente, mas o risco era constante: como as outras tendas estavam perto, qualquer movimento mais brusco ou um gemido mais alto podiam denunciar-nos. Tínhamos de ser silenciosos e precisos.
Continuámos a masturbar-nos mutuamente, num ritmo cada vez mais urgente. No momento em que penetrei a sua xoxota com os dedos, senti-a reagir de imediato; ela atingiu o clímax quase instantaneamente, num espasmo contido. Logo depois, foi a minha vez de ceder ao prazer, gozando na mão dela.
Como eu já tinha previsto que a noite podia acabar assim, tinha deixado um rolo de papel à mão para nos limparmos. No entanto, num gesto inesperado, ela lambeu a própria mão, tal como eu tinha feito momentos antes ao saborear a essência dela. Ficámos ali, em silêncio, a partilhar aquele segredo enquanto recuperávamos o fôlego.
Ficámos ali deitados, no silêncio da noite alentejana, com o som do mar ao fundo e a adrenalina ainda a correr-nos nas veias. Aquele segredo, partilhado na penumbra de uma tenda estreita, mudou tudo entre nós.
Obviamente, aquela noite foi apenas o início. O que aconteceu ali gerou outras oportunidades e encontros que guardam histórias ainda mais intensas, as quais contarei futuramente."
335pipo