O Faz Tudo me fez todo: dando o rabo no topo do edifício

Ele me colocou de joelhos no chão bruto. O vento era fresco e agradável. O céu estava azul, sem nuvens. Puxou meus cabelos pra trás e me moveu em direção àquela cabeça roxa e grande, de uma rola morena, comprida e grossa. Suavemente tocou o meu rosto, me fazendo sentir sua pele quente e seu cheiro doce. Deslizou o pau e brincou com meus lábios, tocando delicadamente meu queixo com a mão, abrindo minha boca e penetrando-a lentamente.
E assim eu mamei o faz tudo de um importante prédio comercial da minha cidade, no topo do edifício, em sua oficina, em meio a ferramentas e materiais de manutenção, fazendo-o gemer enquanto muita gente trabalhava em suas salas sem saber de nós, incluindo o médico que tinha acabado de me atender.
Eu estava na recepção do consultório, no penúltimo andar, quando Sérgio, o faz tudo, entrou pra retirar alguns materiais de um reparo que fizera e me flagrou com o grindr aberto. Rápido e esperto, brincou dizendo torcer "pro mesmo time e adorar bater uma peladinha". A recepcionista nem levantou a cabeça, abduzida pelo próprio celular. Depois de ir e vir algumas vezes, retirando rolos de tinta e outras coisas, passou por mim e deixou um papel com o número do seu whats, pedindo que falasse com ele antes de ir embora.
Foi o que fiz assim que saí da consulta. Enviei uma mensagem e ele me convidou pra subir até seu local de trabalho, um andar acima. Chegando lá, Sérgio me serviu café e iniciou uma conversa muito legal. Ele era um homem magro, forte, moreno, de uns 42 anos, com um cavanhaque preto muito bem cuidado; vestia jeans escuro, botas de trabalho e uma camisa polo azul, com a logo da empresa.
Eu já estava tremendo por dentro, nervoso, mas excitado e ele percebeu, pois tratou de me acalmar, afirmando que ninguém mais subiria ali, que não havia câmeras nas escadas, nem na oficina. Ele disse que me achou bonito e que estava afim de conhecer alguém legal. Arrisquei me soltar um pouco e provoquei, dizendo apostar que ele só queria transar. "Por que não?", respondeu ele, se aproximando. "Podemos transar e, se a gente gostar um do outro, repetir e seguir. Você curte o que?".
Respondi que era passivo e ganhei um beijo súbito, firme, molhado, um abraço apertado que me fez sentir tomado e sem defesas. "Dá essa bunda pra mim, gatão", disse ele no meu ouvido, passando a língua na minha orelha e respirando fundo o meu cheiro, apertando minha nuca. "Aqui?", questionei. "Agora", ele afirmou.
Eu mamei, babei, e gozei por dentro, mentalmente em êxtase. Ele tinha um arfar delicioso, que parecia um cântico a me enfeitiçar. Minha boca descia pouco mais além da cabeça, enquanto minha mão massageava sua base e suas bolas, grandes, pesadas, quentes. Esse macho devia ter muito esperma dentro daquele saco enorme. E apesar de eu não conseguir engolir aquilo tudo, lambia com a língua cheia, de cima a baixo, provando a maior das delícias. Pudesse, mordia. O suor começava a escorrer do rosto dele, que se contorcia de olhos fechados. O mesmo ocorria com meu sêmen; eu sentia saindo gota por gota de dentro do meu pau, pingando em minha cueca.
Sérgio me mandou tirar a roupa da parte de baixo, inclusive os sapatos e meias. Fiquei com medo de ficar nú ali e ser surpreendido por alguém, mas, ao mesmo tempo, isso me deu ainda mais tesão. A vulnerabilidade pode ser muito excitante e parecia que essa era intenção dele. Obedeci. E pelado, da cintura pra baixo, fui levado até a bancada de ferramentas, onde ele me fez apoiar as mãos e arrebitar a bunda. Sérgio entrou e fez morada entre minhas nádegas, fungando e inspirando com força o meu cheiro, esfregando rosto, nariz, boca e língua. Chupou meu cú como se fosse um caminhante do deserto, sedento, se esbaldando numa fonte de água fresca. Meu pau babava até pingar no chão.
Ele me chupava e acariciava minhas coxas, meu joelho, minha panturrilha, meus pés. E fungava. O homem estava embriagado de tesão. "Que gosto bom você tem, que perfume delicioso tem essa sua bunda, que pele macia", disse ele. Eu já estava me agarrando na bancada, com o pau dolorido de duro, rebolando no rosto dele e com vontade de gritar.
Sérgio mandou que eu ficasse ali, daquele jeito, em pé, de pernas abertas, seminú, com o rabo pingando de tanto levar linguada. Ele foi buscar água para nós e me serviu na boca. Em seguida, perguntou se eu estava pronto. Eu inspirava e expirava ofegante de tesão, tremendo e implorando em silêncio. Sérgio pegou a camisinha, colocou em seu pau e me abraçou por trás.
Beijava meu pescoço, acariciava meus mamilos e esfregava sua rola em minha bunda, ora brincando sobre as nádegas, ora entrando nelas e buscando passagem para dentro de mim. Sua mão subia pelo meu pescoço e seus dedos entravam em minha boca. Seu pau descansava em minha bunda, enquanto sua outra mão passeava em meu ventre e peito. Eu me sentia totalmente envolvido e desejado.
Busquei seu sexo, que estava super rígido e pulsante. Ao toque da minha mão, Sérgio gemeu, aumentou a respiração, começou a ter contrações com o quadril, movendo-se em minha direção, cutucando, solicitando posse, enquanto mordiscava minha nuca e minhas orelhas. Ele me queria. E eu me entreguei.
Seu pau deslizou para dentro de mim de uma forma que não entendi, nem acreditei. Entrou. Fluiu. Mergulhou inteiro em meu ser, de uma única vez, de forma lenta, suave e constante. Sua entrada foi como uma massagem interna, avançando e relaxando tudo ao redor, abrindo com mãos leves, quente, molhada a ponto de se fazer ouvir. Entrava, entrava, me abria, milímetro por milímetro e parecia não ter fim. Eu não queria que tivesse. Fiquei imóvel, segurando a respiração, pernas abertas, tomado por sensações transcendentes de um preenchimento absoluto.
Fechei os olhos, que estavam fixos no teto, e relaxei meu corpo, deixando-o cair pra trás, na direção de Sérgio. Eu estava completamente relaxado e ele me acolheu em seu peito. Senti que a cabeça do pau dele abriu uma segunda parte dentro de mim. Eu tremia com a sensação de cada centímetro daquela brasa quente a me possuir e incendiar. Meu rosto, minha cabeça, meu peito, tudo queimava.
Sérgio penetrou minha alma. Com as duas mãos em meu quadril, me puxou ao encontro de si e eu tremia. Tremia e sentia seus pêlos nas minhas nádegas, seu suor se misturando com o meu. Ele estava inteiro dentro de mim.
Ele me segurou assim por um tempo, com a rola atolada, enquanto fungava, rosnava, pulsava. Eu tentava responder piscando meu cú ao redor dele, mas não conseguia. Eu estava completando dilatado.
Após sussurrar um "delícia de rabo" no meu ouvido, Sérgio começou a me foder. A sensação do pau saindo era maravilhosa e interminável. E quando estava quase fora, voltava a me puxar pelo quadril e a entrar lentamente. Novamente, ia até o final e forçava o encaixe, pra não deixar nada de fora. Cada vez que ele chegava ao fundo eu sentia minhas pernas amolecendo.
Eu não ia reclamar se ele começasse a me foder forte e rápido, pois já estava num grau de excitação absurdo, mas ele optou por me foder com carinho e firmeza. Os movimentos de entrada e saída foram sempre longos e fundos, saindo quase até tirar toda a cabeça e entrando até o talo.
"Eu gosto de degustar o cú, sem pressa, você está gostando?". Respondi que sim arfando e sorrindo. "Gosto de foder assim até a pessoa implorar pra eu foder forte e rápido", disse ele. "Por mim você pode me arrombar todo", respondi. Ele riu, mas não acelerou, até que eu implorei.
Escapei do pau dele tendo contrações de tesão. Fiquei dando voltas pela sala, até que parei e me joguei num sofá, ofegante, todo molhado de suor. Que tesão, que tesão! Sérgio apontou que o chão, em frente a bancada, onde eu fui fodido em pé, estava cheio de porra. Eu gozei e não percebi?!
Ele veio sobre mim. Abriu minhas pernas e entrou inteiro. Vez ou outra beijava minha boca, enquanto me fodia agora um pouco mais rápido e forte. Sérgio me chamava de gostoso e socava, socava, sem parar. Beijou meu pé, deu leves tapas nas minhas bolas e fodeu. Foi quando eu comecei a querer gritar, porque ele soltava o peso todo do corpo sobre mim e seu pau entrava forte até o fim, me dando um prazer fora do comum. Meu rabo se contraía, mas ele não parava, socava ainda mais. Ele tapou a minha boca e aumentou a força e a velocidade. Eu prendi a respiração, fechei os olhos e deixei ele acabar comigo, perdendo a noção do tempo.
Voltei à realidade quando ele me puxou, me girou com rapidez, me colocou de quatro no sofá e socou tudo novamente. Com a mão para trás, tentei segurá-lo, em vão, pois ele se agarrou no meu quadril e socou a rola no meu cú como e o quanto quis. Eu não tinha forças pra me opor, nem se quisesse. A sensação de abertura, preenchimento e toque fundo, o prazer indescritível só parou quando ele saiu abruptamente e me puxou, arrancando a camisinha e gozando sem parar no meu rosto. Ele urrava abafado, enquanto a porra quente continuava a jorrar na minha testa, olhos, bochecha, boca, nariz. Eu caí sobre o sofá e ali fiquei, tremendo.
Sérgio me beijou e disse que adorou me conhecer e me comer. Eu fiquei alguns minutos em choque, quieto e totalmente mole, entregue. Delicado e atencioso, ele me trouxe água, papel toalha e minhas roupas. Ajudou a me limpar e depois me abraçou. E eu em silêncio, sentindo meu canal anal pulsando, inchado
Depois que voltei a mim, me diverti indo embora, andando pelo prédio e olhando pras pessoas, trabalhando, sem saber que eu estava em êxtase após ter dado muito logo ali, pertinho delas.
Foi uma experiência inesquecível e que, felizmente, não foi a única. Na última semana, na sua casa, após me comer lenta e profundamente, enquanto me beijava e olhava nos meus olhos, Sérgio me pediu em namoro. Logo teremos muitas outras histórias pra contar.
Gostaram? Votem e comentem. Eu adoro ler os comentários de vocês. Beijos.


Foto 1 do Conto erotico: O Faz Tudo me fez todo: dando o rabo no topo do edifício


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Ficha do conto

Foto Perfil brunno scarlett
brunnoscarlett

Nome do conto:
O Faz Tudo me fez todo: dando o rabo no topo do edifício

Codigo do conto:
261608

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/05/2026

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