Relato Real: femdom, figging & feminzação

De todos os que rastejaram perante a Mim durante o mês de Abril de 2026, houve um que Me proporcionou um entretenimento singular.

Esta foi, sem sombra de dúvida, a Minha sessão BDSM favorita do último mês. O nível de domínio que exerci, a agonia deliciosa que provoquei e a submissão absoluta que arranquei daquela criatura mereciam ser eternizados, indo muito além das quatro paredes da Minha dungeon. Há um poder inebriante em traduzir suor, lágrimas e humilhação em palavras. A escrita permite-Me reviver o impacto de cada comando, o peso do Meu salto e o som de cada gemido abafado, saboreando a Minha própria crueldade com a lentidão que ela exige.

Decidi, por isso, abrir um pouco do Meu universo femdom e partilhar este momento da forma que considero mais íntima e especial: através da escrita. Acomodem-se, reconheçam a vossa insignificância e leiam com a devida reverência. O que se segue é muito além de um conto erótico BDSM; é o relato de dominação feminina exato de como a vossa Dona, Mistress Kaizen, quebrou e moldou mais um servo.

O ar denso da sala estava impregnado com o aroma hipnótico e provocador do Meu perfume favorito, uma névoa inebriante onde o calor da toranja se fundia ao picante do gengibre e à doçura sombria do jasmim, tudo suavizado pelo toque exótico, aveludado e doce do óleo de ameixa que reluzia na Minha pele. Eu estava perfeitamente envolta na Minha armadura de dominatrix: um vestido de couro negro curto e decotado que abraçava cada curva, selado por um zíper dourado que descia como uma promessa perigosa. Nos lábios, um vermelho implacável. O cabelo caía liso, quebrado apenas por ondas perfeitamente calculadas. As Minhas pernas estavam envoltas numa meia-calça arrastão preta com padrão de flores. E os pés? Adornados por botas stiletto de couro negro.
Quinze minutos. Esse foi o tempo que ele teve a audácia de se atrasar, perdido do outro lado da rua como uma criatura desorientada e absolutamente patética. Fiz questão de o deixar à porta por mais cinco. A antecipação é o primeiro estágio da tortura.

Quando finalmente decidi abrir, deixei que o som agudo e rítmico das Minhas botas batesse no chão. Cada passo era uma sentença. "Ajoelha-te," ordenei, a voz num tom macio, sedutor, mas que não admitia qualquer hesitação. "E coloca a mochila ao lado."

Ele obedeceu, trêmulo, atrapalhando-se todo ao tentar contar o dinheiro com as mãos nervosas. Humilhei-o ali mesmo, com um sorriso frio, enquanto ditava as regras da Nossa sessão. A Minha aura era disciplinante, rígida, mas carregada daquele magnetismo que o prendia ao chão. Mandei-o despir-se, peça por peça, num striptease à la puta que o deixou inteiramente nu e exposto sob o Meu olhar.

Quando tentou falar, a sua voz performática masculina contrapôs-se à putinha implorando por ser usada e abusada, que estava ali, ajoelhada perante Mim. Quebrou a fantasia. Inaceitável.

"Já que não sabes falar como uma putinha mansa", murmurei, roçando os Meus lábios na sua orelha, "vais latir como uma cadela."

O som dos latidos encheu o espaço enquanto Eu lhe apertava sobre o rosto uma máscara de cachorrinha, imergindo-o num verdadeiro transe animal. O couro grosso restringia-lhe a respiração e mergulhava-o numa escuridão absoluta. A sua visão e o seu ar pertenciam-Me agora; dependiam da Minha vontade de abrir um zíper e soltar alguns botões.

Aumentei a sua vulnerabilidade aprisionando-lhe as mãos atrás das costas com correntes geladas. A sua feminização forçada começou quando lhe vesti um uniforme de empregada que servia apenas para o ridicularizar e Me entreter: um biquíni minúsculo com uma saia curta. Puxei-o até à cruz e prendi-o. O metal pesado envolvia-lhe o pescoço, os pulsos e os tornozelos. Uma cadela deve estar sempre acorrentada, isto é, até a sua Dona decidir conceder o privilégio de ser solta…

Coloquei os nipple pumps nos seus mamilos, torturando a carne cada vez mais sensível. Aperto a aperto, ele gemia, grunhia e latia, submisso ao comando da sua nova Dona, Mistress Kaizen. Preparei o terreno. A cucetinha estava apertada, piscando, sedenta pela Minha atenção. Deslizei os dedos, arrombando-a lentamente, invadindo-a enquanto ela latia, uma cadelinha desesperada por mais.

Mas a verdadeira diversão estava apenas a começar.

Retirei-o da cruz, libertando o pescoço, mas mantendo as correntes pesadas nos pés e forçando as suas mãos atrás da nuca. Abri o zíper do focinho; ele respirou de alívio. Meio segundo depois, o impacto estrondoso da palmada forte que proferi no lado esquerdo do seu rosto o fez abrir a boca em choque, e assim empurrei a Minha mordaça favorita: a última calcinha que usei.

"Patinhas no chão", ordenei.

Ele ajoelhou-se na posição perfeita, com a sua cuceta de sissy completamente exposta, oferecendo-se pateticamente submissa. Usei as suas costas como apoio para os Meus pés calçados em couro, enquanto colocava lentamente um par de luvas de látex. O estalar da borracha foi o único aviso antes do som metálico da faca.

O raspar da lâmina a cortar a casca, caindo suavemente num saco, era uma tortura psicológica perfeita. A cadelinha grunhia ansiosa. Será que ela sabia o que a esperava? Será que previu a dor ardente que a faria proferir a palavra de segurança poucos minutos depois?

Descasquei um pedaço grosso de gengibre, deixando metade com casca para garantir que não escorregaria das Minhas mãos. Figging. Uma palmada forte seguida de um cuspe encerrou a longa espera. Comecei a brincar na entrada. O cu cabeludo formava uma leve muralha ao ardor, que logo provaria ser inútil contra os Meus planos. Assim que forcei a entrada, a dor fê-la entrar em pânico. A cadela nojenta tentou fugir, mas agarrei-a firmemente pelo harness de metal e empurrei a raiz, milímetro a milímetro, quebrando qualquer resistência física e mental.

Aumentei a velocidade, socando cada vez mais forte. O ardor a incendiava por dentro. Abafado pela mordaça e pela máscara de couro, ouvi um som animalesco que rapidamente se transformou em desespero puro.

“Amarelo... amarelo...”

O pânico na sua voz fez-Me rir alto. Retirei o gengibre lentamente, sentindo uma umidade quente entre as Minhas próprias pernas. Levar a Minha cadelinha ao limite absoluto tinha o seu próprio feitiço sobre Mim.

No gingering, depois de começar, a única opção é aceitar o fogo e transformá-lo em prazer. Peguei num dildo pequeno — pequeno para os Meus padrões, claro — e concedi-lhe o único alívio que o seu corpo latejante pedia: ser arrombada sem piedade para mascarar a dor.

Com o estrago feito, mudei o ritmo. Libertei as suas mãos da nuca, acorrentando-as na frente, e sentei-Me no Meu trono. Abri o zíper do focinho, retirei a calcinha que usei como mordaça, mantendo a Minha cadelinha cega.

"Limpa as Minhas botas. Com a língua."

A cada movimento imperfeito, o chicote estalava nas suas costas, cortando o ar e a pele. Ordenei que usasse apenas a boca e os dentes para abrir os zíperes e arrancar as botas dos Meus pés, revelando algo que ele ainda não havia provado ser digno de presenciar.

Foi então que decidi brincar com a sua mente. Levantei-Me, deslizei para trás dele e sussurrei bem junto ao seu ouvido enquanto o acariciava suavemente: "Se tu fosses um homem digno, poderias ver o que Eu estou a fazer."

Lentamente, comecei a despir a Minha meia-calça. O tecido roçava de forma provocatória contra a sua pele. Esfreguei a Minha bunda na máscara que o mantinha cego, passei as pernas de leve pelos seus ombros. Dei-lhe apenas um gostinho fantasma de uma beleza que ele não tinha o direito de presenciar por ser um capacho inútil.

Sentei-Me de novo e ordenei que beijasse os Meus pés. A decepção foi imediata quando os seus lábios encontraram o tecido opaco das Minhas meias grossas de algodão. Ri sadicamente da sua frustração. Mas a cadelinha aprendeu o seu lugar; mostrou-se grata pelo privilégio e adorou as Minhas meias com fervor.
Por causa dessa devoção, decidi recompensá-la. Iniciando uma verdadeira sessão de foot worship, arranquei, sem aviso, a peça que o mantinha vendado. A luz ofuscou a Minha putinha por um segundo, e então ela viu-os. Adorou-os. O desejo era palpável. Eu queria sentir aquela devoção quente na Minha pele, sem a meia ou o couro rígido do focinho a atrapalhar, sem demora Eu arranquei a máscara inteira.

"Tira as meias. Com os dentes."

Assim que a Minha pele ficou exposta, ordenei que a adorasse sem tocar com as mãos. Esfreguei os Meus pés suadinhos, com o aroma de horas fechados nas botas de couro, diretamente contra o seu rosto. Qualquer movimento brusco dele fazia as correntes tilintarem, resultando numa chicotada imediata. Ensinei-lhe exatamente como devia massagear as Minhas solas com os lábios, como chupar cada dedo, como lamber as curvas dos Meus arcos. Estávamos em perfeita harmonia. A sua única função no universo era adorar. A Minha, ser adorada.

"Estica a mão," ordenei, dando início ao Meu jogo de controle de orgasmo.

Cuspi diretamente na sua palma. "Deixa o pauzinho duro para Mim."

A mão molhada de saliva moveu-se. Fui ditando o ritmo. Mais rápido. Mais devagar. Para. Continua. A cadelinha obedecia cegamente, com os olhos vidrados nos Meus pés, num transe de veneração silenciosa.

"Vamos ver se consegues gozar," provoquei, o olhar fixo no rosto contorcido de prazer e agonia. "Só podes gozar se pedires permissão. Se chegares ao dez e não tiveres gozado... acabou-se."

Comecei a contagem, lenta, cruel.

Um... Três... Sete... Nove... Dez.

O tempo acabou. A sissy, treinada e quebrada sob o Meu domínio, retirou imediatamente a mão do seu próprio membro latejante, sabendo que não cumpriu os requisitos da sua Deusa. O seu prémio de consolação pelo esforço e pela obediência impecável?

Olhei de cima para baixo, com desdém e um sorriso predatório.

"Lamba a mão," ordenei. E ela, com os olhos brilhantes de submissão, lambeu avidamente a própria mão, coberta com o seu pre-cum misturado com a saliva inestimável da sua Rainha.

Levantei-Me, alisando o couro do Meu vestido. Libertei-o das correntes que o mantinham aprisionado, apenas para testar o que restava da sua mente. Fiz-lhe algumas perguntas simples sobre a sessão, mas após duas horas inteiras reduzido a latir, a engasgar-se com a Minha mordaça e a adorar-Me de joelhos, o seu cérebro estava completamente derretido. Ele lutava pateticamente para articular palavras, gaguejando e falhando em formular frases básicas. Com muito esforço e a voz rouca, conseguiu balbuciar apenas que tinha sido 'perfeito'.

“Veste-te”, ordenei sadicamente.

Não lhe concedi o privilégio de um banho. Ele foi forçado a colocar as suas roupas de homenzinho sobre o suor, a humilhação e os fluidos pegajosos que marcavam a sua derrota. Queria que ele caminhasse de volta à sua realidade medíocre sentindo cada resquício do que lhe fiz. O ardor ainda latejante do gengibre, a sujidade na mão, o cheiro do Meu perfume impregnado na sua pele e o peso fantasma das Minhas correntes a acompanhá-lo a cada passo que desse na rua.

Carregar os resquícios da Minha tortura sob a roupa fez com que a sua mente submissa compreendesse a sua derradeira verdade. Ele já não servia para ser um homem comum, tinha finalmente encontrado o seu propósito, aceitando que o seu lugar de direito é estar ancorado aos Meus pés. No dia seguinte, rastejou de volta às Minhas mensagens, implorando por permissão para retornar. Dessa vez, suplicando por três horas de absoluta obediência.

Está em dúvida se o relato é apenas fantasia? Para provar a Minha crueldade, decidi conceder o privilégio de assistir a um breve vídeo do momento do figging, disponível exclusivamente para os Meus subscribers do LoyalFans.

A verdade é muito mais intensa para quem tem o privilégio de a viver sob o Meu domínio, & de a testemunhar sem cortes. Descubra se você é digno de rastejar aos Meus pés.

Foto 1 do Conto erotico: Relato Real: femdom, figging & feminzação


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Relato Real: femdom, figging & feminzação

Codigo do conto:
261623

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
08/05/2026

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