- Oi. Ele disse, a voz grave, baixa, arranhada de quem fumava demais
- Oi... Respondi, quase gaguejando, e meus olhos não conseguiam se afastar dos dele. um olhar escuro, que me percorria inteira, lento, como se fosse me despindo com calma.
Minha amiga falava alguma coisa, rindo, mas minha cabeça parecia surda. Eu só ouvia o som abafado do meu coração disparado, o zunido quente nos meus ouvidos. Eu reparei nas mãos dele, grandes, firmes, com veias saltadas no dorso, uma anel simples no dedo anelar, os pulsos fortes. Imaginei aquelas mãos na minha cintura, segurando firme, os dedos deslizando pelas minhas costas, me puxando, apertando minha bunda.
Ele entrou, a voz grave enquanto comentava sobre o calor, e eu senti o cheiro dele se espalhar pela sala. Cada vez que ele se mexia, o cheiro se misturava ao ar abafado, me deixando tonta. Ele passou por mim e o braço dele roçou no meu. A pele dele era quente, áspera, e só aquele toque rápido foi o suficiente para me deixar arrepiada, a pele se eriçando, os mamilos endurecendo sob o tecido fino da blusa.
Eu tentei me recompor, mas sentia minha calcinha começando a umedecer, e a cada movimento dele, meu olhar era puxado como se tivesse um imã, o jeito que ele se ajeitava no sofá, abrindo as pernas largas, a camiseta subindo um pouco, revelando a pele morena do quadril.
Eu cruzei as pernas no sofá, tentando disfarçar o desconforto. Ela falava sobre o churrasco no final de semana mas eu mal ouvia.
Ele notou. Cada vez que meu olhar cruzava com o dele, eu sentia o coração disparar, as bochechas queimarem, o pulsar na garganta. Era como se ele soubesse exatamente o que eu estava pensando.
Eu pisquei, respirei fundo, tentei me recompor. Mas era tarde, a semente estava plantada.
Eu me levantei para buscar água na cozinha, tentando me dar um minuto de respiro, mas quando abri a geladeira ouvi os passos dele atrás de mim, Eu virei de leve fingindo surpresa, e lá estava ele, parado na porta da cozinha.
- Quer ajuda com isso ai?
Minha boca secou. Eu assenti sem conseguir falar. Ele pegou um copo no armário, ficando atrás de mim, tão perto que senti o calor dele. Eu soltei um suspiro involuntário. Tentei disfarçar colocando a água nos copos, mas minha mão tremia, a água escorrendo pela jarra e caindo na bancada.
- Cuidado... Tá escorrendo... Ele sussurro, a voz baixa no meu ouvido, e eu me arrepiei inteira.
Ele ficou ali encostado na bancada como se tivesse gostado de ver meu desconcerto.
- Tá tudo bem ai?
- T-tá sim...
Ele ficou me olhando, como se estivesse me despindo com os olhos, tirando cada peça de roupa. Deu um passo a mais, e agora eu podia sentir pressionando minha bunda, o volume duro do pau dele. meu corpo reagiu num espasmo involuntário, um tremor que percorreu minha espinha, e eu sentu minha buceta pulsar, molhada, escorrendo, o tecido da calcinha colando, o desejo tão forte.
-Você tá tremendo. Ele sussurrou, a voz tão baixa que era quase uma vibração, contra minha pele.
Eu fechei os olhos, a cabeça pendendo de lado, oferecendo mais, sentindo a barriga contrair, e a mão dele desceu até o elástico frouxo do meu shortinho. Eu estava rendida. e naquele momento no meio da cozinha, a mão dele segurando minha cintura eu soube que não tinha mais volta. E então aconteceu. A boca dele encontrou a minha, el me puxou para ele, grudando nossos corpos, e eu senti o pau dele pressionando meu ventre.
- Você queria, não queria?
Eu não consegui responder com palavras, só balancei a cabeça.
Eu tremia as coxas instintivamente se fechando, tentando conter o calor, mas ele segurou meu quadril, afastando a minha perna.
- Olha como você tá
- Ah... por favor... eu gemi, a voz trêmula, um sussurro quase suplicante.
- Gostosa... ele sussurrou afastando a calcinha de lado, e quando os dedos dele encostaram direto na pele molhada da minha buceta foi como se o mundo parasse.
- Ai... aiiiiii... o som saiu entre um suspiro e um soluço
Gozei, um grito agudo rasgando minha garganta, a cabeça tombando para a frente, os quadris se contorcendo, as pernas tremendo sem controle.
- Você é minha agora.
Sem dizer mais nada, ele desabotoou o próprio jeans. eu olhei para baixo e vi o pau dele, grosso, comprido, latejando, a cabeça vermelha brilhante, o comprimento curvado pra cima, com uma veia grossa. Ele puxou meu shortinho e a calcinha juntos sem muita cerimônia.
- Olha como você está molhadinha pra mim...
- Por favor... por favor... Eu sussurrei a voz falha. E ele me deu o que eu queria.,
com um movimento firme, ele empurrou a cabeça grossa do pau abrindo minha buceta molhada, forçando entrada, deslizando devagar, e eu soltei um grito abafado. A sensação era crua, intensa, a pele sensível sendo forçada, preenchida, o calor dele queimando por dentro.
- Ai... ai... tá entrando
- Isso... toma... abre pra mim, gostosa... Ele rosnou, os dedos apertando minha cintura, puxando-me para ele, o pau entrando mais fundo, a base do pau pressionando meu clitóris inchado.
Eu gritei, e me agarrei nele, os braços ao redor do pescoço, as pernas em volta da cintura dele sentindo o pau latejar dentro de mim.
- Você é tão apertadinha...
-Aaaaah... tá tão gostoso... Tão fundo... Eu gemi
- Olha para mim... quero ver sua cara quando eu te encho...
Ele segurou minha cintura com ainda mais força, os dedos afundando na carne, e acelerou o ritmo, o pau entrando e saindo.
- Ai... ai... eu vou gozar.... Eu gemi alto
- Goza pra mim... ele rosnou
Eu deslizei contra ele, mole, tremendo, a respiração falha, o peito subindo e descendo rápido, os músculos exaustos, mas ainda implorando por mais. Ele me segurou, os braços fortes ao meu redor, o pau ainda duro, enterrado em mim, quente, pulsando, pronto para mais. não havia pausa, o corpo dele se movia contra o meu com urgência, o pau dele pulsando dentro da minha buceta apertada.
- Ai... ai... aiiii... Eu gemia, a voz falha, quase chorosa, e ele se inclinou sobre mim.
- Você é minha, entendeu? Ele murmurou, a voz rouca que me fez estremecer.
Eu balancei a cabeça sem conseguir falar. Ele mudou o ritmo, as estocadas vieram rápidas, fortes, o pai entrando e saindo com uma velocidade quase brutal.
- Tão gostosa... tão apertadinha... ele rosnava, a voz falhando entre gemidos. Eu gozei de novo. meu corpo rodo se contraiu em espasmos.
- Isso, porra... assim... goza pra mim... Ele levantou meu rosto com a mão, segurou meu queixo, os olhos dele cravados nos meus e disse:
- Você vai gozar de novo, ouviu? Vai gozar na minha pica. Ele enfiava e saia, rápido, profundo, as estocadas ficando mais rápido, profundo. Eu gozei com um grito rasgado, os músculos se contraindo em espasmos violentos, o corpo todo arqueando, os quadris tremendo, a bucetinha apertando tão forte que parecia querer sugar o pau dele para sempre. E ele não parou.
- Você é minha... minha... Ele rosnava, a voz grave. Eu só conseguia gemer, choramingar, balançar a cabeça, meu corpo vibrando como se cada célula estivesse implorando pra ele não parar.
- Vou gozar... porra... vou gozar...
- Goza pra mim... goza dentro... enche minha buceta...
Senti ele se enterrar fundo, o pau pulsando, ele gozou dentro de mim, uma onda quente, preenchendo tudo, me fazendo gozar junto. Eu sentia o pau dele ainda dentro, o calor do gozo escorrendo devagar, pingando entre minhas coxas, misturada com minha própria excitação.
- Caralho... você é incrível... Ele murmurou. Eu não conseguia mexer um músculo, só ficar ali entregue, o cheiro de sexo pairando no ar, um testemunho do que tinha acabado de acontecer. E eu sabia com cada fibra do meu ser, aquilo não era o fim. Era só o começo.
