PUTARIA NA LIMUSINE DO FRANCÊS

Era em um domingo à noite, o barzinho estava quase cheio, com um sertanejo tocando ao vivo, o ambiente era pequeno, mas bem agradável. Patrícia cantava junto com o cantor, sabia todas as músicas. Depois de alguns goles de cerveja já estava alta. Vê-la era prazeroso, pois era linda — Morena, cabelos cacheados, boca carnuda com um batom vermelho nos lábios, bissexual de 32 anos, três a mais que eu. Nossa relação é baseada apenas em aventuras, tentamos ser um casal, mas não deu certo. Chegamos nessa conclusão amigavelmente, como um acordo trabalhista. Ambos não são feitos para compromissos. Somos amigos, mas não dormimos juntos. Vamos a festas, swingers, casamentos, aniversários, enterros, só para ter a companhia um do outro. Mas não somos um casal. É mais uma relação de terapeuta e paciente — às vezes sou paciente, às vezes terapeuta. Sempre que saímos juntos é em busca de algo que fuja do cotidiano, como um portal que abrimos em busca de algo novo, algo que nos tire da mesmice. Nossas vidas baseia-se em um tremendo foda-se. Temos vidas entediantes, recheadas de Dramin e Prozac, bocejos linguísticos e previsibilidades. Algumas vezes por mês, resolvemos nos afastarmos dessa merda, eu dos meus alunos do ensino médio, com suas reclamações, suas caras amassadas de sono, suas depressões e seus malditos celulares e ela dos clientes da Renner. Mandamos bem nisso, em fugir da realidade às vezes. — detalhe, sem entorpecentes, apenas álcool e uma dose de sexo casual. Nessa noite estávamos no barzinho na rua Augusta, bebendo e curtindo, quando Patrícia notou um casal perto da porta à nossa direita. Eram bonitos, bem vestidos, ela com uns 40 anos, elegante, toda sensual com seu vestido florido. Ele era charmoso, aparentando ter a mesma idade dela. Patrícia disse que eles estavam olhando para nós a noite toda, achei que era loucura, efeito do álcool na cabeça dela. Mas a teimosa insistiu e acenou para a moça lançando seu sorriso de puta que tirava da cartola quando queria, ela sabia ser sexy. Olhei, a moça riu e acenou de volta rindo um riso de canto de boca e voltando seu olhar para o cara dizendo algo.
— Não tem cara de brasileiro. Tem algo de rústico nele. Adoro homens assim, os bonitinho nunca fizeram meu tipo. Todo depilado parecendo filhote de rato. Mas se veste bem.
— E ela? — Perguntei.
— Linda. Sexy. Deve adorar uma aventura. Tem cara de gostar de um swing pesado. De sodomizar meninos. Gostaria de conhecer uma sadomasoquista, senhor? Ter o bumbunzinho esfolado?
— Claro, o dia que você passar a noite com um metrossexual.
— Eu passo. Seu bumbum ficará intacto, senhor.
Rimos e desviei o olhar para a mesa deles. E de fato era mesmo linda. Magrinha, toda sensual nos movimentos, parecia teatral, com cabelos loiros longos, presos por uma piranha cor de vinho. Coxas bem torneadas à mostra. Quando se levantavam para fumar, podia vê-la melhor. Era um tesão.
— E você, faria amor com ele? — Patrícia ficou a olhar para eles pensativa. — Ela é gostosa. Ele é charmoso. Sim, sem problema eu daria para os dois.
— É uma pervertida mesmo. — eu disse.
— Só em noite de lua cheia.
Patrícia não parava de olhá-los.
— Quero saber qual a deles.
Chamou um dos garçons, perguntou se tinha papel e caneta e escreveu algo.
Deu 20 reais ao menino e pediu para entregar na mesa do casal.
— Agora a gente vai saber qual a deles.
O garçom entregou o bilhete, a moça mostrou ao homem, ambos nos olharam, pegaram a caneta e escreveram algo no papel. O menino voltou, devolveu o bilhete e Patrícia agradeceu. Leu, lançou um olhar para eles depois para mim.
— Ui,ui, ui hein. Eu perguntei se eles querem transar com a gente a noite toda. Sabe o que eles disseram, senhor Marcus?
— Sua maluca do caralho. — eu ri. — O quê?
— Que adorariam. Vamos lá com eles.
Patrícia pegou a garrafa de cerveja, disse ao garçom que iríamos para outra mesa. Ela foi na frente, toda dona de si mesmo, cheia de domínio da situação e louca. Se apresentou e depois a mim, perguntou se poderíamos nos juntar a eles. Sentamos, ela disse que achou eles lindos e notou os olhares deles em nós. A moça se desculpou, dizendo que não queria ser inconveniente, falaram que tinham achado a gente um casal sexy. A moça que estava com o homem, disse algo em outra língua e o rapaz disse um desculpa meio engasgado, mastigado e todo feio. Era um francês. Patrícia arriscou algumas palavras na língua dele que fez o rapaz devolver com um estranho português. A bela loira, que chamava-se Antônia, traduzia para o Francês o que falávamos. Ele não era lindo, mas tinha charme, com cabelos negros e uns fio grisalhos, olhos azuis e um corpo ossudo, atlético, mas não parecia malhar.
— As murelies brasileiras são belas. — Disse o francês. — Saum às melores.
— Um brinde às brasileiras então. — Patrícia disse. Brindamos. — E vocês, estão a passeio por São Paulo?
— Eu nasci aqui nessa selva de pedra, e convidei Paul pra conhecer um pouco dos encantos paulistanos. É a primeira vez dele aqui no Brasil. E vocês são casados?— Antônia disse, com sua voz sexy.
— Não. Somos amigos. Já namoramos, mas não deu certo. Não conseguimos ter só um parceiro. Somos adúlteros de carteirinha. Fomos forjados no fogo do pecado.
— Amém! — eu disse.
— Eu também não sou muito boa nisso de compromisso, tive três maridos, nenhum durou mais de dois anos. — Antônia falou me olhando.
— E vocês são o quê?— Patricia quis saber.
A loira traduziu para o Francês, que entendia um pouco de português, mas quando era dito devagar e pausadamente.
— Amigos de longa data. — disse Antônia.
Conversa vai, conversa vem, junto com álcool no sangue, os sorrisos começaram a ficar mais íntimos, os toques mais ousados, o Francês sussurrou algo para a mulher, que nos traduziu, perguntando se já tínhamos passeado de limousine.
— Vocês querem vir com a gente? Garanto que será maravilhoso — Antônia disse com um sorriso.
— Seria um prazer. — falei lançando-lhe o olhar. Patrícia deu um sorriso pro gringo.
O francês fez uma ligação. Em dez minutos tinha uma limusine na porta do bar. Ele pagou a conta e fomos.
Era como nos filmes — espaçosa, elegante, confortável, podia deitar no chão de tão grande, com bancos de couro, até um frigobar com bebidas e gavetas com camisinhas. Bebemos champanhe, brindamos a sei lá o quê. Patrícia disse que nunca tinha dado em uma limusine nem para um francês, perderia o cabaço de duas coisas na mesma noite.
— Hoje é o dia. — sussurrei no ouvido dela.
Patrícia abriu o teto solar e gritou a todos os pulmões, com os braços abertos.
— Eu sempre quis fazer isso! — gritou para nós.
O som tocava Guns N Rose. A fumaça dos cigarros deixa uma neblina leve no ambiente. Os shots de tequila esquentavam nossas gargantas. Patrícia e o francês estavam numa química danada.
— Vai. Arriba, abajo, al centro y adentro!
Descia queimando. Depois sal e limão. Eu perto de Antônia sentindo seu cheiro de loba.
— Assim, Francês, coloca o limão cortado entre os dentes, quando eu tomar o shot, morde. — Ele não entendeu nada, sua louca.
Patrícia mostrou. Pegou limão cortado, sentou no colo dele, deu uma dose na boca do gringo que engoliu com careta, depois chegou perto da sua boca com o limão cortado e mordeu, escorrendo para a boca do outro. Cuspiu o limão e o beijou, com a língua salgada do sal.
Aquilo foi o estopim para eles. Os beijos se tornaram intensos com as mãos para todos os lados.
Patrícia estava deixando-o maluco. Ela pediu uma garrafa de champanhe, tirou a blusa, ficando só de sutiã, com seus volumosos peitos perto da cara dele, em um sexy sutiã roxo. Começou a derramar o líquido dentro do sutiã, que caía na boca do Francês. Com a cara mais safada do mundo, ela jogou o sutiã longe, deixando à mostra seus peitos, derramou champanhe, pedindo para ele chupá-los. Esfregava a bunda em seu pênis, acariciando seus cabelos lisos, sua nuca, dizendo para mamar com força. Aquilo a deixava doida. Desde que éramos namorados, ela tinha esse prazer mamário, podendo chegar ao clímax se fosse bem feito e intenso.
— Beija ela. — sussurrei no ouvido de Antônia.
— Gosta disso? Gosta de ver? — disse ela querendo me beijar.
— Adoro.
Ela obedeceu. Chegou ao lado, ficou de joelhos no banco e alisava o corpo de Patrícia. Beijava seu pescoço, seu rosto até juntar sua boca com a dela. Os três juntos exalavam luxúria, pecado transbordava daqueles corpos. Aproveitava minha tequila vendo-os, vendo Antônia, apreciando sua beleza, sua magnitude, havia uma aura de sensualidade que transpirava daquele espetáculo de mulher. Beijava com afinco Patrícia, como se sua boca tivesse o elixir da vida eterna. Saboreando seus lábios, língua, pescoço, salivando em seus dedos, marcando a pele do pescoço com suas mordiscadas. Olhou-me, chamou com seu indicador, com olhos cheios de fogo, seus lábios borrados de batom. Juntei-me a eles, a beijando, sua boca era macia, quente, com gosto de sal e limão. Mordisquei suas costas, seu cangote, que a fazia gemer. Puxei seu vestido que pousou no banco, a deixando só de calcinha. Minha mão passeava em seus seios, a outra alisava sua virilha, que já estava úmida. Patrícia chamava o Francês de bezerrinho, não deixando ele parar de chupar seus peitos.
— Mama o bico. — ele não entendeu. Ela tirou o peito de sua boca e colocou apenas o bico. Ele mamava feito um bezerro, a olhando. Patrícia colocou Antônia no outro peito, aquilo a levava às nuvens. Enquanto eu alisava seu corpo nu, a boceta de Antônia estava molhada, pedindo meu membro. Peguei uma camisinha, coloquei de lado a calcinha e a penetrei. Patrícia, que já tinha tirado o pau do outro pra fora e o masturbava, saiu de seu colo e ajoelhou, chupando-o. Eu comia a outra de quatro no banco, Paul a beijava e alisava os peitos de Antônia. Os Gemidos faziam coro com solos do Slash e o vocal do Axl Rose. Patrícia já tinha encapado o pau e já sentava, gemendo gostoso, toda concentrada no ato, mexendo com pressão, até diminuir o ritmo, para sentir o membro todo dentro do seu corpo e gozar. O Francês dava sinais que estava prestes a ejacular também, mas Patrícia que era perita em homens, já tinha pulado do colo dele para o chão, retirando o preservativo, deixando o membro no pelo e abocanhando-o. O Francês estava em êxtase puro, até explodir. Patrícia chupava e usava as mãos para masturbá-lo. Dava pequenos engasgos, como se uma grande quantidade de líquido jorrasse em sua garganta. Vendo ela ajoelhada ali, com a boca sendo esporrada, eu fodia com mais força a loira, que gritava gostoso pedindo para eu dar tapas com força. Eu obedecia que nem um servo. Suas nádegas brancas estavam avermelhadas com o contato de minhas mãos. O Francês gemia, gozando na boca de Patrícia, ela murmurava, sentindo os jatos na garganta, ficando ali até secar a fonte. Apenas com a boca, limpava a glande do pênis. Olhou para a gente com a boca e o maxilar todo melado, misturado com o batom borrado. Levantou, veio até a loira e a beijou, lambendo sua boca. Pegou uma garrafa de champanhe e limpou a garganta. Eu queimei de tesão com a visão delas se beijando, a boceta molhada e quente de Antônia no meu pau, sendo estocada com força até eu gozar gostoso na borracha. Sentei-me, com o pau todo esporrado, a camisinha cheia. A loira que estava enlouquecida de álcool e tesão, beijou-me, passeando a língua por toda minha boca. Sentia o gosto do sêmen do outro, misturado com batom de Patrícia. Sua mão tirava o preservativo com cuidado, depois o levou à boca, olhando a outra fêmea nos olhos. Tomou a minha porra, não sobrando nada, e depois riu. Foi até os lábios vermelhos borrados de minha safada amiga e beijou-lhe intensamente. O francês era só risos e euforia. Vesti a cueca, O gringo me passou um copo de uísque com uma pedra de gelo. Relaxei.
Antônia estava só de calcinha sentada no colo da minha amiga, elas se beijavam, perdidas no ato, só existiam as duas ali e nada mais. O Francês olhou-me, erguendo o copo, saudando-me.
E realmente, não tem nada mais lindo que ver duas mulheres se pegando daquele jeito, parecendo animais prestes a devorar um ao outro. Seus beijos eram molhados, intensos, como se suas bocas já se conhecessem. As bocas se desgrudaram e Patrícia desceu até os seios da loira, mamando-os, dando um puta tesão à outra, que gemia.
— Enfia o dedo na minha boceta. — Sussurrou Antônia. — Isso, no fundo dela!
A loira olhava para o teto, rebolando nos dedos, com seus longos cabelos jogados em suas costas, até se encolher toda abraçando Patrícia, que a deitou no banco, penetrando com os dedos profundamente com rapidez, podia ver apenas a palma de sua mão para fora, fazendo esguichos voarem. Antônia gritava, se contorcendo todo, encolhendo o corpo em posição fetal, até Patrícia tirar os dedos.
— Caralho! Ufa, passou até a brisa. — disse a loira se sentando. Estava toda vermelha, suada e descabelada. Mas sua fisionomia era pura satisfação.
— Gozou gostoso, hein cachorra…delícia, melou todinha. — Patrícia falou, olhando os dedos melados, tocando-os. Levantou, foi até o francês e sentou em seu colo.
— Abre a boca. — abriu a boca mostrando como fazia, rindo. O homem obedeceu, com seus olhos azuis fixos nos olhos dela. Patrícia pousou os dedos melados na língua dele, que saboreou de olhos fechados.
— Deixa limpinho, Francês safado.— e beijou ele. — Vamos ao champanhe!
A limusine vagava sem rumo pela noite paulistana. De dentro víamos as luzes dos neons iluminando nossos corpos, nus e bêbados. Prédios cobriam as estrelas, para que elas não nos vissem. Patrícia estava com o rosto colado na janela, parecendo uma criança vendo o que nunca viu. Seus olhos brilhavam.
— Eu amo essa cidade. Amo a liberdade que ela nos dá. Podemos fazer o que entendermos, ser o que quisermos. Uma pena não poder ver as estrelas numa noite tão linda como esta. — disse olhando o teto solar. — Uma vez eu e uma amiga saímos loucassas de uma boate, eu disse que a pior coisa dessa cidade era não poder ver as estrelas. Minha amiga disse que já que não tem estrelas, nós brilharemos por elas então. Seríamos as estrelas da noite. Foi lindo.
Ficou olhando pela janela, com as luzes da cidade passando em seu rosto até dizer euforicamente pro motorista pegar à esquerda. Ficou batendo no vidro que separava o chover da gente, até ele obedecer. A louca da minha amiga abriu o teto solar e ficou metade para fora do carro. — Estão bem alí! — voltou a cabeça para o interior. — Nossa noite só tá começando. Francês, olha!
Apontou para ele olhar a rua, abriu a janela, todos olharam, tinha um monte de travestis na calçada acenando para a limusine.
— Pergunta pro francês se ele já comeu o cu de um travesti. Pergunta.
Antônia rindo sem jeito, obedeceu. Ele ficou pensando, com cara de confuso e fez que não com a cabeça.
— Vai comer hoje. — Patrícia disse. — Pede pra ele escolher um.
Ele ria vendo aqueles corpos grandes, com peitos enormes, com roupas minúsculas, parecia um menino escolhendo um brinquedo na prateleira do supermercado. Os travestis se apresentavam perto da janela um por um. Peitos, bundas e paus apareciam na janela, quase no nosso colo. Ele escolheu uma que era mais feminina, com cabelos curtos em Chanel, com um rosto fino, mais delicado. Saiu de perto da porta para receber a convidada.
O chover pediu permissão para seguir e seguimos.
— Qual é seu nome, gostosa? — perguntou Antônia.
— Zafira, amor.
— Zafira, adorável nome. Você é magnífica.
O Francês pegou em sua mão e beijou, chamando-a de Mademoiselle Zafira.
— Nossa, limusine, champanhe e um francês, começamos bem a noite. — Aliás, você também é linda , amor. Qual seu nome?
Antônia apresentou a todos.
Oferecemos champanhe a ela, bebeu, riu, fez perguntas sobre nós e nós sobre ela.
— É verdade que os mais machões são os que mais gostam dos serviços seus e das suas amigas?
— Amor, só dedadas nos enrustidos. Esses são os mais safados. Todo tipo de pai de família, cheio de pose de machão, mas quando a gente entra no carro com eles, viram a própria Barbie. Empresário de banco, segurança, tem uma amiga que dedou um político famoso. Pastor de igreja casado, pai, todo cheio de pose, todo tipo de homem, amores.
— É quando apagam as luzes que vemos quem são as pessoas de verdade. — Antônia falava — Eu tive um ex-marido que dava de homão, mas gostava que eu estimulasse a próstata dele com consolo. Nada contra, mas é meio broxante.
— Eu já fiz muita putaria na vida, mas comer homem não consigo, não. Eu não conseguiria olhar pro cara depois. — disse Patrícia.
— Muito broxante. — diz Antônia.
— Pagando bem eu como até buraco de rua, amores. Zero frescura. E quem é esse menino tímido aí? Quase não falou a noite toda. O gatinho comeu sua língua?
— Gosto de ouvir. Sou um bom ouvinte. — eu disse. Zafira veio e sentou no meu colo.
— E em que mais você é bom, gatinho?    — disse com os peitos na minha cara.
— Em fugir de perguntas perigosas. — ela riu gostoso.
— Arisco como um gatinho o amigo de vocês, hein?! Eu adoro os tímidos.
O Francês não conseguia tirar os olhos de Zafira.
— E você gostosa, gosta do quê? — Falou Patrícia.
— Gosto do que vocês gostarem. — olhou para mim. — E você, amorzinho, gosta do quê? Posso ser delicada, princesa ou uma sádica, o que vai ser hoje?
Patrícia veio até nós e levou a convidada para junto dela.
— Deixa ele. Ele tá tímido. Mas daqui a pouco se solta todinho. Mas falando sério, você é um tesão. Toda gostosona. Peitão, bundão e .. pauzão?
— A amiga de vocês não perde tempo, hein?! Quer ver, amor?
Patrícia olhou com aquela cara de safada. Zafira pegou a mão dela e colocou dentro do vestido. Patrícia mordia os lábios, olhando para a gente com a boca aberta.
— Meu Deus!
— Gosta de uma putaria, amor?
— Adoro.
— Então veio no lugar certo. — Zafira disse, subindo seu vestido, revelando um membro grande, ereto, moreno com a glande avermelhada. — Quer chupar ele, amorzinho? É todo seu.
Patrícia não pensou duas vezes, caiu de boca, quase não cabia na sua mandíbula. Acho que tinha uns 20 centímetros aquilo. De todas as putarias que participamos, foi a primeira vez que vejo ela com um travesti.
Zafira segurava nos cabelos dela, se deliciando com os toques. Olhou para Antônia, que estava hipnotizada com a cena, gostando do que via.
— Vem aqui amor, ajuda ela. Vem, eu não mordo.
Antônia fez que não com a mão. Parecia assustada.
— Eu não vou machucar você, a menos que queira..
Patrícia tirou a boca do membro e foi buscar a loira que teimava em não ir, mas foi, ajoelhou, segurando o pau, dizendo que era grande. Patrícia beijou-lhe a boca e foi descendo lentamente seus lábios juntos até a glande avermelhada, até às duas já estarem com suas línguas envolvendo a cabeça, cada uma de um lado. Antônia tirou os fios de cabelo do rosto, mamou com afinco Zafira, que ardia em tesão com as duas.
Zafira chamou o Francês. Pedindo pra ver o seu pau europeu. Ele foi, sentou, Zafira deitou no colo dele, o chupando. Sua boca envolvia quase todo o pau do homem, que fazia ele delirar, resmungar palavras na língua materna. Ele não desgrudava dos peitos enormes de Zafira e nem tirava os olhos das duas chupando aquele membro enorme. Eu, aproveitava meu uísque, apenas na função de voyeur. O travesti lascou um beijo no Francês e ficou de quatro, com aquele cuzão enorme aberto, com seu membro grosso pendurado, pedindo para deixar seu cuzinho bem molhadinho. Patrícia foi a primeira a enterrar a língua no meio das nádegas de Zafira. Depois, Antônia e depois o francês. Zafira chamou o Francês, pedindo para sentir o pau do gringo. Patrícia colocou o preservativo nele, molhou com saliva o pau encapado, babando nele todo até estar todo dentro do travesti. Bombava com força, com Zafira pedindo cada vez mais. Patrícia deitou em frente a Zafira, que a chupou magistralmente. Inclinou, pediu um preservativo e deixou ser fodida por toda aquela tora, de quatro gritando escandalosamente. Formou-se um trenzinho os três — o gringo enrabando Zafira, e Zafira comendo com força Patrícia, os três em perfeita sincronia, cheios de tesão.
Eu agarrei Antônia, a beijei loucamente. Estava louco para possuí- lá. Beijei todo seu corpo até chegar no vermelho de sua boceta e lamber como um cão faminto. Percorri toda a área com a língua, até sentir esguichos na boca e a fêmea se contorcer toda. Pediu para eu sentar no banco e já pulou em cima do meu pau, sentando com pressão, gemendo dizendo meu nome. Que boceta! Estava toda molhada apertando meu membro, batendo com intensidade em meus testículos.
— Quero que gozei na minha boca. Enche minha boquinha de leite. — Antônia disse olhando nos meus olhos. Segundos depois lá estava eu obedecendo suas ordens. Tomou tudo, como se sua vida dependesse de cada gota.
Com ela sentada no meu colo, juntinho a mim, eu via a putaria que se desenrolava com os três. Terminou com Zafira tomando o leite do francês; Patrícia tomando leite de Zafira; o francês ria dizendo que o Brasil era o melhor país de todos, e mandava a Europa para os caralhos. Patrícia estava jogada no chão, olhando para mim, sorrindo, toda exausta. Zafira bebia champanhe e acendia um cigarro. Fumamos, bebemos, trocamos telefones e partimos. Ficamos em uma estação de metrô que estava prestes a abrir. Sentamos, ou melhor, nos jogamos no chão e curtimos o céu clareando com a vinda do sol, até voltarmos para casa. Patrícia e eu riamos lembrando dos detalhes sórdidos da noite, de toda putaria que vimos e fizemos, até ela adormecer com a cabeça no meu ombro.


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Ficha do conto

Foto Perfil boccaccio
boccaccio

Nome do conto:
PUTARIA NA LIMUSINE DO FRANCÊS

Codigo do conto:
261708

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/05/2026

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