Eu sempre fui apaixonado por ele, desde menino, quando a gente se conheceu na escola. Aprendemos juntos a nos amar. E compreendemos também juntos que aquele amor não tinha nada de errado ou vergonhoso. Com o tempo, a vida nos separou. Mas sempre trocamos mensagens e em suas vindas esporádicas ao Brasil, sempre arrumamos um jeito de meter gostoso.
E desta vez não foi diferente. Eu o peguei na casa da mãe dele e fomos direto para o motel. Eu estava literalmente no cio. Queria sentir aquele pau interagindo com cada pedaço do meu corpo. Eu o vi nu. na frente e presencialmente pela primeira vez depois de quase dois anos.
O calor do momento atingiu o ápice quando senti o corpo de César retesar contra o meu. Ele parou por um segundo, os músculos das costas travados sob minhas mãos, e então veio a entrega final. Abri as pernas de frente para ele me penetrar rapidamente. Em segundos, senti as pulsações profundas daquele pau gostoso no fundo do meu ser, e logo em seguida, a sensação térmica inconfundível: ele gozou dentro de mim, jorro após jorro, enchendo meu cu daquela porra quente e densa que tantas vezes, ao longo de todos esses anos, eu suguei com uma devoção quase religiosa.
Era um preenchimento que ia além do físico. Ter o sêmen dele ali, escorrendo pelas paredes internas que ele mesmo ajudou a moldar desde a nossa juventude, era como receber um selo de pertencimento. Naquele instante, o fato de ele viver em Londres ou de ser casado com outro homem não tinha peso algum. O que importava era a substância viva que ele depositava em mim, o rastro de prazer absoluto que selava nossa foda lasciva.
Ficamos ali parados, grudados pelo suor e pelo sêmen, enquanto eu sentia o peso do corpo dele sobre o meu, enquanto não recomeçávamos.. Eu estava em êxtase, sentindo o líquido morno preencher meu cuzinho largo e receptivo, uma sensação de plenitude que só César consegue me proporcionar. Era o final perfeito para o ritual de preparação que comecei horas antes: eu me depilei, me limpei e me abri inteiramente para que, no fim, eu pudesse carregar dentro de mim a essência do homem que me ensinou o que é ser verdadeiramente possuído.
Ele se afastou lentamente, mas o calor da sua porra continuou ali, um segredo quente e úmido que eu guardaria com orgulho, enquanto ele me puxava para um abraço de carinho infinito, sussurrando mais uma vez, quase sem fôlego, o quanto aquele momento era necessário para nós dois. O Brasil estava quente, mas nada se comparava ao incêndio que ele acabara de causar — e apagar — dentro de mim.
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