Nesse dia brigamos feio na balada. Ela, já bêbada, dançou colada com dois caras que ela conhecia, também bêbados, rebolando sem nenhuma vergonha, roçando a bunda gostosa neles enquanto me olhava com aquele sorrisinho safado de quem sabe exatamente o que está fazendo. Eu explodi de ciúme, discutimos alto no meio da pista, eu mandei ela se foder e saí dirigindo sozinho, deixando ela lá, completamente bêbada, sem carona e sem ninguém. Tinha receio de que ela acabasse na casa daqueles caras, mas isso aconteceu em outro lugar e com outro cara.
Na época eu não sabia de nada, mas essa foi uma das primeiras traições dela enquanto a gente namorava. Só fiquei sabendo de todos os detalhes quatro anos depois, quando a Juliana, amiga dela, me contou rindo em uma noite que a encontrei em um pub, depois de umas bebidas. A Fabiana tinha aberto o jogo pra ela no dia seguinte, ainda com o corpo marcado de chupões e o cu dolorido de tanto levar dedada.
Ela saiu da balada por volta das quatro da manhã, andando meio em zigue-zague pela calçada com o vestido azul subindo toda hora. Puxava a barra pra baixo, mas a calcinha preta aparecia o tempo todo. Eu conheci ela vestida sexy assim, com uma minissaia que ela puxava pra baixo frequentemente. Ela estava zonza de tequila, andando devagar, quando de repente um carro preto parou ao lado dela. A Juliana disse que ela achava que o cara deveria ter uns 35 anos, tinha barba bem aparada e jeito confiante.
— Tá sozinha, gata? Quer carona? — perguntou o cara.
Fabiana riu, com aquela risada arrastada de bêbada, e entrou no carro. Assim que fechou a porta, ela já começou a contar tudo pro estranho, como se precisasse desabafar:
— Briguei pra caralho com meu namorado na balada… Ele ficou puto porque eu dancei colada com uns caras que eu conhecia, só queria provocar ele. Mas foda-se, eu tava só me divertindo. Ele me deixou lá sozinha, o filho da puta. Agora tô aqui, bêbada, tonta e sem ninguém pra me levar pra casa…
O cara sorriu, colocou a mão na coxa grossa dela e foi subindo devagar. Fabiana não tirou a mão dele, deixou ele chegar até a buceta quente e molhada por cima da calcinha fio-dental. Enquanto ele dirigia, ela abriu um pouco as pernas e movimentava o quadril sutilmente, devagar, contra os dedos dele.
A excitação tomou conta. Fabiana, ainda chapada de álcool, se inclinou sobre o colo do cara, abriu o zíper da calça dele e puxou o pau grosso e duro pra fora. Sem dizer uma palavra, engoliu o pau até o fundo da garganta, babando toda a rola do cara que ela nem sabia o nome, chupando com vontade e gemendo enquanto ele dirigia. O cara segurava o cabelo loiro dela com uma mão e dirigia com a outra, gemendo baixo enquanto ela fazia garganta profunda e olhava pra ele com cara de puta safada. Chupou o caminho inteiro, trajeto que levou uns 20 minutos.
Chegaram no motel mais próximo, daqueles com garagem privativa. Assim que entraram no quarto, se beijaram com tesão. Mãos safadas dela e dele exploravam-se mutuamente, então o fogo explodiu de vez. O cara tirou o vestido azul dela em segundos pois era fechado nas costas por um zíper que ia das costas até o fim da parte de baixo, deixando ela só de calcinha e sandálias. Os peitos grandes e firmes expostos, mamilos rosados bem duros. Ele apertou os dois peitos com força, chupou e mordeu os mamilos com fome enquanto enfiava a mão dentro da calcinha dela, dedando a buceta encharcada.
Fabiana gemia alto, revirando os olhos de tesão. Ele tirou a calcinha dela e a jogou no canto do quarto. Colocou ela sentada na beira da cama e se ajoelhou no chão, abriu bem as pernas e começou a saborear a buceta com vontade, língua lenta no clitóris e segundos depois enfiando fundo dois dedos na buceta, movimentando-os dentro dela enquanto chupava forte. Fabiana segurava a cabeça dele com as duas mãos, empurrando contra a buceta, rebolando e gemendo sem parar. Quando gozou pela primeira vez, revirou os olhos completamente jogando a cabeça pra trás, o corpo tremendo, soltando um gemido rouco e longo enquanto molhava a boca e o queixo dele com seus fluídos.
Ele levantou do chão, beijou ela com gosto de buceta e jogou ela no meio da cama. Fabiana, ainda de salto, abriu bem as pernas pra ele. O cara tirou a calça, a camisa e a cueca, preparou a rola e meteu tudo de uma vez, no pelo mesmo, bem fundo na buceta molhada. Começou a foder com força, olhando pra cara dela. Fabiana soltava uns gemidos a cada estocada mais profunda, peitos balançando, cheia de tesão “ai que gostoso, caralho... eu gosto assim, mete bem fundo...”
Foderam naquela posição (ele por cima dela entre suas pernas abertas) por um bom tempo. Depois ele comeu ela de quatro, segurando nas sandálias como alavanca, batendo forte na bunda da rabuda, deixando a pele branca avermelhada com os tapas. A posição seguinte foi de lado, com uma perna dela levantada, metendo devagar e fundo enquanto chupava os peitos, ela de frente, pernas nos ombros, sandálias prata balançando no ar a cada socada. Fabiana gozava seguidamente, olhos fechados, língua pra fora, corpo convulsionando de prazer e dizendo pra ele não parar, querendo prolongar seu orgasmo.
— Não para, não para... Não para... Assim...
Ela cavalgou com força logo em seguida, montada de frente para o homem, os peitos pulando na cara dele, rebolando gostoso e quicando no pau grosso. Gozou mais uma vez assim, tremendo inteira. Fabiana quando bebia, gozava fácil. Ele saiu de baixo dela e gozou na boca da safada. Fabiana engoliu tudo, gulosa, limpando o pau com a língua.
Depois de um descanso com uísque do frigobar, ele meteu de novo, ela em pé, de costas pra ele, com as mãos apoiadas na parede e a bunda empinada recebia a rola faminta na buceta praticamente sem atrito devido a lubrificação natural produzida pelos orgasmos. O cara, segurando na cintura dela, fodia com determinação e desejo, chamando-a de putinha gostosa. Ela tava muito bêbada e não quis fazer anal, mas deixou ele enfiar dois dedos no cu enquanto comia a buceta, o que a fez gozar ainda mais forte, gritando e revirando os olhos de novo. Por fim, o cara gozou nas nádegas grandes dela, a porra escorrendo pela bunda e coxas.
Fabiana acordou na manhã seguinte, nua no motel, corpo todo dolorido, chupões roxos nos peitos, pescoço e coxas, cheiro forte de sexo no quarto, gosto de porra na boca e resíduos nas pernas e nas coxas. O cara já tinha ido embora, deixou o quarto pago e um bilhete com um número de telefone: “Foi foda pra caralho. Qualquer hora me liga.” O vestido azul estava jogado no chão, todo amassado e com cheiro de bebida.
Quatro anos depois, no pub, quando a Juliana me contou tudo com esses detalhes sujos, eu já tinha descoberto que a Fabiana era bem mais safada do que eu imaginava na época de namoro. Saber que minha loira de 19 anos, ainda no começo do nosso relacionamento, tinha saído da balada, contado pro estranho a briga comigo, chupado o pau dele no carro e depois deixado ele comer ela a noite inteira naquele motel, me deixou com um misto de raiva, ciúme e tesão.
Na época eu não sabia de nada. Achava que ela tinha dormido na casa de alguma amiga. Mas era isso, minha namorada tinha sido fodida durante horas por outro homem enquanto eu dormia sozinho, puto da vida com a briga.
E pelo que a Juliana me contou, ela adorou cada segundo e pelo que sei, minha loira não ligou pra ele e nunca mais se viram na vida.
Nem o nome dele ela sabe.

ex-corno-da-loira