Minha Primeira Vez como Mona Lisa


Tudo começou com uma brincadeira de Carnaval. Nessa época namorava Helena, que tinha um irmão, Juvenal, que adorava soar todo mundo. Naquele ano Juvenal, resolveu que iria com sua noiva sair no Carnaval num bloco em que homens se vestiam de mulher e mulheres de homem. Só que, insistiu que eu e Helena fossemos também. Não queríamos, mas o sujeito insistiu tanto que acabamos concordando. No dia, na casa da noiva do Juvenal que morava no Centro, fomos nos preparar. Helena levou uma roupa sua para que eu vestisse, e eu levei uma roupa minha para que Helena se vestisse. Durante essa transformação houve muita soação, brincadeiras e risadas. Depois que fui maquiado e já vestido e de peruca, me olhei no espelho e não acreditei na transformação, me achei linda e Juvenal me perguntou se eu me comeria, ri muito e disse: pegava e estraçalhava. A noiva de Juvenal insistiu que nós escolhêssemos um nome para nossos personagens, eu escolhi Mona Lisa, todos riram muito. Nesse dia nasceu a minha Mona Lisa. Senti que algo dentro de mim havia mudou. Na avenida durante todo percurso do bloco eu era uma verdadeira mocinha a ser deflorada pelo primeiro macho que me seduzisse. Mas nada aconteceu nem naquele dia, nem naquele Carnaval. A folia acabou e eu acabei levando a roupa da Mona Lisa para casa, com a desculpa de que iria lavar. No dia seguinte, sozinho em casa voltei a me transformar em Mona Lisa, mas faltava algo para que me sentisse uma verdadeira mocinha, nessa época tinha 18 anos. A primeira coisa que comprei foram calcinhas e sutiãs. A noite me vestia a agora sim me sentia a Mona Lisa. O tempo foi passando continuei namorando Helena, mas sempre que podia comprava algo para Mona Lisa. Logo eu tinha um verdadeiro guarda-roupa com diversas peças que Mona Lisa podia escolher. Comecei a aprender a me maquiar. Tinha a barba sempre bem escanhoada para que a maquiagem ficasse perfeita. Quando me montava a noite após o trabalho, tomava um banho e ia para o quarto e me transformava na mulher que eu era. Uma noite, completamente montada, vestindo um baby-doll rosa, calcinha e sutiã branquinhos de florezinhas miúdas, meia de seda longa, peruca e maquiada, o porteiro interfonou dizendo que o Juvenal estava na recepção querendo subir. Entrei em desespero, sem saber o que fazer. Pedi para o porteiro, que mandasse ele aguardar 10 minutos que estava no banho. Corri desesperada para o quarto tentando me desmontar. Tirei o que pude, deixei jogado na cama e corri para o banheiro, entrei no banheiro, e me esfreguei o máximo que pude, tudo na pressa. Vesti um short e uma camiseta, olhei no espelho e tinha conseguido tirar toda maquiagem. Interfonei e pedi para o porteiro deixar o Juvenal subir. Ele sempre de soação, quando me viu, perguntou, estava cagando? Riu como sempre fazia. Entrou e ficamos sentados na sala. Mas ele notou que eu estava diferente do que normalmente era. Por várias vezes perguntou se eu estava bem. Sempre respondia que sim, apenas cansado do trabalho. E assim ficamos na conversa até que ele falou: vou mijar. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele foi ao banheiro. Só que para se ir ao banheiro se passava pela porta do meu quarto. Claro que ele viu as roupas da Mona Lisa em cima da cama. Mijou e na volta entrou no meu quarto, gelei, fiquei estático. Ele falou de lá: que porra é essa? Fiquei mudo. Ele indiscreto abriu o guarda roupa e viu as roupas da Mona Lisa. Ouvi ele dizer: caralho! Você se veste de mulher. Não respondi. Ele veio para a sala com as roupas que estavam jogadas na cama e disse: caralho, não acredito que você se veste de mulher. Não sabia onde enfiar a cara e nem olhava para ele. Caralho mano, quero ver você vestido de mulher. Falei que não. Ele rindo disse: quero só ver, prometo que isso não vai sair daqui. Respondi que não. Ele sentou ao meu lodo e falou: sabe que você no carnaval ficou uma delícia vestida de... qual o nome mesmo que você inventou. Sem pensar muito eu disse: Mona Lisa. Ele: isso Mona Lisa, você ficou um tesão. Vai lá se veste, só para eu ver. Prometo não contar pra ninguém. Só sei que ele tanto insistiu, foi na cozinha pegou uma garrafa de vodca, serviu com gelo para mim e para ele. Sobe o efeito do álcool, fui ficando mais tentada a me montar. Pedi a ele que ficasse ali, que esperasse eu me transformar. Agora completamente solta, fui para o quarto e refiz todo ritual, quando voltei para a sala ele falou: Nossa! Não acredito que é você e falou meu nome masculino. Pedi que só se referisse a mim com meu nome feminino – Mona Lisa. Ele se levantou, circulou em volta de mim e disse: se eu não estivesse aqui em seu apartamento não acreditaria que é você. Ri femininamente e ele percebeu. Me sentei peguei meu copo de vodca, cruzei as pernas e dei um leve gole na bebida. Ele pediu que eu ficasse em pé. Levantei e ele me olhou e falou, nossa parece que você tem uma bucetinha ao invés de pau e saco. Você está maravilhosa e até está me dando tesão. Falei, com voz doce: Não se anime não. Ele se sentou e pediu que eu me sentasse ao seu lado, sentei. Ele tomou um gole da bebida, e levou a mão em minhas pernas, falou: nossa que tesão! Com o contato da sua mão, fui sentindo um calor de tesão que eu não conhecia. Aos poucos ele foi me dominando e beijando meu pescoço, suas mãos procuravam minha bunda, apertavam meus peitos. Eu estava adorando, já que Juvenal era um moreno muito bonito e bem gostoso. Ele foi me dominando, pediu que eu tirasse o baby-doll, e ficasse somente de calcinha e sutiã. Ele ficou bem trado, abaixou meu sutiã e começou a mamar em meus peitinhos, eu gemia de tesão. Se levantou e falou: vamos para o quarto! Me deu a mão e fomos. Ele rapidamente tirou a roupa ficando só de cueca, me agarrou, e me beijou. Eu não acreditava que estava beijando um homem pela primeira vez, adorei. Ele metia a língua na minha boca e dizia: Ah Mona Lisa você é uma delícia, vou querer vir te comer toda semana. Eu ria entre gemidos de prazer. Ele arrancou a cueca e seu pau pulou duro e enriste. Falou: chupa, safada! Chupa minha pica, quero ver se você sabe mamar num cacete! Me abaixei segurei seu cacete com a mão – era uma beleza, uns 17cm, grosso e veiúdo – dei uma lambida. Ele gemeu. Chupei como se fosse um sorvete por toda extensão. Ele gemia e me segurava pelos cabelos. Eu já havia aprendido a deixar a peruca bem firme na cabeça. Aos poucos fui engolindo toda a rola dele e ele dizia: nossa que boquinha deliciosa, que boquete delicia, chupa minha pica, engole vadiazinha. E empurrava minha cabeça em direção a piroca dele. Meus lábios encostavam nos pentelhos aparados de puto. Juvenal se deitou e falou: vem piranha vem satisfazer seu macho! Me ajeitei entre suas pernas e fiz um boquete que nem eu sabia que conseguiria. Enquanto mamava, apertava delicadamente as bolas de seu saco. Até que ele falou: quero comer seu cu Mona Lisa. Falei: nunca dei, sou virgem então vai com calma. Ele disse: que delicia vou inaugurar esse cu, pode deixar que vou bem devagar em você minha potranca. Mandou que eu ficasse de quatro na beira da cama e ele em pé, disse: Nossa que raba linda que você tem. Se abaixou e começou a chupar meu cu, eu quase desmaiei de tesão, gemia igual a uma mulher, ele adorava. Enfiou um dedo, depois dois e disse: que cuzinho apertado que você tem hein Mona Lisa? Vou enfiar bem devagar minha rola nesse cuzinho virgem. Senti que ele passou muito cuspe no pau, depois encostou a pica no meu cu e foi forçando, a cabeça passou, mas a pica dele após a cabeça engrossava. Eu gemia e dizia: aí meu amor, está doendo. Ele falava: aguenta amor que logo passa. Ele enfiava com cuidado sem ser afobado, punha um pedacinho e parava, e assim foi até que senti os pentelhos dele arranhando minha bunda. Ele começou aos poucos e depois foi acelerando. Apesar da dor eu estava adorando, me sentia a verdadeira Mona Lisa virando mulher. Sentia que meu pau estava duro, já saindo por cima da calcinha. Ele metia e apertava os biquinhos dos meus peitinhos. Eu delirava de tesão. Fodeu muito e eu nessas alturas já rebolava na rola dele. Ele se deitou, segurou na rola e falou: vem amor, senta com sua bundona em minha rola, senta? Fui sentar e ele vendo meu pau sando da calcinha, falou: nossa seu grelinho está duro. Falei: sim está estou amando, amor. Sentei devagar, até entrar inteiro, depois fui subindo e descendo na pica dele. Fiquei galopando por uns bons 10 minutos. Até que ele quis me pagar novamente de quatro. Fiquei na posição, só que agora no meio da cama. Ele veio e socou dessa vez com tudo, tomei um susto e ele riu. Fodeu muito, até que disse, quero gozar dentro do seu cu, posso Mona Lisa. Eu bem feminina disse: pode sim meu amor. Ele acelerou, até que senti os jatos quentes dentro das minhas entranhas. Ficou engatado em mim, até que a pica saiu. Nos deitamos, ele me beijou e falou: nossa adorei. Respondi: eu também. Fui tomar um banho e fazer a higiene. Ele acabou dormindo comigo, e durante a noite, mamei ele e dessa vez ele me deu o preciso leite na boca. No amanhecer, ele me acordou, disse que precisava ir, se vestiu me beijou e disse: Posso voltar mais vezes, minha gata Mona Lisa? Respondi: claro que pode. Assim nasceu a Mona Lisa que se tornou mulher. Eu e Juvenal ficamos amantes por quase um ano. Eu terminei com Helena e quando Juvenal vinha namorar comigo eu já o recebia como Mona Lisa.
Essa é o início da minha história, aos poucos vou contando outras histórias que aconteceram ao longo destes anos. Espero que gostem.      
      

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Primeira Vez como Mona Lisa

Codigo do conto:
261766

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
10/05/2026

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2

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