O Novo Funcionário Meu nome é Roberto. Sou o dono de uma pequena empresa de logística nos fundos de um galpão industrial meio isolado. Todo mundo aqui sabe como eu sou: exigente, autoritário e, principalmente, com um gosto especial por garotos novos e inocentes. Na segunda-feira, ele chegou para o primeiro dia de trabalho. Lucas tinha acabado de completar 20 anos, mas parecia ter no máximo 16 ou 17. Loiro, magrinho, cabelo claro caindo na testa, olhos azuis grandes e assustados, pele branquinha e corpo delicado. Vestia uma camisa social um pouco grande demais e uma calça jeans que marcava a bundinha pequena e empinada. Era o estagiário novo do setor administrativo. — Bom dia, senhor. Sou o Lucas… o novo funcionário — disse ele com aquela vozinha fina, estendendo a mão trêmula. Apertei a mão dele com força, segurando um segundo a mais que o necessário, e sorri. — Seja bem-vindo, garotinho. Aqui as regras são simples: você obedece tudo que eu mandar. Tudo. Entendeu? Ele engoliu em seco e assentiu. No começo do dia, eu só observava. Mandava ele arquivar pastas no armário baixo, só pra ver ele se abaixar e a calça marcar a bundinha. Mandava buscar café, só pra acompanhar ele andando com aquele jeito delicado. À tarde, chamei ele na minha sala particular no fundo do galpão. — Fecha a porta, Lucas. Ele obedeceu. Eu estava sentado na cadeira grande, pernas abertas. — Vem cá. Quero te explicar melhor como funciona o cargo. Quando ele se aproximou, eu segurei o pulso dele e puxei pro meu colo de uma vez. Lucas tentou se levantar, assustado. — Senhor… o que é isso? Por favor… — Cala a boca — rosnei, apertando o pescoço dele com uma mão enquanto a outra descia e apertava a bunda por cima da calça. — Você foi contratado pra me servir. Pra tudo que eu quiser. Se quiser continuar empregado e receber aquele salário bom, vai ser uma boa putinha pra mim. Lucas começou a tremer e chorar baixinho. Eu abri o cinto dele, baixei a calça e a cueca até os joelhos e enfiei a mão entre as pernas magrinhas, apertando o pauzinho pequeno dele. — Olha só… já tá meio duro, seu viadinho. Você gosta de macho, né? Virei ele de bruços sobre a minha mesa, o rosto angelical pressionado contra os papéis. Cuspi na mão e passei no meu pau grosso de 22cm. Pressionei a cabeça contra o cu branquinho e virgem dele. — Não! Por favor, senhor! Eu sou hétero… eu nunca fiz isso! — implorou ele, tentando se debater. Eu segurei os quadris finos com força e empurrei. Entrei com tudo, rasgando o cuzinho apertado de uma vez. Lucas soltou um grito agudo de dor, o corpo inteiro tremendo enquanto eu enterrava até o talo. — Cala a boca e toma no cu, estagiário. Esse é o seu contrato agora. Comecei a meter com força bruta, batendo meus quadris contra aquela bundinha pequena. A mesa balançava. Eu puxava o cabelo loiro dele pra trás, dava tapas fortes na cara e na bunda enquanto socava sem parar. — Tá sentindo, garotinho? Todo dia vai ser assim. Você vai chegar cedo, vir na minha sala, tirar a roupa e me dar esse cuzinho antes mesmo de começar a trabalhar. Fodi ele por quase meia hora na mesa. Depois levantei ele, sentei na cadeira e fiz ele sentar no meu pau de frente, olhando nos meus olhos enquanto eu socava pra cima. Lucas chorava, gemia, o rostinho vermelho e molhado de lágrimas. Quando gozei, enfiei bem fundo e enchi o intestino dele com porra quente e grossa, jatos longos que transbordaram. Depois de gozar, não deixei ele se limpar. Obriguei ele a ficar de joelhos e limpar meu pau com a boca, lambendo tudo. — Boa garota. Agora volta pro seu lugar e continua trabalhando. E não ouse limpar o cu. Quero você sentindo minha porra escorrendo o resto do dia. Lucas saiu da sala mancando, calça molhada, olhos baixos, completamente destruído. Era só o primeiro dia. E eu já sabia que aquele loirinho magrinho ia virar minha putinha particular de escritório. Todo santo dia.
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