Um ex-aluno despertou um fetiche em mim

Olá a todos!

Tentarei ser o mais fiel aos acontecimentos, mas pode ser que uma coisinha ou outra seja apenas um tempero para o tesão de quem estiver lendo.

Sou professor já há uns bons anos e sempre mantive minha vida em off fora do alcance de qualquer pessoa próxima na questão do trabalho, afinal, a vida safada dos professores é algo quase como um tabu.

O que aconteceu comigo envolvendo esse meu ex-aluno foi pouco tempo antes do lockdown, mas só agora decidi por no papel (ou tela).

Numa dessas madrugadas onde o tesão acaba batendo mais forte, resolvi navegar por um desses apps (o famoso Ifood amarelo), e sem muita esperança de pelo menos um papo safado, já estava quase indo para a minha punheta quando vejo a foto desse meu ex-aluno, exatamente como era quando dava aula para a sua turma: loirinho, rostinho bem desenhado de ascendência italiana, assim como seu sobrenome.
Por uma questão de auto preservação, eu não usava foto, mas o nick dele havia me chamado a atenção (Quero sexo, simples assim) e disse um Oi, perguntando se ele também estava com o tesão da madrugada, no que ele respondeu dizendo que estava pegando fogo.
O tesão nos faz muitas vezes agir de forma impensada, e perguntei se ele curtia homens mais velhos, e para minha surpresa ele disse que adorava.
Arrisquei mais ainda e mandei minha foto, perguntando se aquele cara da foto também o agradava.
Aquele minuto de silêncio que para mim pareceram horas veio com um "olha ele! quem diria, professor..."
A partir dali qualquer resquício de moral que eu tinha desapareceu, mesmo eu ainda acreditando que ele sempre fosse passivo. Abri o jogo e disse que não só já tinha dado algumas vezes, como sempre imaginei ele sendo mais submisso, pelo seu jeito mais delicado na época em que havia lhe dado aula.
O garoto se transformou e me disse com todas as letras que sempre imaginou que eu curtisse homens, mas não tinha certeza, e agora que tinha, queria me tratar como a putinha dele.

O fogo em mim que já estava alto transformou-se em incêndio e disse que ele podia fazer o que quiser comigo que eu até agradeceria ser tratado como a puta dele na cama.

Após uma hora e pouco de conversa trocamos contato e eu achei sinceramente que ficaria só naquilo mesmo, um sexting e uma gozada na madrugada.
Porém, dois dias depois, surge uma mensagem no meu celular por volta das 23h30 dizendo "estou na sua rua, ainda topa?"
Só respondi um "sim, só vou me trocar" e saí para encontrar agora um rapaz no auge dos seus 25 anos, formado, alto e com o mesmo rostinho que eu havia conhecido anos e anos atrás.

Ao entrar no seu carro, ele me dizia repetidas vezes não acreditar que estava me levando para um motel e perguntou se podia continuar me chamando de professor – claro que podia, deveria e assim ele fez.

Uma rápida parada numa conveniência para comprar uma bebida e fomos para o motel, onde ele escolheu a suíte e quando entramos no quarto, aquele loirinho de bochechas rosadas se transformou

Entre beijos e amassos, mãos apertando a minha bunda e eu apalpando seu pau, ele se deita na cama e já só de boxer, me manda chupar. Realmente ele estava dando as ordens no seu antigo professor.

Acho... não... tenho certeza que jamais senti um pau tão duro quanto o dele nas mãos ou na boca. Pra vocês terem uma leve noção, o pau dele é daqueles levemente envergado para cima, poucos pelos e a cabeça bem rosinha, assim como suas bochechas e sua boca.

Mamei ele como uma putinha deve mamar, sem pressa, engolindo, lambendo, babando... enquanto ele soltava gemidos de tesão me chamando de professor boqueteiro.

Ele estava num nível de tesão tão absurdo que imaginei que ficaria apenas no boquete, ele gozaria e fim de papo, cada um para o seu canto. Mas, como disse, ele dava as ordens, e me disse para deitar e abrir bem as pernas, porque queria ver bem meu rosto enquanto me comia.

Obedeci e fui às nuvens sentindo ele lambuzar meu cuzinho com lubrificante e observei com gula ele vestir a camisinha e enfiar aquele pau extremamente duro sem pressa em mim.

Quando senti ele todo dentro de mim, só consegui dizer entre gemidos "vem", e ele realmente veio. Estocadas ritmadas segurando minhas pernas enquanto me chamava de putinha, vadia...

"Não era isso que você queria, professor? Então toma, puta da escola"
"Ah se eu soubesse antes que você já tinha dado esse cuzinho apertado"

Cada frase me dava mais vontade de levar rola e aceitar com tesão que estava sendo tratado como uma puta por meu ex-aluno.

As estocadas passaram a ser mais fortes, sem dó, sem culpa e eu só queria que aquele momento não acabasse. Foi nesse momento em que não havia mais carinho que eu me toquei, estava sentindo um tesão jamais sentido. Estava delirando em ser chamado de professor puta, professor vadia, cadelinha de aluno...

Já havia gozado com as estocadas dele, quando perguntei onde ele queria gozar.

"Nessa sua carinha de puta!"

Ele saiu de mim deixando um vazio no meu cu e me mandando ajoelhar. Sem titubear, ajoelhei e pedi "goza no seu professor, quero seu leite"

Os jatos no meu rosto eram fortes e grossos, acompanhados por gemidos que pareciam urros.
Ainda com uma sensação de êxtase, me olhei no espelho e percebi que estava totalmente melado de porra.

Ele se deitou, cansado, satisfeito e acendeu um cigarro. "Você não se importa que eu fume, né, professor?"

Jamais me importaria.

Me lavei e quando me deitei um pouco, achando que rolaria aquele momento pós-foda de uma conversa ou algo do tipo, ele apenas me diz que precisa ir.

Meio envergonhado e resignado, digo que tudo bem.

Ele mesmo fez questão de pagar pelo quarto e no caminho até minha casa me diz que tinha adorado ter me comido, como há anos ele imaginava nas suas punhetas juvenis.

Ao dizer que também tinha adorado, senti que ele, no fundo, só havia me usado para satisfazer um fetiche, o de comer um professor.

E, querem saber? Era exatamente isso que no fundo eu queria, ser comido, usado, tratado como puta por um ex-aluno.

Após isso, confesso, não senti mais culpa alguma em desejar ser encontrado e reconhecido por qualquer um dos meus ex-alunos. É um tesão absurdo ajoelhar para eles, ganhar porra, ouvir que sou a putinha deles.

Quem sabe não acabo contando outras histórias com outros que já me encontraram por aí...

Foto 1 do Conto erotico: Um ex-aluno despertou um fetiche em mim


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Ficha do conto

Foto Perfil claudio80sp
claudio80sp

Nome do conto:
Um ex-aluno despertou um fetiche em mim

Codigo do conto:
261802

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/05/2026

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