Paternidade latente - 01

Olá, pessoal! Este é o primeiro conto de uma série de outros contos que vou escrever.

Meu nome é André, tenho 52 anos, 1,75 de altura, sou branco, magro, corpo com poucos pelos, cabelos e olhos castanhos bem escuros. Fui casado por muitos anos e desse casamento tive três filhos: Thierry, que chamo que Thi, Anderson, mas chamo de Andy, e Alice. Com o divórcio só os meninos ficaram morando comigo, Alice foi morar com a mãe em Recife. Thi tem a mesma altura que eu e o mesmo físico, a diferença é que ele deixa o cabelo raspado estilo militar e tem os olhos verdes. Já Andy tem cerca de 1,65 de altura, gosta de academia, então tem o corpo com alguns sinais de definição. Ambos os meus filhos se parecem muito comigo fisicamente, mas Andy tem a pela morena igual a da mãe. A medida que o conto for avançando vou dando mais descrições.

Eu sempre fui bissexual, mas com uma grande preferencia por homens, tanto que em toda a minha vida transei muito mais com homens do que com mulheres. O prazer que a masculinidade proporciona não tem igual. Sentir seu pau duro roçando em outro cacete igualmente duro é uma das melhores coisas que se pode sentir. Nunca tive problema em ser passivo ou ativo, gosto dos dois por igual, o importante pra mim é ter postura de macho. Nunca fui afeminado, mas nunca escondi minha sexualidade, por isso durante meu casamento consegui ter vários momento a 3 entre eu, minha ex e mais algum garoto de programa ou algum cara de aplicativo. Ela nunca ligou pra isso e dizia que gostava de me ver sendo comido enquanto chupava ela. Nossa vida sexual sempre foi muito ativa e satisfatória, mas só isso não segura um casamento e a pandemia foi o nosso limite. Paramos de conversar, de transar e de suportar a presença um do outro. Por diversas vezes tive que me aliviar no banheiro de madrugada porque ela não me dava e eu não queria contaminar minha família saindo pra pegar alguém. Então, em 2022 finalizamos o divórcio e cada um foi para o seu lado.

Os primeiros dias depois que ela e Alice foram morar em Recife foram estranhos, silencioso, mas libertadores. Thierry nunca se deu bem com a mãe, eles brigavam muito por terem basicamente a mesma personalidade cabeçuda, então ele era o que mais parecia aliviado, já Andy sempre foi muito apegado à mãe, por isso ficou choroso, triste e recluso no seu quarto mais do que o normal. Tentei respeitar o período de processamento de casa um e a forma como o estavam fazendo, mas eu, André, queria mesmo era pular para quando tudo já tivesse sido superado. Eu sou professor da rede privada de ensino e a mudança das duas caiu bem no período do final do primeiro semestre, ou seja, eu tinha muito trabalho para ocupar minha cabeça, fosse na escola ou em casa.

Nesse modelo os dias viraram semanas e quando dei por mim já ia fazer um mês desde a saída e minhas férias de junho iam começar. Minha ideia era redecorar meu quarto para tirar o máximo possível de lembranças dela, incluindo a cor das parede. Comprei um guarda-roupa novo, luminária nova e uma cama nova também, mas esta ia demorar para chegar, o que era bom, pois ia começar a lixar as paredes e pintar. Como estávamos todos de férias em casa, os meninos me ajudaram com essa pequena obra que durou dois dias. Como meu quarto estava todo bagunçado e cheio de poeira, fui dormir na sala no primeiro dia. veja bem, Minha casa é relativamente grande, ela tem 3 quartos, 2 banheiros, sala de estar, de jantar, cozinha, área com garagem aberta e um quintal pequeno com um pé de acerola, grama e um puxado para colocar duas redes. Ou seja, eu e minha ex domíamos na suíte, os dois meninos no quarto maior e a Alice no outro quarto. Com a saída das mulheres Thi ficou no quarto maior e Andy no menor, então não tinha quarto vago para eu dormir e não queria tirar meus filhos das suas privacidades por coisa de 1 noite. Acontece que 52 anos não é pouca coisa e não consegui dormir direito, acordei no meio da noite e fui para a cozinha beber água quando me deparo com Thi saíndo do seu quarto e caminhando sem pressa para o banheiro. Ele não tinha me visto, mas eu vi. Eu vi o volume que apontava na sua samba-canção. Vi que ele estava claramente excitado e que provavelmente ia para o banheiro fazer o que fiz muitas vezes de madrugada: se aliviar, bater uma. Aquela cena simples mexeu comigo. Não tinha parado para pensar que meus filhos já possuem sexualidade, que eles provavelmente já se masturbam há anos e eu que nunca parei para perceber. Será que ele já perdeu a virgindade?

O barulho de algo na rua me trouxe de volta aos meus pensamentos e eu fui beber minha água e voltei para o sofá. Não conseguia tirar a cena do pau dele duro arcando a samba-canção usada claramente sem cueca, sua pele branco contrastando com o tecido escuro... Caralho que porra é essa? Ele é meu filho, porque o meu pau tá ficando duro? Tentei afastar o sentimento e a ideia, mas então ouço a porta do banheiro abrir e ele caminhar até a cozinha e abrir a geladeira.

- Pai? Está acordado? - Disse Thi.

O que eu faço? Meu pau está duro e eu não posso levantar. Finjo que estou dormindo ou respondo?

- Pai? - Chamou novamente.
- Oi, filho! Tô acordado. O que houve? - Respondi.
- Queria saber se posso comer o resto do queijo. - Disse ele.
- Pode sim! Sem problemas - Falei.
- Valeu! Do nada me deu uma fome - Disse ele.

Eu sei que fome é essa: é fome pós punheta. Certeza que ele gozou pra caralho e agora precisa recuperar as energias. EU só conseguia imaginar ele descendo aquela samba-canção, o pau dele pulando pra fora, o cheiro de pica subindo, ele segurando os gemidos pra não levantar suspeita... Ele gozou dentro do vazo e deu descarga ou num papel e jogou no lixo? O chuveiro ele não ligou, mas peraí... eu não ouvi descarga. será que ele esqueceu? Em um impulso arrumei meu pau na cueca , me levantei de costas e fui ao banheiro. Dito e feito. Ao levantar a tampa do vaso vi a porra do meu filho lá, tinha um pouco que caiu na parte de cerâmica interna e dava pra ver o liquido branco e grosso em destaque. Não aguentei. Botei meu pau pra fora e me punhetei ali mesmo. Não demorou nada e minha porra e a do meu filho estavam misturadas no mesmo vaso. Gozei tanto que espirrou pra fora do vaso, acertou a tampa e até o lixeiro. Limpei tudo e ainda me recuperando dei descarga, lavei as mãos e sai. Thi estava na cozinha comendo quando me olhou cismado, como se tivesse se lembrado que não havia dado descarga. Me aproximei dele e perguntei se ainda tinha queijo, pois também estava com fome. Ele olhou pra mi por um instante, como que esperando algum comentário, e disse:
- Tem mais não, só presunto.
- Então vai ser pão com presunto mesmo. Do nada me deu uma fome - Disse eu.

Comemos em silêncio, mas minha cabeça não parava de pensar em tudo isso e alguma coisa me dizia que eu devia falar sobre isso com ele, afinal, eu sou o pai e devo ter essa conversa. Então eu disse:

- FIlho, da próxima vez dê descarga. Tá tudo bem você se masturbar, mas não deixe as coisas sujas por aí.

Thi ficou em silêncio e claramente constrangido, então continuei.

- Olha, você é homem, tem que fazer isso mesmo. Seu pau não é de enfeite. Ele vai te dar muito prazer ainda, prazeres esses que talvez você já tenha descoberto. Só cuidado em como vai fazer, com quem vai fazer e onde. Saiba que sempre que precisar pode trazer alguma namorada ou namorado pra casa. Prefiro que você esteja seguro do que se arriscando por certos locais.

Thi me olhava assustado e muito vermelho, mas pude perceber que um volume se formava na sua samba-canção. Ele então me disse:

- Eu ainda sou virgem.
- E tá tudo bem, filho! Cada um perde sua virgindade em um momento e isso não é problema.
- Com quantos anos você perdeu a sua? - Ele perguntou.
- Não muito mais velho que você. - Eu disse.
- Sério, pai? Pensei que o senhor tinha perdido muito mais novo. - Disse ele.
- Não, não. Eu preferi esperar mais até entrar na faculdade.
- E... É... - Disse Thi tentando falar algo.
- Pode falar, filho! - Encorajei.
- Foi com a mamãe?
- Não. Só conheci sua mãe anos depois.
- E com quem foi? - Perguntou ele.
- Foi com um amigo meu. - Eu disse.
- AmigO? - Ele perguntou enfatizando o O.
- Sim, filho. Com um homem.

Thi estava claramente surpreso, mas o volume entre suas pernas é nítido. Nunca contei abertamente que sou bissexual para os meus filhos, e logicamente mantínhamos nossas brincadeiras a 3 longe das percepções deles. Mas não vejo motivo para esconder isso dele.

- O senhor é gay? Por isso vocês se separaram? - Perguntou Thi.
- Não, filho. Eu sou bissexual. Sabe o que significa isso?
- Sei sim. Eu também sou, eu acho.

Fiquei surpreso com a revelação, não esperava isso, mas segui com a conversa.

- Que bom que você se sentiu confortável para me contar. Não tenha pressa. Experimente, viva e se descubra, mas sempre com cuidado. Eu estou aqui pra te apoiar.
- Obrigado pai. - Disse ele.

O seu pau estava claramente duro e Thi nem escondia mais. Ele se levantou, botou o prato na pia e se virou pra mim. Eu acompanhei tudo em como se fosse em câmera lenta. Meu deus! Que volume gostoso. Não era muito grande, mas chamava muito a atenção por ele ser magro e branquinho. Fui tirado do transe quando ele me diz:

- Eh... pai...
- Oi, filho! O que foi? - pergunto.
- Olha pra baixo.

Quando olho pra baixo vejo que eu também estava muito duro e com o pau marcando. a diferença é que eu estava de cueca e com uma bermuda folgada por cima, então ele não estava apontado pra frente, mas sim bem desenhado pra direita. Meu pau é normal. Tem 17cm e é grosso na medida certa. Já fiz algumas pessoas pedirem arrego e ouras sangrarem, mas a maioria sempre aguenta sentar gostoso. Enfim, me levantei e fui para sala colocar meu travesseiro em cima. Thi só fez rir e caminhar até mim com seu pau balançando. Era possível ver uma mancha de pré gozo no tecido da sua samba-canção. Minha boca encheu d'água e eu não conseguia tirar os olhos dessa visão incrível. Thi se aproximava mais e mais de mim, ele parou bem do meu lado e seu pau ficou na minha linha de visão. Ele sentou do meu lado, tirou o travesseiro de cima das minhas pernas e disse:

- O senhor também está excitado?

Eu não sabia o que dizer, mas meu pau pulsando respondia por mim. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ouvimos a porta do quarto de Andy abrindo.

CONTINUA...


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vrstbaixinho

Nome do conto:
Paternidade latente - 01

Codigo do conto:
261806

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/05/2026

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