Meu nome é Emanuelle minhas informações estão no conto apresentação.
Continuando o conto anterior, depois que meu avô disse que meu tio tinha viajado e não passaria o fim de semana conosco o clima e a conversa mudaram entre nós, no início houve um peso e um silêncio.
Até que ele disse, não se preocupa as coisas só acontece na nossa vida quando a gente quer, quando a gente não quer não acontece.
Na hora não entendi direito só mais tarde fui entender.
Ele perguntou se antes de irmos pra casa dele eu queria ir ao shopping ou passear um pouquinho.
Concordei, passamos em uma praça onde existe uma pista de skate completa.
Ficamos um tempo eu só calada observando o pessoal.
O vô notou meu jeito e perguntou se eu estava triste, falei que desejava muito muito, ter um patins.
Ele sorriu e falou que poderia, mas o patins é um pouquinho caro, e continua falando: tu sabe que tudo na vida tem um valor né?
Respondi que não tinha entendido oque ele tinha falado.
Ele apontou uma menina, com um lindo patins e disse : olha ela na hora que compraram o patins deve ter sido caro mas vê como ela tá feliz?
Dei um sorriso e acho que dei uma senha pra ele, eu sou capaz de tudo por um desses.
Imediatamente entramos no carro ele parou logo depois e perguntou se eu não queria mais aprender a dirigir, meia sem jeito respondi que estava nervosa, " eu tremia de ansiedade e nervosa só de pensar em ter um patins".
Sentei no colo dele e senti que ele tremia tremia também, perguntei porque ele estava tremendo.
Ele apenas me apertou e deu um beijo no pescoço.
Isso me arrepiou toda, quase me mijei toda.
Ele ligou o carro saindo devagar enquanto eu procurava encaixar bem sua rola entre minhas pernas pra tocar bem na minha buceta.
Tudo que eu perguntava procurava rebolar para sentir sua rola que já estava como um ferro.
Perto do shopping ele falou baixinho que pararia o carro pra eu sentar no banco de trás, assim que sai olhei e vi que ele tava com o pênis fora da bermuda, isso me assustou pois era muito, mas muito grosso e grande.
Eu tremia olhando aquilo e fingindo não ter visto, acho que ele percebeu e colocou o pênis dentro da bermuda novamente.
Perguntei , a ele porque ele ficava nervoso perto de mim, ele sorriu e devolveu a pergunta falando: pelo mesmo motivo que você treme quando vem aprender dirigir, novamente fingi não entender.
Compramos o patins e já usei na loja mesmo, ele me segurava com medo , falei que minha amiga tinha um e eu sempre brincava muito com ela.
Dali fomos pra casa, como era cedo fomos tomar banho em uma caixa d'água que usávamos como banheiro ou piscina
Sempre que eu e meu tio brincávamos lá tomávamos banho só com a parte de baixo, pra economizar roupa.
Ele me notou que fiquei sem jeito e perguntou se eu queria vestir algo.
Disse que não tinha roupa de banho, então ele mandou eu vestir uma camisa dele, e me deu uma camisa de malha daquelas, Branca.
Vesti e fui pra água, assim que a camisa molhou parecia que eu não estava vestindo nada pois ela ficou toda transparente, mostrando meus seios e minha buceta.
Deu pra ver o brilho nos olhos do vô, ele não conseguiu disfarçar, chega babava, pulei no colo dele e falei, pra ele tentar ao menos disfarçar.
Tava parecendo aqueles cachorros morrendo de se de sede.
Babando de boca aberta e língua pra fora.
Eu e ele não tínhamos tanta intimidade, mas nessas horas ninguém e estranho pois o corpo une as mentes e vontades.
Ele se levantou e sua bermuda folgada também ficou na água, eu já sabia que ele não era normal, mas toda vez que eu via aquele membro lindo era um susto, me vidraça os olhos.
Então foi a vez dele falar: fecha a boca garota, tá babando.
E imediatamente vestiu a bermuda, falei que sabia que ele tinha vestido aquela bermuda folgada só pra se exibir.
Àquilo parece que tocou fundo nele, pois me abraçou sentou novamente, segurou meu rosto firme olhando fundo nos meus olhos e disse bem sério: gostou do patins?
Respondi que tinha amado, então ele continuou:
Lembra que te falei que tudo na vida tem um preço? Respondi afirmando com a cabeça, e ele continuou: e você disse que estava disposta a tudo por ele? Novamente afirmei com a cabeça!
Então ele falou: Quer pagar agora? Seria olhei em seus olhos e como irritada falei , como pagaria pois eu não tinha dinheiro, oque ele estava pensando?
Ele falou: apesar da idade você sabe muito bem como um homem cobra um mulher!
Aquilo foi tão forte que mesmo eu excitada comecei a tremer e chorar, não sei porque!
Como estava sentada no colo dele, mesmo dentro da água senti se pênis amolecendo, mesmo seu corpo parecendo pegar fogo junto ao meu o pau dele amoleceu.
E aquilo me frustrou mais ainda é meu choro alimentou.
Novamente ele segura meu rosto bem próximo a ele e sussurra: lembra também que te falei que se um não quer, nada acontece com os dois?
Apenas afirmei com a cabeça. Ele me deu um selinho e tentou se afastar, mas o travei com as pernas e mordendo o pescoço dele disse que eu queria, só estava nervosa pois era neta dele e muito nova, mas queria.
Quase que imediatamente sinto seu pênis endurecer se alojando quase na entrada da minha buceta.
Chega eu tremia de tanto tesão, ainda sério ele disse que iria com calma se doesse ele parava.
Dei um sorriso amarelo e falei que com aquilo que ele tinha, não tinha como não doer e com um sorriso deixei escapar: se a minha vó gritava himagina eu!
Então ele perguntou como eu sabia que ela gritava?
Falei que sempre que eles faziam sexo, na época que viviam juntos e eu estava lá na casa , eu ouvia.
Por isso comecei a pedir pra minha mãe deixar eu passar os fins de semana com ele, pois eu queria saber porque minha avó gritava.
Mas essa curiosidade eu já tinha sanado porque sabia que a rola dele era grande e grosso.
Então nele começa a beijar meu pescoço, levanta meu corpo e passa a língua nos leu pequenos seios que mesmo durinho virou uma pedra, e não sei oque e nem como aconteceu, mas cheguei minha buceta ao máximo na rola dele e comecei a rebolar como se eu já soubesse oque fazer e sua carícias eram tão intensas que eu tremia e chorava rebolando minha buceta esfregando no cacetão dele, que como um louco me chupava, já não éramos neta e avô e nem uma mocinha e um senhor.
Mas apenas homem e mulher, dois corpos sedentos, ele quase se deita na caixa d'água e sento sobre aquele enorme membro e mesmo apenas meu clitóris tocando nele eu rebolava como uma louca e a cada momento aumentava meu ritmo agora mordia forte o pescoço dele enquanto rebolando sobre ele senti algo que nem imaginava ser, um orgasmo, fiquei alucinada com aquilo, uma onda de choque por dentro do meu corpo, meu coração acelerado e minha respiração pesada, e a cada rebolada eu ficava mais eufórica. Até que um cansaço invadiu meu corpo e senti num calor escorrendo dentro da minha intocada buceta, tremendo toda vi ele também ejacular sobre sua barriga uma grande quantidade de esperma, enquanto aquilo escorria pelo abdômen dele eu procurava tocar pra sentir aquilo em mim. E finalmente ele termina de gozar enquanto eu ainda mesmo que bem cansada e bem devagar rebolava sobre a pênis dele como se espremendo tentando tirar mais daquele líquido que tinha saído do rola dele.
Então ele se levantou comigo em seu colo e segurando em minha bunda mexia meu corpo apertando contra o dele.e ao mesmo tempo passando suavemente o dedo no meu cuzinho que estava eletrizante.
Sai da caixa sendo carregada por ele, nus enquanto ele me carregava rumo a casa e finalmente me deitou na cama me afastando, aí realmente pude ver o tamanho e a grossura do pau dele.
Era enorme pra mim, ele ficou em pé enquanto eu deitada na cama toda aberta admirava sua rola enorme.
Fiquei assim por alguns minutos até que ele perguntou se eu queria continuar!
Pedi que esperasse bum pouco pois estava cansada e assustada pois tinha sentido algo que nunca tinha sentido antes. Ele me puxou pelo braço me fazendo sentar na cama, ficando com minha boca tocando na cabeça daquele membro enorme.
Bom aqui vou encerrar mas contínuo no próximo conto!