Silvia é uma pessoa que conheço há muito tempo, dona de si, um espetáculo de mulher, separada do marido há dois anos, 44 anos de idade ”não sabia mas fiquei sabendo sua idade depois”. Super discreta, sempre comprometida com as coisas da igreja, não dava brechas para nenhum homem ou amizades masculinas. Um dia, nem sei como me tornei íntimo dela de uma forma incrível em um evento. Sempre discreto e bem espontâneo, descobri uma pontinha de carência, e para não espantar essa gostosona muito arisca e tão devota, sutilmente aproveitei essa fraqueza. Como era difícil ficar sozinho com ela! Ela sempre se preservava para não dar motivos para os outros lhe falarem mal, longe de toda baixaria. Mas quem quer sempre dá um jeito, consegui estar a sós com ela, na casa de uma amiga em comum, que durante uma visita a ela, precisou sair de urgência e nós deixou na casa dela. Para quebrar o gelo comecei a conversar com ela sobre assuntos aleatórios, até que chegamos na intimidade. Percebi uma vulnerabilidade, e sutilmente me aproximei dela e comecei a acariciar seu rosto ela não rejeitou. Ela estava bem bonita, com uma saia que lhe cobria os joelhos, uma blusinha que cobria muito seus seios e um sutiã de renda que marcava bem essa blusa, seus seios eram vantajosos e muito cobiçados por mim, que bumbum enorme! Um espetáculo de mulher. Finalmente consegui um beijo, meu coração disparou, não acreditei que havia lhe beijado, ela se entregou! Pensei. Coloquei a mão entre seus cabelos, bem na nuca ela se derreteu e deu uma gemida, não perdi tempo avancei e comecei a passar a mão nas suas belas coxas, subindo e descendo chegando bem próximo de seu sexo, percebi que ela estava arrepiada, levantei um pouco sua saia e percebi que ela estava com uma calcinha bem comportada branca de renda que cobria bem suas partes íntimas. Toquei em sua buceta, ela estava encharcada! Foi o sinal que precisava. Estávamos na sala de nossa amiga, eu não iria deixar essa oportunidade passar por nada, sabíamos que essa nossa amiga iria demorar e não nos preocupamos, ninguém iria aparecer. Quando retirei sua calcinha que vista! Que buceta linda depiladinha, vermelhinha, ainda de saia levantada cai de boca, lhe abria as pernas para ter acesso a tudo o que ela tinha, explorei com toda gana seus grandes lábios descendo no caminho de seu cuzinho que piscava a cada passada de língua ao redor de suas pregas, ela estava enlouquecida gemendo e tapando sua boca para controlar o volume, estava toda entregue a mim, aquela mulher que parecia rígida toda amolecida em minhas mãos que lhe abria as pernas bambas. Aquela mulher suspirava e se contorcia de tesão, ela não aguentou, gozou nas preliminares. Segurou meus cabelos dizendo: não pára! por favor não pára! Eu continuei na mesma frequência e pressão lambendo seu clitóris, ela se contorcia, gemia e apertava suas pernas em minhas orelhas, e segurava com as duas mãos sua boca para não fazer muito barulho, de repente, se soltou no sofá bamba e fraca, ainda se contorcendo e tremendo, eu parei e esperei ela se recompor. Ela abriu seus olhos me encarou com um olhar de devassa, eu estava debruçado ainda em seu colo, ela me levantou, levantou minhas mãos, e eu em sinal de rendição fiquei imóvel, ela abaixou minhas calças e deu de cara com meu pau ereto e rígido, apreciou e mordeu os lábios, e elogiou: nossa, que lindo! Durinho! É todo meu agora! Ela abocanhou com toda experiência, ela sabia bem o que fazer, engolia sem encostar os dentes, e Subia até a superfície fazendo movimentos com a língua na glande, segurou com a palma das mãos voltadas para si bem na base do meu pau, e engolia o máximo que conseguia, e voltava, nesse vai e vem gostoso bem lento ela se deleitava, e eu ainda mais, quanta experiência! Eu gemia e segurava para não gozar, pois estava muito gostoso, quase incontrolável, ela percebia que eu estava em apuros e controlava também para eu não gozar e aproveitar o máximo aquela mamada deliciosa, ela acelerava e parava a cada sinal que eu dava a cada momento que ficava impossível não gozar. Ela se levantou me abraçou, quando sentiu que eu já não estava muito tenso, mas com o pau bem ereto, se debruçou no sofá com sua bunda empinada me disse: vem! Ela estava sem calcinha e com a saia levantada. Que visão! Aquela bunda redondinha aberta mostrando o cuzinho com aquelas pregas lindas, aquela buceta melada, brilhando! Segurei aquela bunda afastando um pouco as bandas e soquei o pau bem lentamente e quando estava tudo dentro daquela buceta gostosa, dei uma pausa, estava bem lubrificada e bem apertadinha, meu pau latejou lá dentro, comecei a fazer o movimento de vai e vem, aquela buceta envolvia completamente meu pau que escorregava para dentro e para fora, para dentro e para fora. Ela gemia a cada estocada fazendo a transa ficar mais gostosa que já estava, dava pra perceber o quanto ela estava com saudade de sexo, quando percebi que estava mais controlado, que retardara o gozo bastante, comecei a socar bem forte, empurrando meu cacete com força até meu quadril bater naquela bunda limitando a profundidade, cutucava bem fundo ela aumentava o volume do gemido e eu aumentava a frequência e a força, quando ela já não estava aguentando mais gozou no meu pau, tremeu, contorceu, e bambeou as pernas, eu não parei ainda estava com fôlego e meu gozo estava longe, puxei ela que se afastava e socava fundo e freneticamente até ela se desvencilhar e descansar um pouco. Me assentei no sofá e disse pra ela sentar no meu pau. Ela montou de frente pra mim, olhando nos meus olhos, eu já estava louco pra ver aqueles seios saltando para meu rosto, retirei sua blusinha e seu sutiã, e segurei aquelas obras primas, duas montanhas com os bicos pontudos de tesão, rígidos prontos para dar de mamar ao marmanjo aqui kkkkk. Chupei bem forte e ela disse: pode morder! Eu mordiscava e ela se contorcia de tesão e enquanto ela cavalgava eu sentia que os anéis de sua buceta apertava meu pau. Que safada! Fazendo pompoarismo cavalgando! Me levou a loucura, eu não pude conter o tesão e avisei que iria gozar, ela retirou meu pau da sua buceta e eu gozei masturbando e ejetando sêmen com muita pressão no chão da sala, que sensação gostosa eu gozei tão gostoso que não tive forças para nada. Logo após ainda atordoados pelo tesão e orgasmos, nos limpamos vestimos nossas roupas e limpamos a sala da nossa amiga que estava cheia dos vestígios daquela transa deliciosa. Ainda ficamos conversando outras coisas por um tempo antes de nossa amiga voltar, como já era de se esperar, isso não transamos novamente mas ficou guardado na minha memória e com certeza na memória da Silvia também, continuamos amigos mas sempre bem discretos, não compartilhamos com ninguém nossa transa. Obs: nome fictício, fato real e foto ilustrativa. Fim
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