Dessa vez, eu gostaria de narrar a história de quando um amigo meu mais velho me comeu. Nossa, essa história até hoje faz meu cuzinho piscar deliciosamente e gostaria de gozar junto com vocês:
Tinha apenas 20 anos. Era tímido e um pouco envergonhado. Usava os estudos para fugir de convívios sociais, afinal, tinha que estudar e não podia sair. Era de poucos amigos, mas os que tinha (os que tinham paciência comigo) eram muito leais. Dentre eles, o tio de um amigo meu chamado Robson, o irmão mais novo do pai do meu amigo (Bruno), me conhecia desde criança. Nos viu crescer e como era considerado o “tio legal”, sempre falávamos com ele sobre tudo: jogos, filmes, música, viagens. Era muito boa a companhia dele.
Quando passei no vestibular, eu tinha 18 anos. Nessa fase que nos aproximamos de verdade. Numa noite, na casa do meu amigo, enquanto eles tomavam uma cerveja e conversavam, eu cheguei direto da faculdade para lá. Ele me pediu pra entrar e bater um papo com eles. Perguntou como tinha sido a aula e eu respondi falando brevemente de um assunto novo que tinha aprendido. Ele mergulhou no assunto comigo, era só uma passadinha. Daí virou uma conversa gigante. Desde então, falávamos quase toda semana.
O tempo passou e os meus amigos, agora maiores de idade, começaram a ir às festas e eu, o tímido, não ia e ficava só em casa. Até que meu amigo comentou isso com ele de forma trivial e ele disse que quando eu quisesse bater um papo no final de semana, estava tranquilo. E várias e várias vezes nos vimos aos sábados, sempre comentando assuntos diversos. Mas nunca tocamos no assunto sexo. Era óbvio que eu e meu amigo éramos gays, Robson nunca teve problemas, mas nunca foi falado nada sobre o tema de forma mais explícita ou íntima, tanto da minha parte quanto da parte dele. Até que um dia tudo mudou.
Era um sábado, meu amigo estava de saída quando cheguei para falar com Robson. Antes de chamar o tio dele, meu amigo me levou pro quarto e me contou em tom de confidência sobre o resultado da última saída dele. A narrativa estava numa descrição muito clara de como meu amigo teve o cuzinho arrebentado a noite toda por taxista dotado. Quando eu resolvi dizer pro meu amigo a frase “Inveja da tua coragem, amigo. Eu queria um macho assim…” quando Robson entrou no quarto de surpresa falando que ouviu a minha voz e abriu uma cerveja pra gente tomar.
Um silêncio sepulcral tomou conta de nós. Robson fez cara de dúvida, olhou pra gente por um tempo que pareceu uma eternidade, rindo de canto de boca um pouco sem jeito, quase indecifrável, e perguntando o porquê do silêncio. Dissemos que nada, meu amigo se despediu e saiu. Saí do quarto e fui na direção do quintal com ele, andando um pouco atrás, nervoso, coração acelerado. Era uma conversa íntima e eu estava muito envergonhado. Só falávamos trivialidades – como eu falaria sobre sexo com alguém tão mais velho? - Pior! Como eu iria olhar na cara de alguém tão mais velho, tio do meu amigo, depois de ter falado da tal curiosidade? – minha mente pensava aceleradamente e, de certa maneira, desesperadamente.
Eu tentava manter a naturalidade de todas as formas e o jeito dele de que “nada aconteceu” me deixava nervoso. Me sentia observado, pego no flagra, mas o rosto dele demonstrava o mesmo jeitão tranquilo, como se tudo fosse apenas paranoia minha e nada tinha sido ouvido, que a minha confissão não teria sido escancarada e depravada. Ele me tratou como se não tivesse acabado de presenciar uma cena constrangedora. Fiquei tão preocupado em fingir naturalidade que até pedi um copo:
– O que aconteceu, rapaz?! Tu não bebes. – disse Robson me olhando e rindo, surpreso com a decisão – ‘Tô’ ficando velho mesmo. Te via correr pela rua vindo da escola e agora estamos bebendo no sábado à noite.
– Hoje resolvi beber... Contigo. – disse e ri também, tentando esconder a mão trêmula enquanto brindava e levava o copo à boca – Eu já bebi antes, não é muito a minha praia, mas hoje está calor, estou com um amigo, por que não?!
O papo transcorreu como de costume: variedade de assuntos, alguns temas mais curiosos, conceitos acadêmicos. Mas de acordo com o passar das horas e o entrar da cerveja, parecia que tinha algo naquele sábado que estava diferente. Era alguma coisa no tom de voz dele que estava mais grave e mais gostoso. De repente, estava prestando mais atenção nos braços veiúdos daquele homem do que na nossa conversa. O que tinha acontecido comigo? Não sabia o porquê de além de sentir medo do Robson ter ouvido a conversa, também estava sentindo um breve prazer nisso. Do nada lembrei do peitoral dele levemente peludo e suado quando vinha da bola, acabei viajando no desejo e acho que ele percebeu.
Deixem-me descrever o Robson: 34 anos, jovial, aquela barba sempre por fazer, cabelos curtos e castanhos escuros, corpo magro definido na medida, afinal todos os dias depois do trabalho tirava um tempo para fazer algum exercício. Corria, andava de bicicleta, pulava corda e futebolzinho com a rapaziada aos domingos. Um corpo másculo, com mãos e pés grandes. Trabalhava como administrador em uma empresa, e tinha a imagem de homem sério, culto, mas desenvolto. Naquele dia, seria apresentado ao lado sedutor daquele homem naturalmente másculo.
- Ei, rapaz, volta pra cá! - estalou os dedos e eu percebi que havia parado de ouvir o que dizia. Ele riu.
- Ai, desculpa, estava lembrando de parte de uma matéria que tenho que estudar pra segunda – tentei dar a desculpa mais rápida e a mais óbvia para parecer crível, mas acabei só soando mais desesperado ainda.
- Hoje, tu estás cada vez mais diferente. O que está acontecendo? Quer falar algo? - disse me olhando sério, seca e fixamente, dando um outro gole mais longo na cerveja, sacudindo a cabeça afirmativamente como se estivesse consentido ou me induzindo a dizer algo que sabíamos o que era.
- Não, rapaz, deixa disso… O que eu teria pra dizer?! Minha vida anda tão tranquila, só estudo. Falando nisso, essa semana, na aula de… - fui interrompido por uma ajeitada bem sem vergonha na vara que me pegou de surpresa. Uma delícia de volume subindo com a apalpada que ele deu. Aquelas pernas peludas, aquela mão masculina e o volume se concentrando num lugar só naquele calção de jogador de futebol que todo macho adora usar – aula de… aula de… de…
- Ei, não gagueja, o que houve pra ficar nervoso assim? - Robson riu brevemente, se levantou e disse que iria ao banheiro, me olhou sério e disse – Quando eu voltar, você vai me explicar uma história.
Parecia que ele tinha ido ao banheiro em câmera lenta. Eu o vi se distanciar e ir até ao banheiro, sabendo o que estava por vir: vou ter que me explicar sobre os meus desejos. Minhas mãos voltaram a ficar trêmulas e suadas, coração acelerado e aquela sensação deliciosa de ser “caçado” por um macho. Meu cuzinho ao piscar passou um recado muito claro de que precisava de pau, pau de homem experiente, mais velho e guloso por um rabo. Senti que se ele mandasse, eu faria! Aceitei o meu destino, me preparei pra dor e entendi que, pra satisfazer um homem, um bom viado submisso tem que se pôr no seu lugar. Minha natureza é sentir prazer pelo cu e liberar o buraquinho pra ser usado é a minha sina. Quando me dei conta dessa deliciosa realidade, Robson estava voltando:
- Meu amigo, que história era aquela que o Bruno estava contando pra ti sobre o taxista? - disse calmamente, me olhando fixo e enchendo os nossos copos com mais cerveja.
- O que? Que história? Taxista? - respondi com perguntas, dei um gole longo e senti que estava ficando porre, mas com a adrenalina da situação, só reagi parecendo um pouco agitado.
- Victor, parou, tudo bem?! Estamos entre homens adultos. - disse sério, ajeitou o pau me observando pra ver se eu manjaria e quando ele soltou percebi que ficou caído pela perna do calção um pau mole, pesado, de uns 14 cm, metade da cabeça pra fora. Por uma fração de segundos, reparando na velocidade que saiu da a roupa, me questionei se ele não havia tirado a cueca. Botou pra dentro da calça de novo - Eu ouvi quando ele disse pra ti o que o taxista fez com a bunda dele. Me explica isso, vocês sempre conversam essas coisas?
- Conversamos! Ele sempre me diz as situações que passam com ele e…
- Situações?! Tu chamas “um taxista estourar o cu dele todo com o pau” de situação? - disse meio indignado e me olhando sério – Dá pra falar direito? Ele te conta putaria. Putaria de viado! Viado novinho! - Enfatizou – Mas, ainda assim, putaria.
- Sim… - eu disse olhando pra baixo, envergonhado, com medo do meu amigo brigar ou falar pra minha família.
- Sim, o que? - perguntou ele. Firme e másculo, com voz grave.
- Sim, nós falamos putaria! - disse baixo, com a voz fraca e fitando o chão.
- Putaria de viado! - me encurralou – bora se corrige.
- Sim, nós falamos putaria de viado! - pela primeira vez tive coragem de encará-lo e surpreendentemente meu ânus ficou mais sensível na hora.
- Explicando, não era minha intenção ouvir a conversa, mas quando me aproximei do quarto deu pra ouvir e parecia coisa braba. Meu sobrinho gosta de andar por aí com o cuzinho afrouxado por algum esperto. Mas se é assim que ele quer viver… - deu um longo gole, me encarou e perguntou – E você já fez isso?
- Isso o que? - mais uma vez respondi uma pergunta com outra pergunta, mas dessa vez era pra ver aonde ele queria chegar.
- Deixar um taxista te enrabar? - senti a pergunta sendo bem direta e invasiva. Neguei com a cabeça, mas ele estava determinado – Mas gosta? Você gosta de um cara esperto te enrabando?
- Por que tu chamas os caras de espertos? - perguntei com curiosidade e prestei atenção na rola que escapava pela perna calção, agora claramente quase totalmente dura, gostosa, de uns 17 cm, grossa, com um cabeção delicioso.
- Ora, o cara está trabalhando e aparece um cu fácil, tem que ser esperto. Ainda mais quando pode fazer o que quiser. Um cu é um cu. - me olhou sério, imponente. Ao ajeitar o pauzão, agora duro, pra dentro da bermuda, o cabeção saiu inteiro pra fora do prepúcio. Subiu um cheirão de pica inebriante – Oh, ‘tá’ sentindo o cheiro de homem?! - disse me observando, me caçando. Mal consegui me segurar de tesão na beiradinha do cuzinho.
- Entendi… Você está certo. - falei passivamente, obediente. Ainda estava nervoso, me arrepiando com aquele medinho natural que o passivo sente ao saber que vai sofrer na rola – Eu também acho que eles podem ser es...
- Você não me respondeu! - me interrompeu impaciente e perguntou de forma enfática e dominadora – Você gosta de um cara esperto… Como eu… Enrabando o seu cuzinho?
Eu voltei a tremer. A certeza de que eu seria fodido pelo rabo se impunha com a obviedade. Era eu o viado sendo caçado por um homem viril e safado. Uma parte de mim queria fugir dali, defender o meu ânus de toda a maldade deliciosa daquele macho guloso excitado só com a ideia de usar um cuzinho pra saciar naquela noite de sábado. A outra parte de mim sabia o meu destino, aceitava a minha sina, a obrigação que a natureza me submeteu: eu seria usado por aquele homem, minha boca e cu seriam utilizados por um macho até gozar. Ia doer, machucar, mas eu ia adorar ser fonte de satisfação.
- Robson, acho que esse assunto não é algo que me sinta confortável em conversarmos – disse com o sabor da mentira preenchendo a minha boca. Vi nos olhos dele que minha voz e frases saíram hesitantes e sem confiança.
- Você sabe o que um homem é capaz de fazer contigo se ouvir aquela conversa? - neguei com cabeça. Ele deixou a pica pulsar, saindo de novo pela perna do calção, cheirão de pica subindo – Eu ouvi benzinho quanto tu revelaste os teus desejos… Macho gosta de um cu, viu?! Cuidado com esse rabinho cabaço de homem de verdade… - acho que ele percebeu meu nervosismo ao encará-lo com a cabeça baixinha, quieto, passivo – Mas, oh, só estou te avisando. É que quando o rabinho é de viado, a gente gosta de maltratar um pouco.
Ele levantou, puxou a rola toda pela perna da bermuda. Se aproximou de mim com aquele caralhão levemente torto pra cima, já babando um pouco, cabeça vermelhona de tesão. Eu continuei sentado, quieto. Alternava entre olhar o pau e o rosto de Robson. Seu rosto me encarava com a expressão impaciente, predatória e certa de que só ele mandava ali. Eu só estava esperando o comando, pois sabíamos que depois que ele ouviu o que eu disse para meu amigo, ele decidiu faturar o meu cuzinho pra se aliviar:
- Cheira! - disse secamente.
- O-o… O que?! - gaguejei, mesmo sabendo de primeira o que ele quis dizer.
- Cheira! Cheira o meu pau! - mandou e eu fui em direção daquela vara já de boca aberta quando ele segurou a minha testa e repetiu – eu mandei cheirar, viado! Chupar é quando eu quiser! Ouviu? Quando EU quiser! – enfatizou bem o EU, deu um tapinha no meu rosto – Aqui quem manda é o homem! Você vai levar na boca. Vai levar no cuzinho, sim. Estou logo deixando avisado.
Eu fechei os meus olhos e cheirei o cabeção. Nossa, uma delícia de cheiro de macho. Aquele cheiro inebriante que a boca enche d’água. Segui cheirando e beijando o caminho que as veias pulsantes faziam pelo comprimento daquele membro rijo. Ao chegar na pentelhada, foi um outro deleite. Eu me sentia arrepiar, peitinhos ficando sensíveis, pauzinho molinho, mas excitado e o principal: o cuzinho com as bordinhas se contraindo, piscando, impaciente pela sua vez de venerar aquela pica. “Eu sou um venerador de macho, um cheira pau” – pensava enquanto torcia pra ser colocado pra mamar, o que não demorou:
- Mama a minha vara! - Robson segurou no topo de minha cabeça. Aquela mãozona máscula firmando o meu rosto em uma posição enquanto é ele movia o quadril pra frente e pra trás utilizando minha boca como um masturbador – abre a boquinha e fica quieto. Deixa o homem fazer o trabalho. Seu lugar é de joelho… Só te conforma, viado! Olha o que eu faço contigo. Olha como eu abuso da tua goela. Toma, toma.
A partir daí foi muita pombada na minha boca, rosto e na garganta. Pombada e mais pombada do meu amigo comedor. Aquele barulho de goela sendo fodida. Sacão pesado batendo no meu queixo enquanto era encarado, lacrimejando, perdendo o fôlego, mas aguentando. Adorando ser alvo das caralhadas daquele macho guloso, sedento por um buraco. Estava realizado, me sentia vivo. Olhava pra cima com os olhinhos cheios de lágrimas e encarava meu dono. O olhar dele parecia queimar de fúria. Ele não queria transar, fazer sexo ou algo assim, ele queria fuder o meu cuzinho, castigar mesmo a peso de vara e tinha a arma perfeita pra isso: um pau viril, delicioso, grosso, veiúdo, pentelhudo, sacão pesado e cheiroso. Minha bunda ia pagar pela minha confissão e o problema era todo meu.
- Sorte a minha, nem saí de casa e ganhei um depósito de gala. Era isso que você queria do taxista? Era isso? Eu vou fazer pior. Taxista come e abandona... Eu não. Você vai ficar viciado na minha pica! – disse isso e bateu com a rola na minha cara – Sabia que você vai ficar com a garganta e o cu no formato da minha rola?
Nesse momento, tomado de uma coragem e um desejo gigante de levar no cuzinho, eu olhei pra ele, deixei só o cabeção do pau dentro da minha boca e disse de maneira inteligível: Obrigado!
Os olhos dele se arregalaram e ele disse “o que?”, eu repeti, mas com metade de um pirocão cravado na boca e parece que esse homem enlouqueceu.
- Puta que pariu, viado. Nem a mais safada das fêmeas que eu já comi me agradecia pela rola de boca cheia... Nem os viados que eu tracei... Levanta! – deu a ordem, me virou de costas, baixou a minha calça, me fez empinar a bundinha e lascou língua na bordinha do meu cuzinho – Tudo lisinho, né?! Depila todo o rabinho. Essa bunda é preparada pra transar... Raspar o cuzinho assim é coisa de quem transa por trás. ‘Tô’ falando que tirei a sorte grande hoje.
E que delícia de linguada. Era bem molhada, esfomeada e determinista. Quanto mais tempo ele passava lambendo a minha bundinha, mas a verdade se tornava dura, implacável e inevitável: eu seria enrabado sem dó e nem piedade pelo meu comedor. Ele era meu amigo, cuidava de mim, batia papo, mas enquanto estava de pau mole. De pau duro, era outro homem: dominador, malvado, egoísta e muito safado. O pau dele trincava de duro, enquanto o meu, por mais excitado que eu estivesse, continuava molinho, a própria natureza confirmando o meu lugar.
Ele levantou e começou a pincelar o pau na minha entradinha. Eu, com tanto medo, tanto desespero, mas sem sair do lugar, esperei mentalmente uma metida truculenta e o que eu sentia era: cuspia, uma empurradinha e tirava; cuspia, dava outra empurradinha e tirava. Molhava o pau com cuspe, respirava fundo e pincelava de novo empurrando um pouquinho, ofegante e paciente. E isso estava sendo tão delicioso, tão gostoso que eu fui relaxando e a cabeça entrou. Doeu, claro, dar o cu sempre dói, mas foi bastante suportável perto do que a minha mente ansiosa antecipou.
- Tá gostoso?! – disse ele tirando e cuspindo mais. E toda vez que fazia isso ia mais um pouco fundo, me ajeitava e comia bem gostoso. – Dá uma empinada na bunda e toma cu... Isso, toma no cu... Poxa, querendo ser safadinho e dar na rua. Você tem homem agora, tá?! Te botar na minha lista de buraquinhos pra comer, vai ser “Meu Viado Favorito”. Uma delícia de rabinho: pequeno e gulosão.
Eu fiquei ouvindo todo o tipo de putaria enquanto sentia minha bunda ser comida só na saliva pelo meu amigo mais velho. O cara que me viu crescer, me ajudava com a faculdade, agora estava se aproveitando da minha necessidade de servir machos e estava comendo a minha bunda no quintal, em pé, só no cuspe, com a calça arreada, mas só a bunda de fora. É só o que ele queria usar: o cu. Só isso, e eu sentia isso. Naquela hora não era meu amigo, era um macho excitado e cafajeste que achou um buraco facinho:
- Se alguém vai comer, que seja eu! Vocês estão crescendo e tão tudo querendo dar o rabo. Sorte a minha: Eu peguei um pra mim agora. Mais um pra minha coleção. Homem é assim, vai te acostumando... – Robson sentiu que o cuzinho estava mais relaxado e largou-lhe uma pombada funda e inesperada. A surpresa doeu muito e eu dei aquele gritinho típico de viado. Olhei pra traz bem choroso – Doeu?! Doeu a bunda foi? – Perguntou Robson enquanto eu apenas sacudia a cabeça afirmativamente – Aguenta! Essa é a tua sina. Tu não quer ser fresco? Então aguenta... Homem faz assim. Quer levar essa vida, então aguenta.
Eu estava sentindo um vai-e-vem intenso que do nada foi ficando mais leve. Olhei para trás e vi Robson só saboreando o anelzinho, metendo devagar, olhos semicerrados fixos nos meus, deixava claro seu prazer e ria da minha cara de dor, dor na bunda por estar sendo enrabado. A dor que viado adora. Mesmo me fudendo, Robson deu um gole na sua cerveja, tentou se servir de mais um copo e a garrafa se encontrava vazia. Ele encaixou o pau inteiro na minha bunda e me disse:
- Pega uma cerveja.. – Disse meu amigo e quando eu tentei desencaixar para ir buscar, ele me segurou mais forte, me impediu de sair e disse no meu ouvido com voz autoritária e safada – NÃO! Não vai sair daqui! – O safado dominador deve ter percebido que eu estava totalmente entregue ao prazer que teve a ideia humilhante e deliciosa pra me botar no meu lugar, dizendo – Pega uma cerveja e anda pela casa comigo te enrabando. Tu vais lá, viado, mas é pendurado na minha pica.
Gente, ele começou a comer a minha bunda enquanto a gente andava engatado. Pra ele era fácil, um homem viril, forte, metedor. Eu olhava as paredes e tudo estava se sacudindo. Ele não dava uma trégua. Pra mim é que foi que sobrou o desafio de andar e me equilibrar com um macho marretando a minha bunda. A cada dois passos eu parava um pouco pra me recompor e continua tendo a bunda utilizada pra diversão de um comedor. Eu lembro de pensar: isso é que é vida! Eu nasci pra dar o cu.
Era doloroso, desconfortável, humilhante, mas ainda assim uma das maiores delícias que já vivi. A cada minuto dando o rabo dessa forma, eu via a geladeira mais distante e a minha vontade de gozar mais perto. Mas pra minha sorte ou azar (risos), ele começou a acelerar demais e paramos. Fiquei sentindo meu rabinho ser comido sem a menor piedade. Estava machucando tudo, mas o que eu podia fazer? Mandar o macho parar? Jamais! Estava delicioso.
Foi repentinamente, no momento que ouvia dele só gemidos e seu pau parecia mais duro, que fui atravessado por um pensamento sólido e acachapante: eu vou levar uma gozada na bunda. Quando virei pra dizer pra tirar, os olhos dele já estavam fixos nos meus e ele gozou. Foram uma cinco caralhadas fundas e vindas debaixo pra cima. Chega me tirava do chão espetado na caceta, doía tanto, eu sofria – ai, ai, ai, minha bunda, Robson. Tá doendo, ai, ai, ai... Tira, tira! – Meus olhinhos arregalados, carinha de medo e dor, corpo retesado, cuzinho se trancando no ritmo das metidas, ordenhando a pica involuntariamente, o que dava um prazer incontrolável por ter satisfeito um homem. Meu instinto de viado falou mais alto e eu aceitei o meu destino: ser enrabado e levar gala.
- Gostou da gozada na bunda? – ele me encarava de forma dura ainda ofegante – Tem que aprender isso, se um homem te fode sem camisinha, ele vai encher seu cu de gala. Uns podem até tirar pra te respeitar, mas vão ficar tristes, porque era pra ser dentro de você! Homem gosta de leitar dentro. Quando você for transar com algum outro cara, saiba disso. Como aqui eu que mando, gozei onde eu queria...
Eu só sacudi a cabeça. Ele levantou a minha calça com a cueca e disse que era pra eu ficar com o prêmio melando meu buraquinho enquanto ele descansava pra mais uma. Como todo macho fodedor, ele foi ao banheiro, mijou, só lavou o pau na pia e voltou pra beber mais uma comigo.
Eu ainda estava nervoso, tentei agir com a naturalidade que ele agia, mas sentia minhas pernas bambas e o reto todo machucado do pós-uso. Estava delicioso ficar com o cuzinho molhado de esperma durante o papo com o meu enrabador. Eu sabia que não era mais o mesmo. Tinha entrado na lista daquele safado como mais um buraco pra ele se aliviar quando desse na telha e eu adorei. Saber que eu tenho meu lugar garantido dentro de uma cueca é a maior delícia pra mim. Naquela noite, ele me comeu mais uma vez mesmo comigo choramingando e reclamando da dor, mas eu estava onde sempre sonhei estar, na base de uma pica grossa de homem comedor.
Transamos por mais alguns meses. E continuamos muito amigos. Ele continuou sendo a pessoa incrível que era comigo, me falou como se descobriu bissexual e que nunca escondeu, só era muito sério. Só houve um término quando ele passou num concurso e foi morar em outro estado. Com o tempo perdemos o contato, mas ficou a lembrança de uma foda maravilhosa que estou dividindo com vocês.
Bem, meus safados, obrigado por lerem esse conto com tudo isso de safadeza.
P.S.: procuro um novo dominador que fale bastante sacanagem, seja 1000% ativo e adore comer uma bundinha pequena e gulosa.


Achei grande o conto, mais com muito tesão até eu, que gosto de dar, fiquei com vontade de te comer.