Vera…coroa inesquecível!

Meu nome é Ricardo e há meses eu estava a conversar com alguém que conheci neste mesmo portal com aquilo que mais aprecio: mulheres maduras.

Foi aqui que conheci a Vera. 67 anos, casada há 42 com o mesmo homem. No perfil dela tinha uma foto discreta: cabelos grisalhos curtos, corpo cheio, seios pesados e um olhar que já entregava a fome acumulada.

No começo foram mensagens tímidas. Depois de duas semanas, trocamos o número de um app de conversas, e a partir daí ela já me mandava áudios gemendo baixinho enquanto se tocava pensando em mim: -
- “Meu marido mal encosta mais em mim, Ricardo… faz tanto tempo que eu não sinto uma rola dura de verdade dentro de mim.”

Decidimos marcar. Um hotel simples, porém limpo e confortável na zona sul de São Paulo. Quando abri a porta do quarto, lá estava ela: vestida com um vestido floral soltinho, sem sutiã. Os mamilos escuros já marcavam o tecido. Fechamos a porta e ela não perdeu tempo.
— Finalmente… — murmurou rouca, encostando o corpo quente no meu. — Tira logo essa roupa, quero sentir você.
Beijei aquela boca madura com vontade. A língua dela era gulosa, experiente. Desci as mãos pelos quadris largos, apertei aquela bunda grande e macia por cima do vestido. Vera gemeu na minha boca:
— Isso… aperta essa bunda de coroa que tá louca pra levar vara.
Tirei o vestido dela num só movimento. Os seios caíram pesados, livres, com mamilos grossos e escuros. Chupei um com força enquanto apertava o outro. Vera agarrou minha cabeça contra o peito dela.
— Ai, caralho… chupa mais forte, sadado…mama esses peitos que meu marido ignora há anos!

Caímos na cama. Tirei a calcinha dela e vi aquela buceta madura, peludinha, já molhada brilhando. Os lábios grandes e escuros estavam inchados de tesão. Abri as pernas dela e passei a língua devagar do cuzinho até o clitóris. Vera arqueou as costas e soltou um gemido alto:
— Porra, Ricardo! Que língua gostosa… lambe essa xota, vai… lambe tudinho!
Enfiei dois dedos nela enquanto chupava o clitóris. Vera estava encharcada, escorrendo no meu queixo. Ela segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando contra minha boca.
— Isso, assim… come minha buceta com essa boca… ai que delícia, caralho! Vou gozar na sua cara, tá?
E gozou. Forte. O corpo todo tremendo, apertando meus dedos lá dentro enquanto gritava palavrões que eu nunca imaginei ouvir de uma coroa de 67 anos.

Não dei tempo pra ela se recuperar. Tirei a roupa, minha rola estava latejando, dura pra caralho. Vera olhou com olhos brilhando de fome:
— Uauuu… que rola grossa. Vem, me fode! Quero sentir você bem fundo.
Posicionei a cabeça na entrada molhada e empurrei devagar. A buceta dela era quente, molhada e ainda apertada o suficiente pra me fazer gemer. Quando entrei até o fundo, Vera cravou as unhas nas minhas costas:
— Aaahhh porra! Que rola grande… me arromba, Ricardo! Fode essa velha gostosa!
Comecei a meter com força. O barulho molhado da buceta dela enchia o quarto junto com os gemidos dela. Vera enrolava as pernas grossas na minha cintura, puxando-me mais fundo.
— Mais forte! Mete tudo… quebra essa xota! Ai que delícia… assim… assim mesmo!
Virei ela de quatro. A bunda grande e branca empinada pra mim era uma visão. Segurei aqueles quadris e meti de uma vez. Vera enterrou o rosto no travesseiro e gritou:
— Isso! Me fode como uma cadela! Olha como essa buceta tá engolindo sua rola… mais fundo, caralho!
Metia com tudo, batendo contra aquela bunda macia. Passei o dedo no cuzinho dela e ela rebolou pedindo:
— Pode enfiar o dedo… eu gosto… ai que safado gostoso!
Gozei pela primeira vez enchendo aquela buceta madura. Vera sentiu o jorro quente e gozou junto, tremendo inteira, apertando meu pau com as paredes internas.
— Isso… goza dentro… enche essa xota de porra… ai que delícia!
Não paramos aí. Depois de um descanso curto, ela montou em mim, cavalgando devagar no começo, depois cada vez mais rápido. Os seios pesados balançando na minha cara enquanto ela gemia sem parar:
— Olha como eu tô molhada… escuta esse barulho… tô toda melada de porra e buceta… você me deixa tão puta, Ricardo!
Chupei aqueles mamilos enquanto ela quicava no meu pau. Vera gozou mais duas vezes antes de eu virar ela de lado e meter de conchinha, apertando aqueles seios por trás e mordendo o pescoço dela.
— Me fode até eu não aguentar mais… quero sair daqui andando torto… quero sentir sua porra escorrendo pela minha perna quando chegar em casa…
Gozei pela segunda vez, bem fundo, enquanto ela tremia num orgasmo longo e molhado.
Ficamos deitados, suados, exaustos. Vera passou a mão no meu peito e sorriu safada:
— Da próxima vez quero que você me foda o cu também… tô guardando esse furinho virgem pra você.
Beijei aquela boca madura e respondi:
— Pode deixar, Dona Vera… ainda tem muita fantasia nossa pra realizar.

Foto 1 do Conto erotico: Vera…coroa inesquecível!

Foto 2 do Conto erotico: Vera…coroa inesquecível!

Foto 3 do Conto erotico: Vera…coroa inesquecível!


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario lucasemarcia

lucasemarcia Comentou em 12/05/2026

Sensacional! A experiência vale muito prazer. Bjos, Ma & Lu




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


243941 - Adoro uma mulher madura - Categoria: Coroas - Votos: 6
243918 - A chefe em BH - Categoria: Coroas - Votos: 4
232377 - Inicio inusitado - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
225597 - Muito diferente do que pensava ser. - Categoria: Coroas - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil mancarinhoso
mancarinhoso

Nome do conto:
Vera…coroa inesquecível!

Codigo do conto:
261863

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
12/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3