Mariza sentiu o peso do cachorro sobre suas costas antes mesmo de entender o que estava acontecendo. O susto foi imediato — um choque elétrico que percorreu sua espinha quando as patas dianteiras do labrador se apoiaram em suas nádegas, o focinho quente e úmido cutucando o tecido fino da calça de moletom que vestia. Soltou um grito abafado, virando o rosto para ver o animal ofegante, os olhos escuros brilhando com uma excitação animalesca que não era normal.
— Rex, não! — a voz saiu trêmula, mas o cachorro não obedeceu. Ele continuou ali, montando seu corpo, o membro já semi-ereto roçando contra o algodão que cobria sua bunda. Para impedir que continuasse, ela se jogou de lado, rolando no chão da sala e esbarrando no balde com água suja. O impacto derrubou o pano que ainda segurava.
Mas, ao se levantar apressada, percebeu que entre suas pernas uma umidade diferente da água do limpador começava a brotar. O susto já passara. No lugar do medo, uma sensação queimava baixo em seu ventre — uma vergonha quente e doce que a fez corar.
Mariza olhou para o cachorro, que a observava com a língua de fora, o membro já visível e rosado saindo da bainha. Lembrou-se das noites vazias ao lado do marido, que dormia de costas para ela há meses. Das mãos que nunca mais tocaram seus seios. Da boca que esquecera o caminho até sua boceta.
Ela mordeu o lábio.
— Vem — sussurrou, a voz rouca, enquanto andava de costas em direção ao quarto, os olhos fixos no animal. O cachorro a seguiu, o rabo abanando, as patas fazendo pequenos arranhões no assoalho de madeira.
Dentro do quarto, a luz do meio-dia entrava pelas cortinas entreabertas. Mariza fechou a porta com o calcanhar, as mãos já puxando a barra da camiseta. O tecido subiu revelando a barriga lisa, o sutiã simples do dia a dia, os ombros nus. Deixou a peça cair no chão. O cachorro cheirou o ar, farejando o cheiro novo que começava a se espalhar.
Ela sentou na cama, o colchão gemeu sob seu peso. Com dedos trêmulos de excitação, baixou a calça de moletom, depois a calcinha de algodão — uma peça sem graça, que seu marido nunca via, mas que naquele momento estava encharcada. O ar frio tocou sua pele úmida e ela estremeceu.
— Vem cá, Rex — chamou, abrindo as pernas.
O cachorro aproximou o focinho, farejando o ar próximo a sua boceta. As vibrações do faro tocaram os lábios inchados e Mariza gemeu baixinho. A primeira lambida foi larga, a língua áspera e quente varrendo toda a extensão de sua fenda, dos grandes lábios até o clitóris já intumescido.
— Ai, meu Deus... — a respiração dela falhou.
A segunda lambida foi mais precisa. A língua do labrador era larga e musculosa, e ele a usava com uma sede que seu marido nunca tivera. Cada passada abria seus lábios, expondo o botão sensível que pulsava lá no alto. Quando a ponta da língua roçou seu clitóris, Mariza arqueou as costas, empurrando a boceta contra a boca do animal.
— Isso... mais... — as palavras saíam entrecortadas, os dedos dela se enterrando no pelo dourado do cachorro enquanto ele alternava entre lambidas longas e movimentos mais rápidos, focados no clitóris. A cada passada, uma corrente elétrica subia de sua boceta até o estômago, fazendo seus músculos se contraírem.
O som molhado da lambida ecoava no quarto silencioso. Mariza olhou para baixo e viu o focinho enterrado entre suas coxas abertas, viu a língua rosada saindo e entrando, viu o brilho de sua própria lubrificação no queixo do animal. A visão era sórdida, errada, e isso a fez ficar ainda mais molhada.
Quando sentiu que não aguentava mais, que estava prestes a gozar só com a língua áspera em seu clitóris, ela se virou de quatro sobre a colcha. As mãos afundaram no edredom enquanto ela arqueava as costas, oferecendo a bunda para trás, as pernas abertas, a boceta exposta e brilhante.
— Vai, Rex... tenta de novo — sussurrou, o coração batendo tão forte que ecoava em seus ouvidos.
O cachorro montou suas costas novamente, mas dessa vez ela não resistiu. Sentiu o peso dele, as patas dianteiras apertando sua cintura, o membro quente e latejante cutucando cegamente entre suas pernas. Ele se movia, empurrando contra a entrada de sua boceta, mas errava o alvo, escorregando pelo períneo, roçando o ânus, deslizando pela coxa molhada.
— Calma... calma... — Mariza gemia, uma mão indo para trás para guiar aquela vara grossa e pontuda até o lugar certo. Seus dedos encontraram o membro do animal — quente, pulsante, coberto de lubrificação natural. Ela o alinhou com sua entrada, sentindo a ponta pressionar seus lábios.
— Agora — gemeu.
Rex empurrou.
A primeira tentativa falhou — a cabeça do pau roçou sua entrada, escorregou, e ele recuou, empurrando novamente com mais força. Dessa vez, a ponta rompeu a barreira dos lábios, entrando de uma vez. Mariza soltou um grito abafado contra o colchão, os olhos se enchendo d'água com a sensação de ser preenchida de uma forma que nunca fora antes.
— Caralho... — a palavra escapou entre os dentes.
O membro do cachorro era mais grosso que o de qualquer homem que ela já tivera, e mais longo. Entrou deslizando, esticando suas paredes internas de uma maneira que doía e ao mesmo tempo incendiava cada terminação nervosa. Ela sentiu cada centímetro, cada veia pulsando dentro dela, até que as bolas do animal bateram contra seu clitóris.
Rex começou a bombear. O ritmo era instintivo, rápido, sem cadência humana — uma sucessão de estocadas que a faziam balançar para frente e para trás, os seios balançando sob o sutiã, a boceta sendo preenchida e esvaziada num ciclo quase brutal.
— Isso... assim... — Mariza murmurava, as unhas cravadas no edredom, o rosto enterrado no travesseiro. A cada estocada, o pau do cachorro raspava em seu ponto mais sensível, provocando espasmos que começavam na barriga e se espalhavam pelo corpo inteiro.
Ela sentiu quando ele mudou o ângulo — um movimento sutil dos quadris do animal — e o pau começou a bater num lugar diferente, mais fundo, mais cheio. Seus olhos reviraram, a boca se abriu num gemido mudo enquanto o orgasmo se aproximava como uma onda gigante.
— Vou gozar... vou gozar... — a voz saiu trêmula, desesperada.
Ela sentiu o cachorro se contrair, sentiu o membro pulsar dentro dela, e então — quente, líquido, abundante — o esperma começou a jorrar. Cada batida do pau liberava mais uma carga, enchendo sua boceta com um volume que escorria pelas coxas, pingando no edredom. O orgasmo veio junto, um espasmo violento que apertou o pau dentro dela, sugando cada gota de porra que o animal ainda liberava.
Rex continuou montando, agora mais devagar, o pau ainda duro, ainda enterrado nela, enquanto os últimos jatos de esperma escorriam. Mariza sentiu o líquido escorrer pelo ânus, pela coxa, formando uma poça quente sob seus joelhos.
Quando o cachorro finalmente se afastou, o som molhado do pau saindo de sua boceta ecoou no quarto. Ela sentiu o ar frio tocar o buraco aberto, o esperma escorrendo livremente. Ficou de quatro por mais alguns segundos, os braços tremendo, a respiração um fio fraco e rouco.
Então, lentamente, deixou o corpo cair de lado sobre a cama, uma mão descendo para tocar sua boceta inchada e escorrendo. Ela olhou para os próprios dedos cobertos de porra e lubrificação, e sorriu — um sorriso culpado, satisfeito, faminto.
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