O anúncio da internet apereceu no celular e eu pensei é dessa vez que eu vou. Eu estava sozinho e um cruzeiro gay de 3 noites do Rio até Salvador ia cair muito bem. Eu já tinha fantasiado outras vezes e na hora h faltava coragem. Não sou do meio lgbt, festas baladas e tal, o que eu queria era fuder muito, me soltar sexualmente. O tesão de dar a bunda para uns caras estava grande. Fiz a compra e dias depois estava embarcado. Minha cabine indiviidual era interna, aquela que dava pro meu bolso. Como eu imaginava a maior festa da tarde quando já estavamos em mar aberto, era na piscina do convés. Os tipos de sempre, musculosos, barbudos, ursos, algum couro, muitos gritos estridentes, muita alegria, gente mais velha e mais nova. No geral um pessoal bonito. Eu estava sentado numa banqueta do bar, bebendo, observando meio de longe. Os caras passavam, sorriam, eu sorria de volta, o jogo tava rolando, nada explícito nem libidinoso, parecia uma regra geral de comportamento. Só um tesão flutuando no ar com aquela abundancia de corpos em movimento com a música. Um carinha de menos de trinta parou do meu lado e pediu uma bebida no balcão do bar. Sorridente, simpático, não dava pinta. Enquaqnto esperava pela bebida puxou papo. - Não vai cair na piscina? - Bem que eu queria, gosto de água. A muvuca é que tá muito pra mim. Respondi - Por isso que eu e meus amigos pegamos uma cabine com jacuzzi na varanda, nossa piscina própria com vista pro mar. - Sorte de vocês. Grupo grande? - Só eu e mais três amigos. A bebida dele chegou, antes de sair ele me convidou com um sorriso safado – Não quer ir conhecer? - Parece interessante. Você curte caras mais velhos? Já cheguei nos cinquenta. - Vamos lá, você está muito bem. É um cara bonito. Nosso grupo só tem uma regra, ninguém entra na jacuzzi sem estar totalmente pelado. Eu concordei. Com as bebidas na mão fomos conversando até a cabine dele. Ele contou que ele e mais um eram mais novos e os outros dois tinham a minha idade. Chegando mais perto minhas pernas começaram a tremer. A largada da putaria havia sido dada. Até então tudo corria como a minha fantasia. Quatro caras? Porra! Ele aproveitou um momento antes de entrarmos para passar a mão na minha bunda. – Você parece bem gostoso. - Vai ter que provar para saber. Os amigos dele estavam espalhados pela cabine. Apresentações feitas, vários sorrisos trocados e nós dois fomos os primeiros a tirar a roupa. Tirei a bermuda e a regata lentamente como quem nem estava ligando, notei que todos me olhavam com muito tesão. Eu era a carne fresca do pedaço. Gostei daquela primeira impressão de ser devorado com os olhos. Pensei no que viria depois. Nós dois fomos para a jacuzzi na varanda que era fechada por um tipo de lona dos lados que deixavam o local totalmente privativo. Podíamos fazer qualquer coisa ali sem preocupação com olhares curiosos. Não demorou para os outros três se juntarem a nós também pelados trazendo drinques. Ficou um pouco apertado na jacuzzi com 5 caras o que me obrigou a ficar flutuando na água por cima das pernas deles. Vez por outra eu sentava no colo de alguém de pau duro e eles passavam as mãos pelo meu corpo. Conversamos e rimos até que a coisa foi ficando ainda mais quente. A hidromassagem ligada e eu sabendo que seria o peixe na bandeja daqueles 4 gostosos. Eu tremia de tanto tesão que sentia, eles me alisavam com vontade, eu me sentia uma puta pronta para ser devorada por quatro rolas. Um dos caras mais velhos me virou e me colocou de bunda pra cima, fiquei olhando os dois mais novos de frente. O que me girou enfiou a cara na minha bunda e começou a lamber meu cuzinho com vontade. Eu nem podia imaginar onde aquilo ia parar. O cara saiu da minha bunda e veio por baixo até que eu ficasse deitado em cima dele. Eu sabia o que ele queria, dobrei um pouco os joelhos até sentar no pau dele,duro como um caralho. Ele levantou um pouco o corpo deixando minha bunda bem a mostra. Os 2 jovens vieram para frente e junto com o outro ficaram olhando aquele pau cheio de veias entrar no meu cuzinho. Eu não sabia o que era melhor, o pau no cu ou os outros cheios de tesão me vendo ser fudido com vontade. Era a primeira rola do meu cruzeiro, mas quem estava contando? O movimento daquela rola subindo e descendo no meu rabo provocava alguns esguinchos de água. Depois de um tempo o outro cara mais velho que estava assistindo com o pau na mão não aguentou e pediu para me comer também, estava quase gozando. Um pau saiu e outro entrou comigo ainda de quatro. Ele devia estar prestes a gozar mesmo pois socou rápido e forte no meu cu. Era a rola número dois. O cara gozou com uns urros que foram abafados pelo barulho do mar ali em frente. Eu também gemia de prazer. - Vamos lá pra dentro. Chamaram os dois mais jovens. Nos secamos um pouco com umas toalhas do navio e caímos nós 3 na cama. Os dois já estavam de pau durão e eu entendi que seria comido pelos dois ao mesmo tempo. O que eu não conhecia era a energia dos dois putos. Logo fizeram um sanduiche de mim e eu era o recheio. Hora eu beijava um e tinha a bunda penetrada pelo outro, depois eles trocavam e eu tinha outra pica no meu rabo. Rolas 3 e 4. Mas quem estava contando? Eles me moviam em várias posições, eu não precisava fazer nada além de deixar eles me devorarem. Cavalgando um eu chupava o pau do outro. Deitado de bruços eles se revesavam comendo meu cu várias vezes. Eles pareciam estar gostando porém certamente não estavam gostando mais que eu. Foi a trepada mais longa. Até que com o final da tarde eu gozei e eles encheram o meu cuzinho com muita porra. Parecia que tinham estourado um garrafão de champanhe lá dentro. Terminamos os 3 cansados e saciados. Descansei 10 minutos antes de ir até o chuveiro tomar um banho. A chuverada serviu para aliviar ainda mais meu corpo que havia sido levado ao extremo do tesão. - Todo mundo gozou menos eu. Disse o primeiro coroa da pica cheia de veias punhetando na porta do banheiro. Sem me dar tempo de responder ele veio por trás de mim e me abraçou. Achei que não ia aguentar mais pica, fui vencido quando ele segurou meus peitos com as mãos e apertou, algo que sempre adorei. Aquilo me convenceu a fazer um ato de caridade por mais um pau. Eu estava com as mãos apoiadas na parede e empinei a bunda. Ele enfiou o pau no meu cu e ficamos fudendo ali em pé no chuveiro até que ele gozou sempre me agarrando por trás. Terminei o banho e me despedi dos caras antes de voltar a minha cabine para uma boa noite de sono.
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