Faziam seis anos que éramos casados. A fantasia do ménage sempre esteve presente nas nossas conversas mais safadas, mas, no começo, ela relutava. Até que, aos poucos, a curiosidade venceu. Criamos uma conta em um site de casais e conversamos com alguns rapazes. Dois chegaram a interessá-la, mas não rolaram. Até conhecermos ele. Ele tinha 38 anos, era da nossa cidade, experiente e direto. Tinha um jeito que transmitia segurança. Ela viu as fotos e eu percebi o brilho diferente no olhar dela. Ele era bem dotado — e ela não disfarçou o interesse. Depois de dias de conversa, marcamos um barzinho. A tensão já estava no ar desde o primeiro gole de cerveja. O papo foi ficando quente, cheio de insinuações. Olhares, risadas nervosas, toques discretos. Quando ele colocou a mão na coxa dela por baixo da mesa e ela não tirou, eu soube que ia acontecer. Fomos no carro dele para o motel. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Ciúme e tesão misturados de um jeito que eu nunca havia sentido. No quarto, a luz vermelha suave deixava tudo ainda mais proibido. Por alguns segundos ficamos os três parados, sem jeito. Foi ela quem quebrou o gelo: — Me mostra que você tem experiência então... Ele não esperou segunda ordem. Deitou ela na cama, tirou sua calça com calma e desabotoou o body. Quando viu a bucetinha dela — pequena, rosada, já molhada — soltou um gemido baixo: — Nossa... que buceta linda. Eu, sentado ao lado, respondi quase sem pensar: — Aproveita. Hoje ela é toda sua. Ele abriu as pernas dela e mergulhou o rosto ali. Lambeu devagar, depois com mais fome. Ela gemia baixinho, segurando a cabeça dele e puxando contra si. Eu me aproximei, beijei sua boca e senti o quanto ela estava excitada — o beijo estava trêmulo, urgente. Tirei o pau para fora e ela começou a me chupar enquanto ele devorava sua buceta. Não demorou muito. Ela gozou pela primeira vez com as pernas tremendo forte, apertando a cabeça dele entre as coxas. Ofegante, ela pediu: — Camisinha... Peguei uma e entreguei a ele. Mas quando ele tirou a cueca, ela parou tudo: — Espera... deixa eu chupar um pouco primeiro. Segurou aquele pau grosso com as duas mãos, puxou a pele para trás e abocanhou com vontade. Chupava gostoso, descia lambendo até as bolas e voltava subindo, enfiando o máximo que conseguia. Ele segurava o cabelo dela e dizia: — Isso... chupa seu macho pro seu marido ver. Enquanto isso, eu batia de leve na bunda dela e chupava sua buceta por trás. O quarto estava cheio de sons molhados e gemidos. Ela olhou pra ele, safada: — Você não vai gozar agora? — Só depois que eu te comer bem gostoso. Ele colocou a camisinha, deitou em cima dela e foi enfiando devagar. Ela gemia a cada centímetro que entrava. Quando o pau inteiro desapareceu dentro dela, minha esposa agarrou as costas dele e soltou um gemido longo. Ele começou a meter forte, fundo. Os corpos batendo, o barulho da carne, os beijos molhados. Eu segurava a mão dela, assistindo de perto cada estocada. Depois ela quis sentar. Ele se deitou e ela desceu devagar, depois sentou de uma vez, engolindo tudo. Rebolava olhando pra mim: — Olha amor... tá entrando tudo. Ele apertava os seios dela com força. Não aguentou muito tempo e gozou forte, enchendo a camisinha. Enquanto ele recuperava o fôlego, eu comi ela de lado. Dava pra sentir como a bucetinha dela estava aberta e quente. Ela sussurrou no meu ouvido: — Tá gostoso? Eu tô amando... ele me abriu todinha. Sente. Depois coloquei ela de quatro. Ele sentou na frente para ela chupar enquanto eu metia. Quando o pau dele ficou duro de novo, trocamos de lugar. Eu abri a bunda dela e ele enfiou tudo de uma vez. O barulhinho molhado ecoava no quarto. Ela gemia alto, ora chupando meu pau, ora falando gemendo: — Ele tá comendo muito forte... — Quer que ele pare? — perguntei. — Não... continua. Tá muito gostoso. Ele ainda pegou ela no colo, jogou na cama e comeu com força mais uma vez, como namoradinhos, até gozar pela segunda vez. Ela gozou várias vezes. Quando terminamos, suas pernas tremiam tanto que mal conseguia ficar em pé. No carro, voltando pra casa, ela estava quieta, mas sorrindo. Chegando em casa, tirou a roupa e eu vi as marcas: chupões nos seios, a bucetinha vermelha e aberta, até o cuzinho marcado onde ele tinha enfiado o dedo. Deitamos na cama e ficamos relembrando cada detalhe. O tesão voltou com força. Acabamos transando de novo, gostoso e lento, enquanto ela me contava o quanto tinha sentido prazer com os dois paus. Foi nervoso, intenso, cheio de ciúme e tesão. Mas no final... saiu tudo muito melhor do que imaginávamos.
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