Eu fingi que não vi.
Todo dolorido. Nunca havia pego um homem mais velho e bruto. Embora gostei da pegada de macho.
Tava na piscina meu cunhado encontrou em mim na água. Ralando sua pica. Levei um susto e claro arrepiei.
Ele riu e disse. Que foi cunha, assustou com minha cobra e riu
Falei, sua irmã tá olhando, vai pensar o que.
Ele disse, você tá estranho, ficou parado desde ontem, foi dormir cedo.
E apertou minha bunda.
Gelei.
Tirei a mão dele e falei, sua irmã tá vendo.
Ele falou, então se ela não tivesse vendo a gente você deixava e riu.
Falei, sai fora.
Ele saiu e disse, hum se tá estranho.
E saiu.
Eu morrendo de medo dele descobrir.
Após o almoço.
Fui pra dentro da casa e vem Zé pelos fundos.
Me agarra por trás e diz.
O bunda gostosa.
De sunga vermelha.
Parece calcinha.
Meteu o dedo no meu rabo.
Falei para se tá doido.
Alguém entra e vê isso.
E outra você me machucou. Tá doendo.
Ele já duro, me agarrou por trás.
E meteu dois dedos.
Ele diz, vai lá de novo pra despedir da gente.
Falei, você contou pra aquele cara.
Ele disse, não. Ele viu.
Falei, não posso tá doendo.
Ele falou sério. Vá lá viado, ou falo pra família toda o que você gosta.
Nisso entra meu cunhado e um primo dele.
Zé despediu e saiu.
Eles ficaram olhando sem entender essa amizade repentina.
Sai conversei com todos, brinquei.
Sai de fino e fui.
Zé tava lá.
Me pegou e disse. Vem vamos sair daqui.
Me levou pra dentro do mato.
Lá o rapaz de nome Emerson, roçava uma plantação.
Ele olhou e disse, nossa égua veio.
Ele , preto baixo, mas corpo definido, uma pica grande, mas fina.
Falei, pode chegar alguém aí.
Zé me abaixou e me pois pra chupar.
Veio Emerson e começou a bater a pica na minha cara.
Fiquei revesando entre as duas.
Emerson disse.
Ela tá machucada, come você que vou ficar na frente e riu.
Falei, por favor vai devagar.
Por incrível que pareça, Emerson foi tranquilo, com jeito.
E começou a meter.
Nossa doía um pouco, mas ele era muito gostoso.
E Zé socando a pica na minha boca.
Delícia.
Comecei a gemer.
Emerson disse, gostosa, olha Zé, tá gemendo como uma garota
E metiam muito
Zé batia com a pica na minha cara.
Emerson me dava tapas, ficamos assim por um bom tempo.
Zé gozou muito na minha boca. Bebi uma parte e outra escorreu pelo meu rosto.. nisso Zé saiu e falou, boa sorte com ela e riu.
No que ele saiu, Emerson, me virou de frango assado no chão e meteu a pica, beijando minha boca toda gozada.
Nossa me surpreendeu, primeira vez beijando um homem, meu tesão veio com tudo. Nem lembrava de dor.
Comecei a gemer pedindo mais, .
Ele começou a chupar meus peitos
Pego meu pau, masturbando.
Nossa tudo novo
Me fudeu muito. Que delícia.
Nisso ele gozou no meu cu. Àqueles jatos me fizeram gozar na hora.
Que delícia.
Ele tirou. Me lamber todo limpando meu gozo
Nossa que delícia. Terminamos com um beijo.
Nossa que surpresa.
Meu cu doida mas foi diferente.
Ele levantou. Se recompôs, coloquei minha sunga e disse. Nossa a quanto tempo não podia assim.
Me levou de volta até a casa.
Nem vi o tempo passar.
Chegando lá. Estavam me procurando.
Meu cunhado se aproximou e Disse no meu ouvido.
Onde você foi que tá com essa cara sem graça.
Ri e disse, dar uma volta.
Ele falou, de sunga?
E riu.
Disse, sim.
Nisso fui tomar banho.
Me arrumei para irmos.
No carro que fui tinha minha namorada na frente e cinco atrás.
Tive que ir no colo do meu cunhado.
Ele de bermuda de Tactel e eu de short fino de Futebol.
Durante a viagem que era rápida.
No balanço do carro, senti sua pica dura.
Olhei pra trás ele e o primo rindo.
Ele põe a mão discretamente em minha perna e fica alisando.
Assim foi até a nossa casa.
Sai excitado é claro.
Ele também.
Aí sair do carro vi o volume dele.
Me despedi de todos.
Ele olhou e disse.
Cunha, aguardo você lá em casa em breve.
belmon