Cliente da farmácia me come e chama os amigos (pt1)

Trabalho em uma rede de farmácias bem conhecida há mais de 8 anos, então sou bem conhecida por aqui, e naturalmente a gente acaba fazendo amizades com muitas pessoas. Uma dessas amizades é Patrício.
Patricio é negro, alto, forte, tatuagens nos 2 braços, aparelho nos dentes, sorriso cativante e bem galanteador. As meninas da farmácia sempre comentavam dele ser gostoso, e eu sempre ficava cuidando ele.
Certo dia Patrício estava comprando comigo e começou a dar em cima de mim bem descaradamente, na frente das minhas colegas. Comentei com elas e me alertaram para me afastar dele, porque espalhava e não era nada discreto. Devia ter dado ouvidos, mas não dei. Continuei flertando com ele e até passei meu whats para verificar mais de perto.
Já na primeira conversa me disse que tinha muita vontade de me comer e me mandou foto do pau duro. As meninas tinham razão, ele não tinha muita noção das coisas. A foto era linda, pau grosso, médio e cabeça pra fora. Mas decidi não sair com ele, mesmo assim continuo a conversa.
Certo dia saindo da farmácia a noite Patrício estava do lado de fora, me cumprimentou com um beijo quase do lado da boca e eu fui indo em direção ao carro. Ele na hora pediu carona. Eu sabia que não devia dar, mas algo me empurrava para Patrício. Perguntei se era longe e ele disse que era na outra quadra. Fomos.
   Entrando na rua da casa dele, pediu para parar mais embaixo, atrás da empresa de ônibus Salgado Filho. Estranhei mas parei, e não tinha luz, estava escuro.
Quando olhei para Patrício, estava com o pau pra fora, se masturbando, me olhando.
- Que está fazendo Patrício?
   - Vem, pega nele um pouquinho, já que elogiou tanto pelo whats!
Cada vez mais o aviso das gurias fazia sentido, mas também cada vez mais não sabia o que acontecia comigo. Só me abaixei e caí de boca nele. Mamei devagar, babando, punhetando ele, gemendo baixinho, com ele agarrado nos meus cabelos. Minha bucetinha estava molhada, mas estranhamente começou a coçar. Eu tinha que sentar naquele pau.
Parei o boquete, puxei o banco dele bem pra trás e deitei o encosto. Pulei pro colo dele, abaixei as calças com calcinha e tudo, de costas pra ele e com as mãos no painel do carro, sentei naquele cacete. Devagarinho, centímetro por centímetro, até encostar a bunda na barriga dele. Comecei a rebolar devagarinho, sentido o pau dele se acomodando dentro de mim. Então subi, e comecei a cavalgar naquele pau gostoso. Fiquei uns 10 minutos quicando nele, quando sinto ele levantar minha bunda e começar a socar mais forte. Ia gozar! E gozou, muito, e gostoso.
Puxei minhas calças, ele desceu e fui embora com o leite dele saindo só quando cheguei em casa, ao lado do meu marido tomando mate, e leite escorrendo.
No outro dia Patrício estava de novo me esperando sem me avisar. Dessa vez com uma lata de cerveja na mão. Entrou no carro e fomos para o mesmo local. Desta vez me levou pro banco de trás e veio por cima. Fodia forte e me enforcando. Comecei a ficar com medo de onde tudo isso ia dar, mas gemia como uma puta sentindo ele me comer até parar de repente e dizer que estava com vontade de mijar. Simplesmente saiu pelado do carro e foi mijar do lado de fora. Ele não era normal, mas era gostoso, e isso estranhamente me prendia no pau dele. Ele retorna, fecha a porta e se ajeita em cima de mim, sentando em meus peitos e forçando o pau na minha boca. Ele recém tinha mijado! Mas ele pega meus cabelos e trás minha cabeça pro seu pau. Sem opção chupo. Era um misto de xixi com gosto da minha buceta melada. Começo a mamar e logo o cheiro de urina sai, e então começa a jorrar leite na minha cara. Ele nao deixa cair tudo na boca para esfregar com o pau e me deixar com a cara toda sina de porra. Dá umas batidas com o pau na minha boca e sai de cima.
Fui embora nesse dia com o cheiro de pau, e meu marido me beija na boca quando chego mas não sente nada.
E assim ficamos fodendo todos os dias, por mais de um ano, até chegar um domingo que percebi que Patrício não tinha limites. Me convidou para um churrasco em um domingo. Eu sempre ia onde ele mandava, fazia o que podia, não conseguia me impor nem dizer não. Inventei para meu marido que estava de serviço e levei uma roupa escondida na bolsa. Para caber na bolsa levei um short curtinho, menor que meu número, que ficava com a buceta repartida e arolado no meio da bunda. Parei em um posto na Borges e no banheiro troquei. Os frentistas com certeza pensaram que eu era uma prostituta pelo short vermelho enfiado no rabo e blusinha ate um pouco abaixo dos seios, aparecendo a barriga.
Quando cheguei no churrasco tinha só homens, Patrício e mais 3: Juninho, Leandrão e Felipe.
O que aconteceu nesse churrasco vou contar no próximo conto para não me estender aqui….bjs


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Comentários


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eucasado Comentou em 14/05/2026

Seus contos estão cada vez melhor, muito excitantes. Beijos

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coroaandre Comentou em 14/05/2026

1 parte foi ótima




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Ficha do conto

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diessica

Nome do conto:
Cliente da farmácia me come e chama os amigos (pt1)

Codigo do conto:
261998

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/05/2026

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7

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