Mas naquele dia eu estava com preguiça de cozinhar. Achei que poderíamos sair pra jantar, ou mesmo pedir uma pizza.
Meu marido olhou bem sério pra mim e começou o sermão:
- Você não acha que eu mereço chegar em casa e descansar, depois de um dia duro como hoje? Você acha que pode ter "preguiça" de cozinhar, sendo que não tem mais nada pra fazer o dia todo a não ser as coisas da casa? Você não precisa se preocupar com nenhum gasto, tem tudo o que quer e precisa, e não pode simplesmente fazer uma merda de um jantar??
- Eu pensei que a gente pudesse sair.....
- A gente não sai sempre?? Não fomos nessa semana mesmo no seu restaurante favorito??
- Sim, senhor.... Mas é que...
- Você ainda vai querer continuar discutindo??
- Não, senhor....
Então baixei a cabeça e virei as costas, murmurando baixinho algo como "não sou empregada". Mas esse pensamento saiu alto demais... Ele ouviu...
- O que você disse, Cindy???
- Nada senhor, estava só pensando... Desculpe
Nesse momento um medo se apossou de mim, pois eu sabia que tinha tirado meu marido do sério. Ele jamais me tratou como empregada, eu estava sendo ingrata, e seria duramente castigada por isso.
- Nunca te tratei como empregada Cindy... Você será castigada por essa fala. E pela falta do jantar. Vá no quarto e pegue meu chinelo de couro.
- Senhor, por favor, o que vai fazer?
- Contestações aumentam a quantidade de palmadas, lembra?? Estava considerando 50 em cada lado da bunda. Acabei de aumentar para 70. Vai falar mais alguma coisa e arriscar ficar sem sentar??
Abaixei a cabeça e fui até o quarto buscar o chinelo. Chegando na sala, ele mandou eu abaixar a calcinha e levantar a saia. E então ele me puxou para seu colo.
- Comece a contar. Se gritar já sabe, aumenta 1.
A primeira chinelada foi forte, dura, não consegui me conter...
- Aiiiiiiii........
- Ótimo, serão 72 agora. Não ouvi o número.
- ... 1...
E veio a segunda... plaft... Ele estava com raiva, batendo com toda a força. Dei outro grito...
- Aiiii Aiiiiiiii está doendo.....
- Passamos a 74. Número.
- ....2....
Plaft, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
- 15....
- 16....
Minha bunda ardia, os dois lados muito quentes, eu me debatia em seu colo, ele me segurava com força.
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
- 60.....
- 61 ...
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
Eu chorava baixinho, minha bunda super dolorida, sem poder nem tocar... PLAFT, PLAFT, PLAFT
- 74.....
Não tinha forças nem para levantar. Qualquer movimento doía. Minha bunda estava toda marcada..nem a surra de cinta foi tão dolorida.
Tive que fazer o jantar de bunda pelada.
- Uma hora você vai acabar aprendendo, Cindy.. nem que eu tenha que surrar essa sua bunda todo dia.