CASADA NO HOTEL

Casada no hotel

Viajo com muita frequência e por diversos lugares do Brasil, ao menos uma viagem por mês. Na segunda semana deste mês eu viajei a Brasília, para onde costumo viajar com muita frequência, e era uma viagem rápida, dormiria em hotel apenas duas noites. Ao acordar, na primeira manhã, fui tomar café para iniciar o dia de trabalho.

Eu cheguei no restaurante do hotel para tomar café, tinha uma moça para entrar, ela estava chegando e eu também, acho que ela havia descido pela escada, pois não desceu no elevador comigo, o funcionário do hotel perguntou qual era o apto dela, ela ficou calada e parece que ia pedir alguma informação, eu até fui meio indelicado, pois só fiz anunciar o número do meu apto e entrei, ela ficou lá com o funcionário, fiz meu prato e procurei uma mesa pra sentar, pouco depois ela chegou, fez o prato dela e escolheu uma mesa atrás da minha, sendo que havia varias mesas livres no restaurante, quando ela passou por mim, perguntou de onde eu era. Fiquei pensando se o que chamou a atenção dela foi o cheiro do meu perfume ou o meu sotaque, então respondi que era de João Pessoa e perguntei se ela já conhecia, ela respondeu que não conhece ainda, então perguntei de onde ela era, ela respondeu que era de São Paulo.

Ficamos conversando um pouco e eu sempre me virando para falar com ela, pois eu estava de costas para a mesa que ela escolheu, então perguntei se poderia dividir a mesa com ela, ela disse que sim, passei para a mesa dela e continuamos nossa conversa, eu falando sobre João Pessoa e dizendo que já estive em São Paulo algumas vezes e que vivo sempre viajando por todo o Brasil, mas, que Brasília é o meu destino mais comum. Ela perguntou até quando eu ficaria, respondi que voltaria no dia seguinte, pela manhã, cedo. Ela lamentou, pois disse que teria compromisso à tarde, mas teria a manhã seguinte livre e que, se eu tivesse livre também, iria adorar se eu pudesse mostrar para ela um pouco de Brasília, especialmente o Congresso Nacional, pois era a sua primeira vez na cidade.

O telefone dela tocou, ela atendeu, e confirmou uma consulta com uma clínica cardiológica, e disse que era a nora da paciente, aí, fez uma ligação em seguida e informou para a sogra sobre o dia e hora da consulta, então me falou que estava transmitindo a informação para a sogra e que tinha dois filhos, eu admirei ela tão jovem já ter dois filhos, então ela falou que tinha 29 anos.

Nisso eu terminei o meu café e disse que iria subir para trocar de roupa, pois iria trabalhar, deseijei um bom dia. Quando me levantei da mesa ela disse o número do quarto dela, e disse que eu desse uma passada lá, que batesse na porta do quarto dela, então eu pedi o número do telefone dela, ela pegou o meu telefone e digitou seu número no meu aparelho. Eu salvei o contato e subi.

Chegando ao quarto tomei banho, troquei de roupa e desci, antes, passei uma mensagem perguntando se ela já estava no quarto, imediatamente ela respondeu que sim, eu disse que estava indo. O meu quarto era no terceiro andar e o dela era no segundo, desci pela escada e fui direto ao quarto dela, bati na porta e quando ela abriu falou:

Noooooossa, como ele está tão bonito e elegante nesse terno.

Me convidou para entrar, entrei, ela fechou a porta e me perguntou se eu aceitaria um chocolate, eu disse que não, pois havia acabado de escovar os dentes, mas perguntei se ela aceitaria uma pastilha halls, ela disse que sim, eu tirei a pastilha do bolso, separei uma, e ela esticou o braço para receber, eu recolhi o meu braço e disse que haveria três formas diferentes de entregar aquela pastilha para ela:

A primeira seria, com a minha mão eu colocar não dela; a segunda seria, com a minha mão eu colocar na boca dela; e a terceira, seria, com a minha boca, eu colocar na boca dela.

Ela sorriu, com um jeito meio tímido e disse:

Meu Deus, como eu sou inocente.

Aí perguntou:

Você achou que iria ser fácil assim, foi?

Eu disse que não havia feito nenhuma avaliação de facilidade ou dificuldade, e disse que ela apenas fechasse os olhos, ela sorriu e fechou, eu me aproximei, a abracei e a beijei, colocando a pastilha que estava na minha boca, na boca dela. Ela me beijou me abraçando cada vez mais forte e agia como se quisesse passar os braços por debaixo do meu blazer, eu a conduzi contra a parede, e a beijei espremendo o seu corpo contra a parede, ela desceu a mão e começou a pegar no meu pau, e ficou apertando ele sobre a calça, enquanto dava discretos gemidos, eu tirei a blusa dela deixando-a só de sutiã na parte de cima e continuei a beija-la, então ela voltou a me abraçar e a pegar no meu pau, que já estava duro, óbvio, tirei o sutiã dela e chupei seus mamilos, ela gemeu. Ela foi abrir a calça dela, eu disse que ela não abrisse, que eu é que iria fazer isso, então ela voltou a encher a mão no meu pau.

As cortinas do quarto estavam abertas e eu comentei que alguém poderia ver no edifício vizinho, ela deu um sorriso malicioso e perguntou:

Está com medo do que, paletó?

Eu ri e disse que não tinha medo de nada, que se ela quisesse continuar com a cortina aberta eu não me importaria se tivesse gente vendo, ela sorriu e foi fechar a cortina. Eu comecei a tirar o blazer, então ela perguntou:

Ué, mas você não ia trabalhar?

Eu respondi;

Ia, mas agora tenho algo melhor a fazer.

Abri a calça dela, tirei e botei na cama, deixando-a só de calcinha, preta, enfiada na bunda na parte de tras e fazendo um belo capô de fusca na frente, em seguida chupei seus mamilos e desci ficando de joelhos e tirei a calcinha dela. Nooooossa, que buceta linda, volumosa, bem fechadinha e de pelinhos aparados, (adoro buceta com pelinhos) então comecei a tirar toda a minha roupa, quando estava completamente nu, ela veio me abraçar, me beijou novamente e me conduziu para a cama, eu deitei e ela veio e sentou no meu pau e ficou me beijando e me cavalgando, eu me ergui e a suspendi, saí com ela nos braços e voltei a comprimir o seu corpo na parede e fiquei a beijando, dessa vez nossos corpos já totalmente nus, ela gemia baixinho, revirava os olhos.

Eu voltei, com ela nos braços, para a cama, a deitei e pedi que ela subisse mais o corpo para a cabeceira da cama, ela subiu, eu fiquei beijando-a, chupando os seios dela e dedilhando sua buceta, ela gemia cada vez mais, comecei a meter naquela buceta novamente, depois tirei de dentro e desci beijando seus seios e seu ventre e comecei a chupar a sua buceta, enfiei o dedo e procurei o ponto G dela, ao encontrar fiquei chupando a buceta e massageando o ponto G, ela se contorcia e gemia cada vez mais, aí eu fui beijar sua boca, ela pegou no meu pau para guiar para a buceta, eu disse que não precisava ela guiar, pois o meu pau já tinha descoberto o caminho para da sua buceta, ela deu um sorriso tímido, e demonstrava estar cheia de tesão, então ela pediu:

Come a minha bucetinha, come, mete novamente.

Eu acomodei a cabeça do meu pau na boquinha da buceta dela, e deslizei tudo para dentro, ela estava tão molhada que deslizou fácil, ela fechou os olhos e suspirou, eu comecei a meter de forma ritmada e passei a dar estocadas fortes, rápidas e profundas, ela revirava os olhos e gemia me beijando, então ela perguntou se eu achava que iria comer a novinha, eu disse que adoro casada, mais uma vez ela sorriu safadamente.

Aí ela disse:

Nooooooossssa, que boca é essa?

Eu voltei a chupar a buceta dela e enfiar o dedo para massagear o seu ponto G, ela revirava os olhos e me chamava de gostoso, coloquei dois dedos e continue a massagem na sua buceta, então, saí e voltei a meter com força e rápido, ala começou a dizer que iria gozar e me pediu para gozar com ela, que eu não segurasse mais, que gozasse com ela, eu disse que queria meter mais.

Nisso o telefone do quarto começou a tocar, ela nem ligou, eu passei a meter mais rápido e mais forte, ela gemia muito e gozava convulsivamente, gemendo, revirando os olhos, então tirei da buceta dela e gozei na sua barriga, ela ficou gemendo baixinho, eu disse que ela atendesse ao telefone.

Ela foi atender ao telefone, eu fui tomar banho, em seguida ela foi para o banheiro e tomou banho comigo, ainda nos beijamos, dedilhei sua bucetra e ela disse que estava sensível, chuéi seus mamilos no banho, me vesti, e disse que precisava ir, pois, realmente tinha que trabalhar, ela disse que tinha adorado e que também precisava se vestir e se organizar para ir para o compromisso dela.


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Ficha do conto

Foto Perfil cavalheiroousado
cavalheiroousado

Nome do conto:
CASADA NO HOTEL

Codigo do conto:
262044

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/05/2026

Quant.de Votos:
2

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