Quando minha mãe morreu, eu casei aos dezoito anos de idade. Casei com um velho, alto, barrigudo e idoso. O velho era tímido e broxa, por isso se satisfazia só cheirando as minhas calcinhas e gozando encima delas, as vezes ele cheirava a minha buceta por cima da calcinha enquanto eu dormia e devagarzinho passava a língua aonde já estava molhado, querendo sentir o gosto do tecido de algodão cheio de mel. Aos vinte anos eu era a dona de casa mais jovem do meu bairro, minha estatura era média, coxas grossas, com seios extremamente grandes, rosto juvenil, pele de neném e cabelo cacheado. Eu vivia solitária demais até conhecer uma vizinha da mesma idade que vivia uma vida completamente diferente da minha. Ela sempre subia e descia a rua com o shorts mostrando a poupa e bem enfiadinho no cu, não usava sutiã e fazia questão de deixar os mamilos bem durinhos aparecerem por debaixo da blusinha. Ela vivia bebendo e dançando funk na casa dos outros vizinhos e sempre rodeada de homens casados do bairro. Viramos amigas próximas. Todos os dias a vizinha batia lá na minha casa com outros dois amigos, dois moços altos, magros, com muitos músculos, negros e eles sempre estavam bebendo e fumando um baseado. A gente ficava conversando na calçada de casa e eu até aceitava dar uns tragos na maconha deles. Eles começavam a fazer brincadeirinhas bem safadas, de passar a mão na perna, na bunda e as vezes até na entradinha da buceta, agindo como se não estivessem fazendo nada e a gente fingia que nada tinha acontecido. Eles encoxavam a gente de pau duro e as vezes até esfregava de leve o pau na entrada da bunda, eu e a vizinha ria e deixava os dois rapazes bulinar a gente. Certo dia, enquanto estávamos na calçada nas mesmas brincadeiras de sempre, o velho (meu marido) apareceu e mandou nós entrarmos. O velho proibiu de sairmos novamente e disse que conversaríamos mais tarde. Presas do portão para dentro, ficamos na garagem conversando com os rapazes e no tesão absurdo, eles do lado de fora tiraram o pau pra fora e colocaram pra dentro do portão e nós do lado de dentro, ajoelhamos e começamos a chupa-los até ambos gozarem na nossa boca. Eles se ajeitaram e foram para casa, nós duas levantamos e fomos para dentro ainda com a boca melada. Na sala o velho, com ciúmes, começou a brigar com a gente e disse que se eu quisesse continuar vendo os meus amigos, eu e a vizinha teríamos que fazer algumas coisas pra ele. Eu e a vizinha aceitamos e o velho no mesmo instante se deitou pedindo que a gente sentasse na cara dele, nós tiramos a calcinha e começamos a esfregar a buceta na boca mole daquele velho, ele lambia o grelinho da vizinha igual um cachorro e de tanto se esfregar na boca dele a vizinha acabou gozando bem forte na cara inteira do velho. No dia seguinte a vizinha apareceu de novo com os dois rapazes e eu cheia de tesão já saí do portão cumprimentando cada um com um beijo de língua, até que os dois rapazes, ao mesmo tempo, baixaram a parte de cima do meu vestido com o sutiã e começaram a chupar os dois biquinhos do meu peito, um de cada lado. Senti ainda mais tesão ao lembrar que o meu marido deixava eu brincar daquela forma com os vizinhos. Os dois se sentam no banco da calçada enfrente a casa enquanto eu e a vizinha, estrategicamente de vestido e sem calcinha, sentamos no colo deles e começamos nos esfregar, sentindo tudo oque aquela semana cheia de prazer nos proporcionou.
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