Categoria: Heterossexual
Data: 02/12/2003 00:54:05
Assuntos: Heterossexual
Essa história aconteceu comigo por volta de Julho de 2001. Tinha 30 anos, na época eu era sócio de uma empresa de material de segurança e estava recém casado. Eu e meu sócio tínhamos acabado de contratar uma garota de 21 anos, com cabelos curtos pretos e um belíssimo par de olhos verdes tipo falsa magra, com um uma bundinha deliciosa, enfim muito gostosa. Vou chama-la de Roberta. Desde o primeiro momento que a vi fiquei muito interessado na menina, mas como havia a relação patrão-empregado e estava recém casado, minha esposa vivia ligando pra firma, tive que me conter.
Que bom que ninguém disse pra ela fazer o mesmo. Ficávamos bastante tempo sozinhos na sala e aproveitava para conversar sobre amenidades durante o trabalho. Roberta era inteligente e os papos duradouros. Sempre que eu passava perto dela, sempre um sorriso maroto escapava e me deixava com um tesão incrível, mas eu sempre fugia. Um certo dia de julho de 2001, ela estava linda e muito sexy, apesar de uma roupa normal, uma calça jeans que valorizava sua bunda e uma blusa solta.
Ela percebendo minha relutância foi aumentado a sua ousadia e me provocando com papos picantes e perguntas tipo se eu transava com minha mulher todo dia/ e etc... Pensei comigo: "bom, vai ter que acontecer, mas não aqui" e tomando coragem chamei-a para conhecer uma vista que eu considero linda no miradouro de Santa Justa, mas precisamente junto ao quartel do Carmo, Tem uma esplanada e uma vista maravilhosa da cidade de Lisboa. Peguei meu Volkswagen Passat. Chegamos lá e realmente ela ficou maravilhada. A visão do ´Miradouro:
oferece uma vista panorâmica deslumbrante de 360º sobre o centro histórico de Lisboa, a cerca de 45 metros de altura. A paisagem abrange a Baixa Pombalina, o Rossio, o Castelo de São Jorge, o Rio Tejo e as ruínas do Convento do Carmo.
Destaques da Visão:
Baixa e Rossio: Uma vista superior única sobre as ruas retilíneas e a praça principal.
Castelo de São Jorge: Destaque cénico à frente da estrutura.
Convento do Carmo: Visão próxima das ruínas icónicas, situada logo atrás da plataforma.
Rio Tejo: Visibilidade da margem sul e dos cacilheiros são de deixar qualquer um extasiado.
Calor demais e estava um pouco abafado. Fui ao barzinho que existe lá e perguntei o que havia de fresco para tomar. O cara falou que só caipirinhas ou Coquetéis. Peguei duas caipirinhas e voltei ao encontro de Roberta que não se cansava de olhar aquela vista maravilhosa no entardecer de Lisboa. Tomamos a caipirinha e depois outra...Ela começou a ficar ainda mais descontraída e logo começou a tomar umas músicas, iniciando uma dança bastante erótica na minha frente.
Abracei-a por trás perguntando se estava tudo bem, e ela respondeu que sim por isso dançava, já que não tinha ninguém ali para esquenta-la e sorriu maliciosamente. Aquilo mexeu com meu tesão. Devagar fui me encostando no muro que estava logo atrás de mim e a abracei com mais força, forçando-a contra meu membro que explodia de tão duro. Ela sentiu como estava e começou a rebolar bem gostoso no meu pau, fingia que nada estava acontecendo e foi puxando conversa.
Devagar fui alisando minhas mãos sobre sua barriga, em cima da camisa. E aos poucos ela dava sinais de que estava gostando. Coloquei as mãos por debaixo da blusa e procurei seus seios que estavam arrepiados por uma mistura de calor e tesão. Ela colocou suas mãos por sobre as minhas e começou a se esfregar, ritmando minhas carícias. A gata se derreteu toda quando comecei a lamber e morder sua orelha. Ela já estava gemendo baixinho.
Olhei para os lados e percebi que um casal no canto ao lado nos observava e no outro canto estava outro casal demais para se ver qualquer coisa. Falei com Roberta que devíamos sair dali e entrar no carro devia estar mais fresco e ela me puxou para dentro. Nos beijamos por muito tempo e nossas mãos começaram um trabalho de reconhecimento. Roberta possuía curvas suaves, deliciosas. Desci meu beijo pelo queixo, me alojando no pescoço que percebi que era o ponto fraco daquela fêmea. Reclinei nossos bancos e tratei de tirar sua blusa. Fiquei lambendo e beijando o colo de Roberta que estava com um perfume de deixar qualquer um doido.
A gata acariciava meus cabelos e dava leves puxões, em direção aos seios, mas ela tinha que sofrer um pouco mais. Voltei a beija-la na boca e comecei a massagear os peitos com as mãos. O desejo dela era tanto que chupava minha língua com força, fiquei imaginado o que meu pau estava por esperar. Ela tirou minha camisa e pulei em seus seios, sugava demoradamente cada um e ela ia arranhando de leve minhas costas. Estava delicioso. Roberta foi abrindo sua calça e tirou enquanto eu a chupava.
Ela se livrou das calças e alisava de forma brutal sua bocetinha que exalava um delicioso cheiro. Ela buscou minha mão para ajudar no serviço e constatei que estava encharcada. Desci minha língua a seu umbigo. Ela se requebrava toda. Roberta de repente me jogou no meu banco e me beijou mais selvagem do que antes. Procurou meu pau rapidamente, abriu minha calça e começou a me punhetar. Foi descendo até chegar no meu pau. Sem parar de punhetar, começou a chupar e lamber.
Anunciei que ia gozar e ela retirou a boca, quando ela viu toda a porra cair sobre mim, começou a espalhar enquanto me beijava. Como eu estava sem camisinha, eu não iria passar daquilo, mas ela tinha que gozar. Me dediquei aquela bocetinha. Comecei um jogo de lingua e dedos que a gata gozou em pouco tempo, nunca vi uma bocetinha tão molhada quanto aquela.
Nos abraçamos e ficamos nos beijando. No dia seguinte Roberta não se mostrou mais ousada. Parecia que entendia que não podíamos ter um relacionamento pois ela era noiva e eu casado, além de ser seu patrão ela minha funcionária, mas sempre se mostrou recetiva a meus abraços e carícias. Infelizmente neste mesmo mês descobri muita coisa suja do meu sócio e sai da empresa. Nunca mais vi Roberta.
*Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência. Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.