Clara dessa vez foi a fêmea do seu ex, Yago

A noite havia caído, e com ela, uma expectativa que me consumia. Ana Clara, minha esposa, minha linda e devassa Ana Clara, estava a caminho da casa do seu ex, Yago. O plano era audacioso, um jogo que havíamos construído juntos, mas que ainda me deixava com um frio na espinha. Ela, com seus 21 anos e um corpo que era pura tentação, especialmente aquela bunda que me enlouquecia. Mas agora, ela me escolheu para compartilhar seus desejos mais profundos, e a ideia de vê-la com Yago, um amigo meu, um ex dela, era um excitante desafio.

“Fábio, o que você acha que eu devo usar?”, ela me perguntou, a voz carregada de um misto de excitação e ansiedade. Minha mente correu. “Um vestido curto, Ana Clara. Algo que mostre suas pernas incríveis”, eu respondi, a voz rouca. “Mas leve aquela lingerie preta, a mais pequena que você tem, e um salto alto. Quero que você a coloque lá.” A condição era clara: ela me contaria tudo, cada detalhe, cada gemido, cada toque. E ela, que antes do nosso casamento parecia tão ingênua, agora se revelava uma criatura de desejo insaciável, uma fúria de tesão que me deixava cada vez mais viciado.

Ela marcou com Yago para o fim de semana. A namorada dele estava fora, e a casa dele seria o palco da nossa fantasia. Quando Ana Clara me contou que estava indo, eu senti um arrepio percorrer meu corpo. Ela estava pronta, vestida com o que eu escolhi, mas a promessa da lingerie preta, escondida na bolsa, adicionava uma camada extra de perversidade à situação.

Ao chegar na casa de Yago, a descrição que ela me deu foi vívida. Ele a recebeu com a fome de um animal, beijos vorazes que desciam pelo pescoço, mãos que agarravam sua bunda com uma possessividade que me fez estremecer. “Gostosa! Vahabunda!”, ele a chamava, e a urgência em seus olhos era palpável. Ela, com a calma que só uma mulher que conhece seu poder possui, o acalmou. “Vou me trocar”, disse ela, e seguiu para o banheiro.

O momento em que ela reapareceu foi descrito com um deleite que quase me fez perder o ar. Yago ficou boquiaberto. Ela usava a lingerie preta, minúscula, que eu escolhi. Era um convite explícito, uma declaração de intenções. E Ana Clara, minha Ana Clara, não hesitou. Ela foi para cima dele, tomou as rédeas da situação com uma ousadia que me deixou sem palavras. Tirou o pau dele para fora, e começou a chupá-lo com uma voracidade que ela só desenvolveu depois que nos casamos.

Quando ela parou, a respiração ofegante de ambos preenchendo o silêncio, ela se virou e sentou no colo dele, de costas. Aquele movimento, a forma como ela encaixou o pau dele nela, foi descrito com uma crueza que me fez apertar os punhos. Ele estava louco de tesão, e ela, mais louca ainda. A penetração, o ritmo que ela impôs, a forma como eles se moviam juntos, tudo isso foi narrado com um detalhe que me fez sentir como se estivesse lá, um voyeur do meu próprio casamento.

A intensidade aumentou, e logo Yago a jogou de quatro na cama. A descrição da penetração anal, da forma como ela não reclamou, apenas aceitou e se entregou à sensação, foi o ápice da narrativa. Mais de duas horas de prazer, de entrega, de exploração. Quando ela finalmente voltou para casa, estava exausta, entregue ao sono. Eu a observei, o corpo dela relaxado, enquanto eu, Fábio, me sentia um homem quebrado, mas vibrante, com chifres que já não cabiam mais na moldura da porta. A devassidão de Ana Clara era a minha mais nova fonte de excitação, e eu não via a hora de ouvir o resto da história.

*Naa fotos, vou deixar uma foto que ela tem do pau do amante dela, Vitor

Foto 1 do Conto erotico: Clara dessa vez foi a fêmea do seu ex, Yago

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Clara dessa vez foi a fêmea do seu ex, Yago

Codigo do conto:
262142

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
15/05/2026

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