CHUPEI A PIROCA DO MOTORISTA DO UBER E DEI O CU PRA ELE
Olá, meu nome é lauro, sou branco, casado, tenho 59 anos, 1,90m, 110kg, cabelos e olhos castanhos, calvo, grisalho, bunda de média pra grande (fica enorme quando fico de 4) com pelos nas pernas, na bunda e no peito. Minha família havia viajado e já passava das 2 da madruga quando comecei a conversar com um motorista de Uber chamado Gilson numa sala de bate-papo da internet. Ele me disse que era separado da esposa, gostava de rodar a noite, estava voltando para a casa, mas estava muito a fim de ganhar uma mamada antes. Como teria que passar pelo bairro onde moro me fez a seguinte sugestão: - Aí, tô com a mamadeira cheia aqui. Tá afim? - Até estou, mas essa hora é complicado! – Respondi. - Que nada, meu carro é todo filmado. Eu te pego, você entra, dá uma mamada gostosa, eu gozo na sua boca e ponto final! – Retornou ele. - É, mas o foda é sair essa hora! - Olha, você sai com cuidado de casa, anda até a estrada (aqui ele falou o nome de uma estrada que passa pelo meu bairro) e eu te pego de carro rapidinho! Conversamos mais um pouco e acertamos dele me pegar num ponto de ônibus que ele conhecia e de lá iríamos até um local não muito distante de minha casa onde eu costumo ir mamar piroca de machos dentro de carro. Após os acertos fui tomar um banho rápido e depois me arrumei colocando uma camiseta preta, calça jeans (sem cueca), meias e tênis preto e saí para me encontrar com o macho. Nem bem cheguei no ponto e ele apareceu no seu carro, um Renault Sandero cinza, parou, eu entrei e saímos. Gilson é negro, tem 52 anos, 1,75m, 100kg, cabelos grisalhos e uma pequena barba também grisalha. Após os cumprimentos seguimos pela estrada para o interior do meu bairro até o local onde eu costumo mamar os machos dentro dos carros deles. Não demorou muito e depois de rodarmos 5 minutos por estrada de chão chegamos no lugar. - Então aqui que é o seu local... Parece ser bem seguro mesmo! – Me falou Gilson, observando a mata em volta. - Sim, aqui é tranquilo. Já chupei aqui várias vezes! – Falei. - Joia! - Então podemos começar? – Perguntei. - Podemos, mas você não vai ficar chateado se eu te pedir algo antes? - O quê? - É que no caminho pra cá eu fiquei com muita vontade de dar uma mijada. Pensei até em dar uma parada em algum local, mas aí eu vi que chegaria atrasado, já que estava um pouco longe do nosso local de encontro! - Tá, tudo bem. Pode ir, eu espero! – Respondi. Apesar da situação inusitada não era a primeira vez (e com certeza não será a última... kkkkkkkkk...) que chupo uma piroca com gosto de mijo. Confesso que até gosto... kkkkkkkkkkk... Contente com a minha resposta Gilson saiu do carro e ali do lado mesmo mijou na grama, retornando depois já com a rola pra fora da calça. - Pronto, agora é só você cair de boca! – Falou o macho, me mostrando a sua bela piroca preta de 17 cm, semidura. - Tá, deixa comigo! – Falei. Soltando o cinto de segurança, me ajeitei no banco do carona, me inclinei na direção do macho e caí de boca na sua piroca. - Aaaah, caralho... Puta-que-pariu... Aaaaaah...! – Gemeu o macho quando meus lábios envolveram a cabecinha do seu pau. - Mmmmmmm... Mmmmmmmm... Mmmmmmmmmm... Sluuuuuuuuuuuurp... Mmmmmmmmmm...! – Gemi com o pau na boca (sempre gosto de gemer bastante na hora do boquete e ser barulhento, quando o local permite, é claro... kkkkkkkkk...). - Isso, viado, chupa meu pau, chupa... Isso, chupa gostoso... Assim... Chupa a piroca do seu macho, chupa... Isso, filho-da-puta, chupa meu pau, chupa... Isso, safado... Aaaaah, que delícia...! – Ficava falando ele. - Mmmmmmmmmm... Mmmmmmmmmmm... Mmmmmmmmmmmm... Piroca gostosa... Mmmmmmmmmm... Delícia.... Mmmmmmmmm... Sluuuuuuuuuuuurp... Mmmmmmmmmm...! – Respondi, incentivado pelas palavras do macho. Fiquei, então, sugando, chupando, subindo e descendo com minha boca por toda a extensão da pica do novinho enquanto ele vigiava o local em volta e gemia com seu pau na minha boca. Animado com meu boquete ele colocou a sua mão direita na minha cabeça e ficou forçando-a para baixo todas as vezes que eu subia com meus lábios até a cabecinha do seu pau, ditando assim o ritmo da mamada. Meu queixo estava começando a doer de tanto chupar quando o ouvi dizer: - Aí, tô afinzão de comer o seu cuzinho! - Sério? Pensei que você só queria um boquete? - É, a ideia era essa, mas agora fiquei muito a fim de comer o seu cuzinho também. Pode ser? - Pode. Como você quer fazer? - É fácil: Eu dou a volta no carro e te pego por trás aí no banco do carona mesmo! – Respondeu ele. - Tá, pode ser então! Feito os acertos, Gilson saiu com carro, deu a volta, abriu a porta do carona e se posicionou em pé na minha frente, colocou a camisinha e me falou: - Aí, mama mais um pouquinho pra lubrificar a rola! - Tá! – Falei e, me virando no banco do carro, fiquei de frente para o macho e abocanhei novamente a sua rola. Como a posição estava um pouco incômoda, resolvi me ajoelhar ali no chão mesmo e continuar o boquete, com a proteção da porta aberta do carro. Quando o piru do macho já estava bem molhadinho eu me levantei, fiquei de costas pra ele, abaixei a calça até a altura dos joelhos e entrei com meu corpo dentro do carro, ficando com o burrão para fora, arrebitado, com as pernas abertas e os joelhos apoiados no piso do carro, próximos da lateral do banco do carona. Nem bem assumi essa posição e Gilson já veio atrás de mim, entre as minhas pernas, e começou a forçar passagem da sua rola na minha GRUTA-DO-PRAZER (ainda bem que eu, prevenido, já tinha feito de antemão uma xuca pra deixar o meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS bem limpinho... kkkkkkkkk...). - Caralho, foi tudinho...! – Exclamou ele, espantado, ao ver seu pau desaparecer totalmente dentro do meu NINHO-DE-ROLAS. - Gostou? – Perguntei, sacana. - Gostei sim, muito. Adoro um cuzão e um bundão branco e peludinho assim que nem o seu. Bundão de macho! - É, tem que ser muito macho pra aguentar uma pirocona assim que nem a sua dentro do rabo! – Brinquei e ele deu uma gargalhada. - Se você tá dizendo. Pra mim tem que ser é muito viado mesmo pra isso! - Kkkkkkkkkkk...! – Minha vez de gargalhar. - Num rabão assim que nem o seu eu gosto de socar com vontade! - É? Então soca. Soca com vontade, soca, que eu quero ver! – Provoquei. Nem bem acabei de fazer o convite e Gilson me segurou firme pela cintura e passou a socar forte sua rola dentro do meu cu, num vai-e-vem e um entra-e-sai intenso e profundo. - Fode, fode meu cu, fode... Isso... Fode mais, fode... Soca com força, vai... Isso... Assim... Soca mais, soca... Ai, tá doendo... Não para, não para... Soca com força... Ai, meu cu, caralho... Soca mais, soca... Ai... Fode o cu lauro, fode... Isso... Mete com força, caralho... Assim... Ai, que dor... Puta-que-pariu... Não para... Não para... Ai, caralho, tá doendo... Não para, não... Mete com força, vai... Isso... Ai, meu cu...! – Gemi na pica do macho. Gilson, por sua vez, atracado atrás de mim, parecia uma britadeira, um bate-estacas, socando sua piroca pra dentro do meu cu com força, profundida e um pouco de brutalidade. Depois de algum tempo assim ouvi sua voz dizendo: - Ah, caralho, tô quase gozando. Posso gozar na sua boca? - Pode sim. Quer agora? - Quero! – Respondeu ele, com a voz embargada de tesão. Dito isso ele se desatracou de dentro de mim, eu me ajoelhei no chão na frente dele, ele tirou a camisinha do pau e, quando eu fui abocanhar a sua rola, ele me impediu dizendo: - Não. Fica parado com a boca aberta que eu vou gozar dentro dela! - Tá! – Me limitei a responder e abri a boca enquanto ele punhetava o pau com a cabecinha quase encostando na minha língua. Não demorou nada e ele... - Aaaaah, caralho, eu vou gozar... AAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH... PUTA-QUE-PARIU... CARALHO... AAAAAAAAAAAAAAAAH...! – Urrou o macho enquanto vários jatos de porra da sua pica enchiam minha boca. Antes de terminar de gozar tudo dentro do meu DEPÓSITO-DE-LEITE-DE-MACHO ele, bem sacana, apontou a rola pro centro da minha cara e esporrou no meu rosto. - Caralho, tô com a cara toda esporrada! – Falei, rindo, depois de engolir o leite do macho e com a porra escorrendo da minha testa até o meu queixo e pingando na minha camisa. - É, eu esqueci de avisar que eu gozo muito! – Informou ele, tardiamente. - Ah, obrigado por avisar! – Fingi reclamar, sorrindo. - Dá próxima vez eu aviso, prometo! – Brincou ele. Após isso nós nos limpamos com o papel higiênico que ele tinha no porta-luvas, nos vestimos, entramos no carro e partimos de volta. No ponto de ônibus onde havia me pegado, Gilson me deixou, nos despedimos e ele foi embora. Chegando em casa tomei um gostoso banho morno e depois fui dormir do jeito que eu gosto: Com gostoso de piru e porra na boca e com o cu bem ardido e dolorido... kkkkkkkkk... E olha que era pra ser só um boquete... Ainda bem que não... kkkkkkkkkkk... Um abraço a todos.
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