Olá, eu me chamo Caju. Criei essa conta para poder narrar algumas das minhas experiências sexuais que tive ao longo dos 10 últimos anos. Atualmente, tenho 28 anos, tenho 1,75cm, sou magro, tenho cabelo cacheado, sou negro de pele clara, tenho coxas naturamente grossinhas, lábios carnudos, bunda arrebitada que lembra um coração e meu pau tem 19cm, grosso e curvado pra baixo. Tenho apenas uma tatuagem e uso um brinco argola na orelha direita. Quase não tenho barba e os poucos pelos que tenho no rosto, tiro sempre. Esse combo da minha aparência me faz aparentar ter menos idade do que tenho de fato. Sem modéstia, não aparento ter quase 30 anos. As pessoas sempre acreditam que tenho 20 ou 21 anos. Faço essa breve descrição como apresentação para que meus futuros leitores possam deixar sua criatividade falar e sua imaginação me desenhar em suas cabeças enquanto conto um pouco da minha história. Eu ainda estou na dúvida se escrevo minhas experiências em ordem cronológica ou de forma aleatória. Até porque algumas se conectam de uma forma ou outra. Alguns detalhes da minha vida, irei alterar para minha segurança e para que eu não seja descoberto por nenhum conhecido. Enfim, pra hoje vou contar uma história que aconteceu há um tempo. Agora em 2026, fará 10 anos desde que passei numa faculdade pública e saí da minha cidade no interior da Bahia e vim morar em Salvador. Eu me mudei para Salvador aos 18 anos, era totalmente virgem e só tinha beijado 1 homem em toda minha vida. Nesses 10 anos morando na capital, eu perdi minha virgindade, beijei muitos homens em festas, tive desilusões amorosas, paixões que nunca se realizaram, transas boas e claro, transas muito ruins. Irei contar todas, porque acredito que faz parte também ler que nem todas realidades são tão sensuais assim. De qualquer forma, garanto que nenhum conto escrito aqui por mim será inventado. Então, não esperem contos mirabolantes e irreais para sanar fantasias, como disse, só quero compartilhar minhas histórias. Bom, agora que já nos conhecemos um pouco melhor, vou contar pra vocês essa primeira história. Essa história aconteceu em 2024 e depois em 2025 novamente. Foi um caso curto que tive com um atendente de pastelaria no antigo bairro que morei. Eu morava em apartamento de primeiro andar e esse meu apartamento era quase em frente a uma pastelaria de uma chinesa. Os pastéis dela eram bem famosos aqui no centro da cidade por estar bem localizado e ser ponto de parada para todos os públicos. Eu sempre passava em frente a essa pastelaria para ir pra faculdade, mas nunca havia entrado. Nunca tinha nem observado quem eram os funcionários dela, sempre estava com pressa para chegar logo na faculdade e com mais pressa ainda pra voltar pra casa. Um dia, voltando de uma aula à tarde, estava urrando de fome e decidi parar na pastelaria para conhecer esses tão famosos pastéis. Fui atendido por um homem gordo, que falava gritando, mas era meio engraçado, quer dizer, ele era mais maluco do que engraçado. Ele após me atender e me vender o pastel. Virou pra mim e disse que eu parecia com Gabriel. Nisso, ele chamou gritando dois outros funcionários e dizia: “- ÓIA, SE ELE NÃO PARECE COM GABRIEL. É IRMÃO DE GABRIEL!!”. Os outros dois funcionários riam entre si, concordavam e voltavam para dentro cochichando. Naquele momento, não entendi nada. Agradeci e sai. Não preciso comentar que daquele dia em diante, toda vez que o gordão me via, ele sempre gritava de dentro da loja: “IRMÃO DE GABRIEL!!!!” ou “OLHA O IRMÃO DE GABRIEL ALI!!!!” e todo mundo que estava dentro da loja parava o que estava fazendo para me olhar. Em um desses mil dias que ele me gritou, eu finalmente parei e fui na loja perguntar quem era esse tal de Gabriel e por ironia do destino ele estava de folga (como também estava na primeira vez que fui). Semanas depois, parei lá novamente e vi um menino atendendo. Ele era uma gracinha. Um magro definido, os dois braços fechados de tatuagem. De um lado, aquele estilo de tatuagem blackout que ia das mãos até os braços e do outro lado, um conjunto de tatuagens de personagens de anime que ele provavelmente gostava. Ele usava brincos, tinha um cavanhaque de cafajeste, seu cabelo era um degradê e tinha um risco na sobrancelha. Nossa, meu coração estava a mil quando vi ele. Ele me deu boa tarde e perguntou o que eu iria querer e eu até gaguejei na hora de escolher o pastel de frango. Enquanto ele pegava meu pastel, observava ele de cima a baixo. Percebi que ele tinha uma boca carnuda semelhante à minha, que o sorriso dele era lindo, dentes branquinhos, que a pele dele era aquela branca douradinha de quem vai todo fim de semana para praia. Nesse meio tempo, o gordão saiu da cozinha gritando: “IRMÃO DE GABRIEL!!!!!”. Ele fazia um alarde tão grande que era impossível não rir, comecei a rir e ele me apresentou ao tal do Gabriel. Contando para Gabriel que era eu o tal irmão parecidíssimo que ele tanto comentava. Preciso ser sincero, nós dois não somos nada parecidos em questão de aparência. Nem sei de onde ele tirou isso. Enfim, Gabriel finalizou meu atendimento. Agradeci e fui pra casa. De quem não gostava muito de pastel, passei a ser frequentador semanal naquela pastelaria. Sempre que ia na rua, observava se Gabriel estava no atendimento. Se ele não estivesse, eu nem entrava na loja. Quando dava sorte dele estar, eu ia pedir meu pastel e aos poucos começava a puxar assunto com ele. Sendo bem sincero, eu não lembro o que foi que disse inicialmente para puxar assunto com ele, mas sei que em pouco tempo já éramos colegas. O gordão quando tava no atendimento e me via indo na loja já chamava Gabriel pra me atender, a dona da loja uma chinesa bem simpática me conheceu em um desses dias e dizia que eu era muito bonito para Gabriel. A gente desconversava e falávamos que éramos só amigos e ela retrucava “GABLIEL, FEIO FEIO. VOCÊ BONITO. NÃO NAMOLA ELE.” Ambos rimos de nervoso e continuávamos conversando sobre música, filmes e etc. Numa dessas, a gente finalmente trocou número de whatsapp e instagram. Ao encontrar o instagram dele, tomei um grande baque. Ele era ex namorado de um peguete meu de uns meses atrás. Cheguei a comentar isso com ele e rimos da situação. Nossa “relação” foi ficando cada vez mais forte, começamos a ter uma tensão sexual, sabe? Às vezes, eu estava indo pra faculdade e ele me olhava de dentro da loja e acenava pra mim ou só me comia os olhos. Isso me dava um tesão danado! Ele passou a elogiar as roupas que eu usava, dizia que eu tava bonito e etc. Enfim, um dia, tomei coragem e mandei uma mensagem para ele. Mesmo tendo ele no instagram e whatsapp, raramente mandava mensagens. Comecei a flertar, responder stories dele com cantadas ou frases de duplo sentido até sentir que ele tinha fisgado a isca. Um dia, estava em casa de bobeira e mandei uma mensagem pra ele no whatsapp. Sem pensar muito, escrevi uma mensagem bem direta que dizia bem assim: “Eu estou louco pra sentir o gosto da sua pica. Que horas você sai? Vem aqui em casa? Ele me respondeu que horas saía e fiquei aguardando. Como já tinha comentado com ele algumas vezes, ele sabia onde era meu prédio. Ao sair do trabalho, ele mandou mensagem pra mim dizendo que estava na porta do prédio me esperando. Desci e fui buscá-lo. Subimos conversando aleatoriedades e entramos em minha casa. Eu estava com um fogo descomunal. Assim que fechei a porta, eu agarrei ele e tasquei um beijo. Nossa! Ele tinha lábios tão macios. Enquanto nossas línguas conversavam em um vai e vem, ele passava aquela mão dele tatuada pelo meu corpo. Eu estava com um dos shorts curtos que usava para dormir e senti a mão dele adentrando pelo meu short. Seus dedos passavam apertados por dentro da minha cueca em direção ao meu rabo. Ele estava com tanta fome quanto eu. Parecia que a carne tinha caído no prato do carnívoro. Eu fui empurrando ele em direção ao meu quarto e coloquei ele sentado na cama. Tirei a blusa dele e fui em direção ao pescoço dele pra dar uma lambida. Eu já imaginava que ele deveria estar podre de suor por ter trabalhado o dia todo, mas eu estava REDONDAMENTE ENGANADO. Não é que o safado tava muito cheiroso? Senti um cheiro gostoso de perfume amadeirado vindo da roupa dele e lambi aquele pescoço. Subi e lambi a orelha dele e ouvi ele gemer baixinho. Fui descendo e comecei a chupar e mordiscar seus peitos. Senti aquele volume entre suas calças me chamando e dei continuidade ao meu trabalho. Comecei a lamber sua barriga e fui descendo em direção ao seu short. Arranquei aquele short junto com a cueca dele. Minha vontade de chupar aquela pica era tão grande que nem tive tempo de fazer cerimônia de lamber e chupar por cima da cueca. Ao tirar seu short com tudo, tive uma belíssima surpresa. Sua pica estava cheirosa demais! Ele com certeza tinha tomado um banho no trabalho antes de vir me encontrar. O pau dele era todo depiladinho, os pelos estavam naquela fase em que já nasceram e estavam crescendo novamente (fiquei meio triste, porque curto um pau pentelhudo também), ele não tinha pau grande. Ele deveria ter uns 16cm, mas o grande destaque era para cabeça do pau. Era aquela cabeça enorme, brilhosa, rosada e era acompanhada de um saco grande, pesado, lisinho. Nossa! Eu fiquei louco quando vi aquela pica me chamando. Sem pensar duas vezes, eu chupei a cabeça da pica dele bem devagar. Gosto sempre de começar meu boquete de forma bem lenta, pra sentir a pica ficar dura no seu limite. Então, fui passando a língua em sua glande e fui descendo até embaixo. Subi novamente e repeti o processo duas vezes. Gabriel, gemia e dizia que eu tinha uma boquinha gostosa. Comecei a engolir a pica dele todinha. Subia e descia, subia e descia. A pica desse menino pulsava na minha boca. Eu voltava e com as pontas dos lábios chupava só aquela cabeçona. Depois, descia e começava a chupar os ovos dele. Botava um de cada vez na boca. Eu chupava ele com tanta destreza que só sentia ele se abrindo cada vez mais pra mim. Quando percebi, já estava chupando o cuzinho dele. Ele tinha o cu todo lisinho. Chupei com gosto aquele cu. Às vezes, parava e tascava um beijo nele. Ele aproveitou esse momento pra começar a me mamar. Ele copiou muito dos movimentos que fiz com ele e os reproduziu de forma perfeita. Quando ele caiu de boca na minha pica, eu vi estrelas. Sem brincadeira. Sou apaixonado em receber boquete e quando acho um bom bezerro, eu gosto de dar tratamento vip. Eu segurei ele pela cabeça e comecei a socar sem dó na garganta. Ele ficava vermelho, mas não arregava. Muito pelo contrário, me olhava nos olhos com aquele olhar de quem queria mais. Socava com gosto e depois botava ele pra chupar minhas bolas. Ele chupava minhas bolas, descia e tentava chupar meu cu. Fiquei de 4 pra ele me chupar por completo e ele assim fez. Deixei ele brincar com meu cuzinho.. até dois dedos ele enfiou, mas nesse dia não tínhamos tempo suficiente pra transar. Depois dele me chupar bastante, eu estava com tanto tesão que fiz algo que nunca tinha feito na minha vida. Deitei ele na cama, subi em cima dele e simplesmente caí de língua no suvaco dele. Não sei se vocês curtem esse tipo de coisa, mas eu até então nunca tinha feito por não achar graça. Acreditem… Gabriel, ficou maluco! Começou a me xingar de putinha, vagabunda, e disse que queria gozar na minha boca. Voltei a chupar aquela pica com gosto e com mais velocidade. Engolia toda. Eu parecia um mágico fazendo aquele truque de fazer o coelho desaparecer na cartola. A pica daquele menino sumia na minha boca. Comecei a enfiar meu dedo no cuzinho dele com a própria saliva que escorria do pau dele. Ele começou a gemer mais alto dizendo que ia gozar. Eu continuei chupando aquela pica até ele gozar. Senti o esperma dele todo dentro da minha boca e engoli. Olhei pra ele com cara de dever cumprido e ele me olhava com cara de bobo. Deitei na cama ao seu lado e ele virou pra mim e me deu um beijo na boca. Era uma delícia sentir o gosto da minha pica e da pica dele misturados. Ele foi descendo e começou a me chupar. Era minha vez de gozar. Pedi pra ele chupar meu ovos com força e batesse uma pra mim. Assim ele fez. Eu amo quando estão chupando meus ovos com força, deliro de tesão. Adoro sentir uma dorzinha de leve no saco. Nesse vai e vem, aviso pra ele que vou gozar. Eu dei um gemido tão alto quando gozei que certamente se havia alguém no corredor do meu andar, ouviu. E pela primera vez em muito tempo, eu gozei esguichando. Foi porra pra todo lado. Ficamos abraçados na cama um tempo e em seguida, fomos tomar banho. Me despedi dele com um beijo e ele saiu. Depois disso, passamos meses sem rolar nada. Até que um dia, transamos pela segunda e última vez.
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