As histórias contadas neste blog podem… ou não… ser reais.
Até o momento desta publicação, são.
Mas talvez não estejam acontecendo em tempo real.
Ou talvez estejam.”
No início da minha vida sexual, já com os meus 18 no sétimo ou oitavo na escola, eu não entendia praticamente nada sobre sexo. E também não existia metade da facilidade que a galera tem hoje. Era internet discada. Pra carregar um vídeo no celular era uma eternidade. Às vezes a empolgação acabava antes do vídeo começar.
Apesar disso, eu sempre fui conhecido. Era daquele tipo que conversava com todo mundo, mas ainda assim vivia um pouco no próprio canto. Modéstia à parte, eu sabia que chamava atenção: loiro, olhos que às vezes pareciam verdes, às vezes azuis, e aquele jeito tímido que, curiosamente, sempre funcionou mais do que atrapalhou.
Todos os meus colegas até esse momento da escola, eram conhecidos desde o infantil, mas foi nesse período que conheci Nicole.
E honestamente? Eu jamais imaginaria o que descobriria ao longo daquela história.
Nicole era exatamente o tipo de garota que sempre mexeu comigo. Pequena, magrinha, loira, olhos claros e um jeito absurdamente doce. O tipo de menina que sorria com os olhos antes mesmo da boca.
Ela tinha chegado fazia pouco tempo, vinda de Sorocaba, e desde o primeiro dia chamou atenção. Não só pela beleza, mas pela calma. Enquanto todo mundo tentava parecer interessante o tempo inteiro, Nicole parecia confortável sendo simplesmente ela.
Eu comecei devagar. Fazia piadas durante a aula, ajudava em qualquer desculpa que aparecesse, esperava com ela no fim do dia. Sem perceber, viramos inseparáveis.
Passávamos horas conversando no MSN, dividíamos intervalos, saíamos aos fins de semana. Só que, naquela época, eu ainda não tinha coragem suficiente pra admitir o quanto estava apaixonado.
Então ela começou a sair com um cara de fora.
E, às vezes, comentava comigo que ele insistia em avançar mais rápido do que ela queria. Eu não entendia o motivo de tanta resistência. Na minha cabeça limitada da época, parecia apenas insegurança.
Até que eles terminaram.
Nicole ficou arrasada. E eu, enxergando ali a oportunidade perfeita de finalmente me aproximar de verdade, chamei ela pra passar a tarde na minha casa.
Ela hesitou antes de aceitar. Mas acabou indo.
Naquele tempo, a diversão era simples. TV ligada, PS2, MSN aberto no computador da sala. Ficamos horas conversando, até que, em algum momento, o clima mudou naturalmente.
Ela deitou a cabeça no meu colo enquanto desabafava sobre o término. Eu fazia carinho no cabelo dela, tentando parecer tranquilo, mesmo com o coração batendo igual um maluco.
E então eu a beijei.
Não foi um beijo tímido. Foi intenso. Daqueles que fazem o mundo desaparecer por alguns segundos.
Era eu passando a mão na bunda dela, ela passando a mão no meu pau, eu nos peitos dela.
Só que, quando tentei passar na buceta dela, ela interrompeu.
Na hora, o olhar dela mudou completamente. Como se tivesse lembrado que não poderia passar dali.
Ela levantou, disse que era melhor ir embora e, por mais que eu insistisse dizendo que podíamos apenas ficar juntos sem pressão nenhuma, ela chamou um táxi e foi embora.
Achei que tinha estragado tudo.
Mas no dia seguinte, ela apareceu sorrindo.
Veio até mim na frente de todo mundo, segurou meu rosto e me beijou como se quisesse apagar qualquer dúvida que eu ainda tivesse e me pediu desculpas.
A reação da galera em volta foi imediata. Gritos, brincadeiras, zoações.
E foi assim que começamos a viver algo que, sem perceber, já parecia um namoro.
Ela passou a ir quase todos os dias pra minha casa depois da aula. A intimidade crescia aos poucos, mas sempre existia um limite invisível que ela nunca deixava eu ultrapassar.
Até o dia em que faltou energia na escola e fomos liberados mais cedo.
Chegamos na minha casa ainda de manhã, com o dia inteiro pela frente. E, pela primeira vez, senti que Nicole estava diferente. Mais nervosa. Mais silenciosa.
Quando tentei avançar novamente, ela segurou minha mão.
— Amor… antes, eu preciso te contar uma coisa.
O jeito que ela falou me fez gelar.
Na mesma hora, minha cabeça começou a criar mil cenários absurdos.
“Você é homem?” Perguntei com um tom já de julgamento.
Ela respirou fundo antes de continuar:
— Eu nasci com uma condição rara. Eu sou mulher, Henry… mas meu corpo se desenvolveu de uma forma diferente.
Fiquei olhando pra ela sem entender.
Ela desviou os olhos por alguns segundos antes de finalmente dizer:
— Eu sou mulher, mas também tenho um pinto.
O silêncio que veio depois pareceu eterno.
Não porque ela tivesse deixado de ser a Nicole por quem eu era completamente fascinado. Mas porque, até aquele momento da minha vida, eu sequer imaginava que algo assim pudesse existir.
Ela me olhava esperando rejeição.
Esperando medo.
Esperando que eu levantasse e fosse embora.
Mas tudo que eu conseguia pensar era no quanto ela devia ter carregado aquilo sozinha a vida inteira. Só que, junto disso, começaram meus questionamentos — e meu tesão já era visível.
— Amor, mas a gente se pegando forte todos esses dias… você sentia meu pau todas as vezes. E claramente está sentindo agora.
Ela riu de canto.
— É, eu tô vendo. E pelo jeito você gostou do que ouviu, né?
Eu dei risada também.
— E como eu nunca senti?
Ela respirou fundo antes de responder:
— Eu uso um dispositivo que prende ele no meio das pernas. Inclusive, foi muito difícil segurar enquanto a gente se pegava. Nossa… sentir ele duro enquanto te beijava, tocando na minha buceta… eu tava literalmente quase me comendo.
Quando ouvi aquilo, senti meu corpo inteiro reagir. Meu pau quase explodindo dentro da calça, enquanto alguma coisa dentro de mim parecia acordar junto.
Puxei ela pelo braço e comecei a beijá-la de novo, agora sem conseguir esconder a intensidade. Tirei sua blusa devagar, beijando seu pescoço, seus ombros, o corpo dela inteiro, enquanto Nicole gemia baixo, ainda tentando entender minha reação.
— Que isso, amor? Tudo isso foi pelo que eu te contei… ou porque agora eu finalmente consegui te contar?
Olhei pra ela sem nem saber explicar direito.
— Não sei. Só sei que eu quero comer você.
Ela sorriu, mordendo o lábio.
— Então vem logo.
Quando tirei sua calcinha e soltei o dispositivo que ela tinha mencionado, entendi imediatamente o esforço que ela fazia para esconder aquilo. Era menor que o meu, mas mais grosso do que eu imaginava.
Não consegui evitar a reação.
— Caralho… e isso tava escondido aí esse tempo todo?
Ela riu.
— Curtiu, é?
Passei a mão pela cintura dela e respondi sorrindo:
— Curti. Mas ele vem depois. Primeiro eu quero chupar sua buceta que eu tanto esperei.
Então desci devagar pelo corpo dela, sentindo Nicole finalmente relaxar nos meus braços pela primeira vez desde que tinha contado seu segredo.
Tanto meu pau quanto o dela já estavam soltando aquela babinha. Peguei ela pela cintura. Nesse momento, nossos paus se tocaram, e nós dois acabamos indo a loucura. A tensão entre a gente só aumentava.
Confesso que aquilo me deu um tesão absurdo.
— Vem cá, me chupa — falei, empurrando ela pra baixo.
Ela foi me olhando com uma cara de safada, ainda sem acreditar na forma como eu tinha reagido àquilo tudo. Meu tesão era tanto que eu mal conseguia pensar direito.
Gozei rápido, devido ao tesão, ela me olhou e falou falou:
— Amor, se você não quiser me chupar, não tem problema. Você já me fez me chupou a buceta e gozei duas vezes na sua boca.
Olhei pra ela e ri.
— Que isso, amor. Tu tem dois jeitos diferentes de sentir prazer . Melhor pra você ué, Hahahaha.
Ela começou a rir também e me chamou de besta.
Fiquei brincando com ela, tentando deixar tudo mais leve depois da tensão da conversa.
— Caralho, hein… tu é sortuda mesmo. Vive uma experiência completa.
Ela gargalhava sem conseguir se controlar.
— Cara, tu curtiu MUITO isso. Tá adorando. Se eu soubesse, tinha te contado há muito tempo.
Só balancei a cabeça e soltei um:
— Pois é… mas perguntei, o que tu curte mais. Punheta ou Siririca?!
“Ela deu de ombros… Quase como se não quisesse quebrar o clima”
Continuei beijando ela, acariciando seu corpo, enquanto Nicole ria, gemia baixinho e me olhava como se finalmente tivesse conseguido respirar depois de esconder aquilo por tanto tempo.
Comecei a chupar o pau dela, ela me olhou gemendo e finalmente gozou, mas gozou litros, quando se recuperou, ela me olhou e falou:
— Tá aí sua resposta.
Fiquei rindo junto com ela, completamente fascinado pela quantidade de porra expelida por ela, e intimidade que existia entre nós naquele momento.
Ambos já mais tranquilos, falamos: então não vamos usar tanto ele, pra quando usarmos, você gozar desse jeito. Ela concordou, começamos a nos pegar de novo, ainda cheios de desejo.
Então falei brincando:
— Mas olha, uma coisa não vou fazer não, não vou te dar em hipótese nenhuma.
Ela arregalou os olhos imediatamente.
— Ufa. Pensei que tu tivesse curtido tanto que ia me pedir jaja, Graças a Deus.
Eu comecei a rir.
— Ufa digo eu. Então combinado. Só quero te comer.
Ela me puxou pela cintura outra vez e sorriu.
— Então vem, amor.
Comecei a colocar, mas como eu era virgem e não tinha experiência nenhuma, e ela também não, no começo foi bem difícil. Mas éramos bem amigos acima de tudo.
Consegui. Ela reclamava de dor e eu parava, beijava ela a todo instante e ia mais um pouco. Ela gemia, arranhava minhas costas, quase chorando. Pedia pra parar e tirar.
— Não, amor… já passou mais da metade. Aguenta mais um pouco.
— Ai amor, não tô aguentando mais… parece que rasga por dentro.
Olhei pra baixo e tinha um pouco de sangue na minha perna, mas nem falei nada pra não assustar ela. Mas era sinal de que o cabaço já era.
Continuei e minhas bolas chegaram na bunda dela.
Esperei um pouco ela se acostumar, quando ela não reclamava mais, comecei a tirar até a ponta da cabeça, e colocar até o fundo, tirar e colocar. Ai mais rápido. Ela se assustava toda vez que eu colocava rápido.
Depois comecei a ir rápido e ela começou a gemer muito e galera do céu, a cena de eu comendo a buceta dela, e os peitinhos dela balançando e aquela pica também balançando, me davam muito tesão, mas muito. Por não ter muita experiência, foi só no papai e mamãe mesmo, a maior parte do tempo, mas aí ela me perguntou, e se você me comer como a galera fala, de 4. Vamos tentar?!
Falei: vamos na segunda vez? Eu tô quase gozando e queria gozar olhando nos seus olhos?
- Ta bom amor
Continuei a comer ela no papai e mamãe mesmo
(Eu era muito cabaço mesmo)
ela pedindo pra não gozar dentro.
Não dá nada, disse querendo encher ela de porra
- certeza?
- sim
Eu com muito tesão, Ela gemendo, gozou
“Na verdade, eu não sei se ela gozou ou não, acredito que sim. Até aquele momento eu não sabia quase nada, só sabia sobre mim as coisas e um pouco o que meus amigos e primos mais velhos falavam”
Os dois suados, ela com a buceta escorrendo porra, deitou a cabeça em mim e falou preocupada, e eu orgulhoso mexendo e dedilhando a buceta recém leitada.
- Aí amor, tu não devia ter gozado dentro.
- Depois eu compro uma pílula pra você amor, mas de qualquer forma, começa tomar anticoncepcional.
- Ta bom amor.
Começamos a conversar. Perguntei como tinha sido pra ela conviver, afinal era uma coisa bem diferente. Ela ficou meio assim, mas começou a contar que sempre foi bem difícil. Quando os amigos da escola, ainda criança, descobriam ou alguém descobria, ela tinha que mudar de escola ou algo do tipo, porque ninguém entendia.
Foi bem difícil. Por isso nunca deixou ninguém chegar perto dela ou algo assim. Por isso veio de Sorocaba. Por isso terminou com aquele cara.
Ela começou a ficar triste. Eu comecei a fazer carinho nela, começamos a nos beijar, e os dois fomos entrando no clima de novo. Eu de pau duro, ela também.. Coloquei ela de quatro, meti nela e junto comecei a tocar uma punheta pra ela, e ela começou a gemer muito, pedir com vontade.
- me come e bate uma pra mim, vai.
Eu só sabia gemer, eu deu um tapa na bunda dela, coisa que ouvi meus primos falando. Ela gemeu e olhou pra trás meio que assustando querendo saber da onde veio isso.
Dessa vez demoramos mais, mas ficamos só ali, os dois envolvidos no momento e gemendo juntos
Quando falei que não aguentava mais e ia gozar, ela falou que também não aguentava mais e que ia junto comigo. Caralho… foi muito bom ver ela chegando lá ao mesmo tempo pelo pau e pela buceta.
- Meu Deus, eu nunca senti nada parecido, eu gozei pela buceta e pelo pau ao mesmo tempo amor, você é demais, muito obrigada por ter me aceitado e curtido tanto como eu sou.
Nos beijamos, eu dei mais uma chupadinha na buceta dela, só porque eu gostei mesmo, porque ainda estava cedo, mas não fizemos mais nada naquele dia. Ficamos conversando. Vez ou outra, nós nos tocávamos, eu metia o dedo e chupava, trocávamos carinho e continuávamos ali, aproveitando a companhia um do outro.
Ficamos um bom tempo juntos e foi um dos sexos mais gostosos e prazerosos que tive. Foi no início, ainda não existia nada do que existe hoje, pelo menos não pra mim. Era o sexo básico, mas o básico bem feito.
E, pelo menos pra mim, eu perdi minha virgindade com alguém que, além de ser uma grande amiga, era minha namorada. E foi de uma forma que eu nunca imaginei perder.
dentista-dom