Bom, na época em que ocorreu eu era mais nova e morava só com o meu pai.
Nunca tive um relacionamento muito bom com a minha mãe, acho que isso me fez ceder a umas "carícias" de outras mulheres, o que me fez gostar das duas frutas desde sempre.
Chega de enrolar haha
Ele e minha mãe estavam separados há 6 anos de quando ocorreu a nossa primeira vez juntos.
Meu pai, que vou chamar de José, trabalhava desde bem cedo então eu só o via quando ele chegava em casa.
Eu ainda não trabalhava então ficava cuidando da casa, serviços domésticos sabe? Lavar a roupa, manter a casa limpa, as vezes eu brincava dizendo que eu era a nova esposa dele e ele era meu marido dos tempos antigos, porque ele trabalhava e eu cuidava da casa.
Ele ficava meio desconfortável mas levava na brincadeira.
Depois de um certo tempo eu comecei a ver que ele chegava não só com o estresse rotineiro, mas cansado e meio abatido.
Eu pensava que era só questão do trabalho puxado, mas tinha também outro fator que eu não tinha pensado ainda.
"O senhor ta bem?" Perguntei enquanto jantávamos.
"Desculpa filha, to meio viajando aqui na cabeça mas to bem. A janta ficou muito boa viu." Ele respondeu com um sorriso.
"Lasanha a bolonhesa, sei que o senhor gosta muito então eu queria fazer algo bem palatável." Respondi, com uma piscada e mordendo o garfo em seguida.
"Eu só to mais quieto hoje por causa do cansaço mesmo, é só por isso. Ultimamente anda até com o emocional meio maluco. Não que eu to chorando em todo canto kkkk. É mais... não sei explicar, sabe?" Ele respondeu.
"Ih pai, ta naqueles dias." Falei brincado.
Nós rimos.
E só aí deu o estalo pra mim.
Po, ele é um ser humano, um homem, vai de casa pro trabalho, do trabalho pra casa. Não tem tempo pra se divertir.
Se divertir...
Se divertir...
Isso ficou ecoando na minha cabeça e me veio outro estalo.
Sexo... era falta de sexo... O homem ta há tanto tempo sem sair de casa que não seja pra trabalhar que deve ta sem dar uma há muito tempo.
Mas eu não ia perguntar isso, pelo menos não na mesa de jantar.
Mas mesmo que eu perguntasse, do que iria adiantar? Não tenho amigas com mães solteiras pra apresentar.
Bom, nem amigas não tenho direito kkkkkk
Continuamos conversando até terminar de jantar, ele foi descansar e enquanto eu lavava a louça fiquei pensando em como ajudar ele.
Fui ver se ele ainda estava acordado, mas já tinha capotado.
Fechei a porta do quarto dele e fui pro meu, ainda pensando em como poderia ajuda-lo.
No dia seguinte foi praticamente a mesma coisa.
A única diferença é que como a casa já tava toda limpa, fiquei meio a toa e pensando em como poderia ajudar ele.
A noite depois que ele chegou, nós jantamos e ficamos conversando.
"Pai, posso perguntar uma coisa beeeeem pessoal?" Perguntei.
"Claro filha." Ele respondeu, bem curioso.
"O senhor só ta em casa ou no trabalho, não tem tempo pra se divertir... Mas sabe, e sobre se "DIVERTIR" mesmo... entende? O senhor... tem conseguido?" Perguntei e corei na hora.
"Ah... bom... isso é estranho de perguntar mas não tenho problema em responder. Filha, eu nem lembro a última vez que me "DIVERTI", se é que me entende. Quer dizer, me mantenho ocupado e mal tenho tempo pra pensar nisso então acho que to bem em relação a esse "DIVERTIMENTO"." Ele respondeu.
Nem fodendo.
Não ta de boa nem fodendo.
Mulher ainda consegue ficar um tempo sem, mas homem? Não tem como.
Homens, falem a verdade. Só de coçar o saco vocês já bateriam uma facilmente, né?
"E... não tem ninguém assim do trabalho que da pro senhor trocar uma ideia? O senhor é um homem bonito, um homem dedicado, trabalhador, fiel e leal. Tudo e mais um pouco do que uma mulher procura." Falei, colocando o braço em cima da mesa, apoiando minha cabeça e sorrindo.
E ele era tudo isso e mais um pouco.
"Ah filha... sei lá, as duas únicas mulheres que tenho contato ali são casadas." Ele disse, meio tímido.
"É... fora de cogitação." Respondi.
Terminamos de jantar, ele foi descansar, eu lavei a louça e fui deitar.
Como posso ajudar ele?
O que posso fazer pra ajudar ele?
Fiquei pensando... pensando... pensando...
Aí notei que estava passando a mão levemente acima da buceta e que ela estava ficando molhada.
Passei alguns segundos olhando pra ela, por cima do pijama mesmo... fiquei olhando, olhando, olhando...
NÃO.
QUE PORRA QUE TO PENSANDO?
NÃO.
ABSOLUTAMENTE NÃO... ou talvez?
Sei que sou filha dele, sangue do sangue... mas ele ta precisando e MUITO disso.
Loucura.
Loucura demais.
Mas e se for essa loucura que ajudaria ele? Será que eu conseguiria ceder? Será que ele conseguiria ceder?
Gente do céu... é meu pai, como posso pensar em transar com ele?
Será que é só vontade de ajudar ou sou eu ficando com vontade também?
Ou os dois?
Acho que posso fazer isso por ele... não, tenho certeza que posso fazer isso por ele.
Atiçar um homem que já está se segurando há muito tempo não é nada difícil... então, amanhã começo com isso.
Me masturbei pensando nele e fui dormir.
Chegou o dia seguinte, ele foi trabalhar, levantei até mais cedo e ajeitei a casa toda.
Fiz tudo pra que de tarde eu estivesse livre.
Faltando pouco pra ele chegar, comecei a fazer a janta.
Logo que terminei fui tomar banho e ele chegou em seguida, eu deixei a porta do banheiro aberta e só o box fechado.
Como eu tomo banho quente, ficou bem borrado então ele não viu nada, só minha silhueta. Reparei que ele ficou alguns segundos ali e depois saiu rápido.
Saí do banho e ouvi o barulho do chuveiro do banheiro que fica no quarto dele.
Havia uma calcinha fio dental minha que deixei em cima da cama dele antes dele chegar, percebi que ela estava mexida.
Tudo conforme planejado hihihi
Coloquei a "roupa" que separei e fui pra cozinha, colocar à mesa.
Quando ele chegou, deu pra ver o susto dele.
Eu usava calcinha e sutiã, ambos de renda e como estava de costas pra porta mexendo em algumas coisas da pia da cozinha, deixei a bunda um pouco mais empinada.
"Oi... filha..." Ele disse, meio desconsertado.
"Oi papai." Abracei ele, fazendo questão de apertar meus peitos nele e deixando ele sentir bem meu cheiro.
"O que... é... tem pra jantar hoje?" Ele perguntou.
"Fiz uma pizza caseira, parece que ficou boa. Eu pensei que já que faz tempo que o senhor não pega numa pizza, não sente o cheiro, o sabor, eu poderia dar uma pizza pra você." Falei com um sorrisão.
Pegaram o trocadilho com pizza? Kkkkk
"Ah... que ótimo filha... caramba você ta cheirosa." Ele disse, já bem desconsertado com tudo aquilo.
"Obrigada papai." Respondi com um sorriso, me virei de costas e fui até a mesa.
Parei olhando pra trás, deixando a bunda ainda empinada.
"Quer comer?" Perguntei.
Ele ficou com a boca semiaberta e me olhando de cima a baixo.
"Quero... quero sim... a pizza eu quero sim." Ele respondeu, sem sair do lugar.
"Qual delas?" Perguntei.
"Como... como assim?" Ele se espantou.
"Tem com carninha bem molhadinha, mas tem também de frango que ainda não ta assado." Falei com uma leve risada.
"Acho que todas." Ele respondeu.
Era nítido que ele tava com o coração acelerado, até a respiração tava diferente.
"Peguei um vinhozinho pra gente também, acho que combina com pizza." Eu falei.
"Vai ser ótimo." Ele respondeu.
Enchi a taça dele e a minha.
Começamos a comer e conversar, ele gaguejando e toda hora olhando pros meus peitos, sem conseguir disfarçar na maioria das vezes.
Fiz questão de deixar escorrer vinho em certos momentos, entre meus peitos.
Tomamos a segunda... a terceira... e o calor foi subindo na novinha aqui rs
"Vou pegar a sobremesa." Falei indo na direção da geladeira.
Abri ela e fiquei totalmente de 4 empinando bem a bunda, enrolando pra pegar e reparando que ele arregalou os olhos.
Voltei com um pudim de chocolate, coloquei à mesa e tirei os talheres sujos, trocando por limpos, incluindo os pratos.
Passei o dedo ao redor do pudim, pegando a calda de chocolate que tinha.
"Abre a boquinha." Falei.
Ele abriu a boca e eu dei a calda pra ele.
"Gostou? Se quiser pode passar no buraquinho também." Falei, virando de costas e saindo devagar.
Ele não parava de olhar pra minha bunda.
Comemos o pudim, meu pai respirava forte, tava com tanto tesão que acho que ele ia gozar sem nem tocar no pau ali.
Tomamos a quarta taça e eu já me sentia bem alegrinha, ele também mas se contendo.
Quando terminamos ele foi quase correndo pro quarto dele.
Eu não lavei nada, deixei tudo na pia, peguei a outra garrafa de vinho que temos, duas taças, e levei pro quarto dele.
"Ta acordado?" Perguntei.
"To..." Ele respondeu.
Coloquei a garrafa e as taças em cima do gaveteiro e deitei do lado dele.
"Ta tudo bem?" Perguntei pra ele.
"Filha... o que ta fazendo?" Ele perguntou.
"Como assim?" Respondi com outra pergunta.
"Essa roupa, as conotações sexuais... o que... o que ta fazendo?" Ele perguntou, com um misto de seriedade e atenção.
"To cuidando do meu pai, nada de mais." Respondi.
"Você nunca fez as coisas desse jeito." Ele respondeu.
"O senhor ta gostando." Afirmei, não perguntei.
"Em que sentido?" Ele perguntou, ofegando.
"Você sabe o sentido." Respondi.
"Eu não to... você é minha filha, não tenho que sentir tesão nem nada do tipo." Ele respondeu.
"Bom, eu não falei nada sobre tesão. E também, se não ta gostando, porque aqui ta duro?" Falei, passando a mão no pau dele.
Ele nem se moveu pra impedir.
"Filha... eu não sei se consigo fazer isso com você." Ele disse, preocupado.
"Me comer? Se acha que não consegue, deixa eu fazer outra coisa hoje, e amanhã você ta mais descansado pra pensar a respeito." Falei.
"Fazer o que?" Ele perguntou.
Eu não respondi, me sentei na cama, fui até um pouco mais perto das pernas dele e puxei a bermuda com a cueca.
"Filha... eu não sei..." Ele dizia que não queria, mas a rola dele parecia pulsar desejando.
"Shhhh." Fiz à ele.
"Ta tudo bem, viu? Eu vou só fazer um leve carinho." Falei.
Peguei no pau dele, e que pau hein... Comece a punhetar ele levemente.
"Puta que pariu... filha... eu... caralho... não... ta... só um pouco." Ele não sabia se mandava eu parar ou continuar.
"Quero que se sinta confortável, deixa que hoje eu te ajudo, mas amanhã quero mais que isso, ta bom?" Falei, olhando pra ele enquanto o masturbava.
"Ta... ta... ta bom..." Ele disse, suspirando forte.
Me virei de costas pra ele, ficando de quatro com a bunda e buceta em direção ao rosto dele.
Só aproveita o momento.
Fiquei passando a rola dele nos meus lábios, beijei, chupei as bolas, passei a rola inteira no meu rosto.
Afundei, devagar, a boca.
Comecei a mamar ele bem gostoso e devagar.
"Ai caralho... caralho... vou gozar muito rápido... meu Deus que tesão da porra." Ele disse, respirando cada vez mais forte.
"Não avisa quando for gozar, só goza e bota tudo pra fora papai." Falei, voltando a mamar ele.
Ele não sabia de pegava na minha bunda, se puxava minha calcinha, se botava o dedo na minha buceta.
Eu sabia o que fazer, continuar mamando até receber tudo o que ele tinha armazenado esse tempo todo.
Fui aumentando a velocidade e força da mamada, babando na rola dele, fazendo tudo o que me fosse possível ali.
"Caralho... caralho..." Chegou uma hora que ele apertou forte minha bunda.
Senti a porra batendo no céu da minha boca, mantive a rola dele lá dentro.
Acho que nunca vi um homem gozar tanto quanto ele naquele momento.
É sério, foi tanta goza que pensei que ia inflar as bochechas.
Quando senti que ele acabou, deixei escorrer um pouco no pau dele e fui buscar com a língua.
Me virei pra ele, abri a boca pra mostrar a porra dentro, engoli e voltei a abrir a boca.
"Um leitinho antes de dormir é bom." Falei.
O homem tava sem força, acho que tinha porra guardada há 5 anos ali porque não é possível.
Ele ficou tão relaxado que achei que ele fosse desmaiar.
"Filha... obrigado por isso." Ele disse, olhando pra mim.
"Sou a mulher da casa, tenho que atender as necessidades do homem da casa." Falei.
"Não é assim filha... pelo simples fato de você ser minha filha." Ele respondeu, mas não conseguia deixar de olhar meu corpo.
"Mas é como eu quero que seja. Se estiver cansado, com tesão ou só deu vontade, eu to aqui pra te aliviar." Respondi, pegando de novo no pau dele e esfregando na minha calcinha.
"Eu não quero que se sinta usada." Ele disse.
"Mas eu quero ser usada por você." Respondi.
"Então... sobre amanhã..." Ele começou a falar e eu o cortei.
"Amanhã você chega, toma banho, jantamos e eu vou ser sua sobremesa." Respondi me levantando.
Enquanto eu saía, olhei pra trás.
"Durma bem, pense em mim deitada com as pernas abertas pra você." Falei e saí.
"Eu vou, pode apostar que vou." Ele respondeu.
Escovei os dentes e fui pro meu quarto deitar.
Sobre a nossa transa maravilhosa, vai ficar pro próximo conto.
Beijinhos amoressssss <3