Vazaram meu nude

Descobri meu fetiche exibicionista por acaso no ensino médio. Natan era 2 anos mais velho do que eu, portanto, estudávamos em salas diferentes. Nos corredores da escola, sempre sentia um olhar em minha direção. Tinha uma suspeita que fosse ele, mas achava que era coisa da minha cabeça.

Ainda não conhecia o termo “stalker” na época, mas com certeza hoje o classificaria assim. Ele começou a fazer aula de futebol de campo no mesmo horário que eu. Poderia ser coincidência? Talvez. Já me seguia no Instagram há um tempo e sempre via que estava visualizando todos meus stories, mas nunca curtia ou mandava reação. Quando ele entrou na aula de judô na minha turma e, claramente, não gostava nem levava jeito para nenhum dos dois esportes, tive certeza.

O mais estranho é que tentei puxar assunto algumas vezes com ele, mas ele sempre fazia o assunto morrer, só respondia o que perguntava e não dava continuidade à conversa. Ficava pensando: “que que esse cara quer de mim?”

Após a aula de judô, íamos ao vestiário para trocar o kimono pela roupa casual. Sentia o olhar ainda mais intenso quando ia tirar a roupa. Nesse dia, decidi me trocar perto do espelho para tentar espiar quem estava atrás de mim. Dito e feito. Quando tirei a parte de cima do kimono, os olhos ficaram vidrados em mim, senti até o corpo dar uma aquecida. Mas quando tirei a parte de baixo, ficando apenas de cueca, ele praticamente babava, nem disfarçava mais, olhava descaradamente. Aproveitando a situação, dei uma coçada ali embaixo pra deixar o volume mais evidente, mas nunca aconteceu nada além disso.

Até que um dia, fui ao banheiro no meio da aula e “por coincidência”, o Natan veio também e, claro, foi mijar no mictório do meu lado. Ele era mais alto do que eu e as divisas dos mictórios eram praticamente de enfeite (bem estreitas). Ele não resistiu e deu aquela conferida, mas não sabia disfarçar muito bem, fora que já sabia as reais intenções desse safado.

Essa situação foi animando meu pau que mesmo mijando, estava acordando (meia bomba), não conseguia evitar. Ele tem vida própria. De repente, ele sacou o celular do bolso e tirou uma foto. Mesmo que sabia que era um safado, fui pego de surpresa, não imaginava que teria tamanha ousadia. Depois, ele saiu correndo. Outras pessoas teriam dedurado ou algo do tipo, mas não quis fazer nada. De alguma forma, aquela situação me deixava excitado, mas ainda tinha receio do que poderia fazer com essa foto.

Dias depois, começou um furdúncio na escola. A maioria (para não dizer todo mundo) comentava sobre uma foto. O coração disparou: será? Ainda não tinha recebido, não tinha a menor ideia de como tinha ficado. Passou mil e uma possibilidades do que poderia acontecer na minha cabeça, 99% delas coisas ruins e junto, o arrependimento de não tê-lo denunciado.

Fui perguntando para quem conhecia se sabiam de alguma coisa. Descobri que era sobre um nude de um cara no banheiro. A adrenalina tomou conta do meu corpo. Eu precisava dessa foto na minha mão para ontem! Até que uma pessoa de confiança me mandou a tal foto. Na hora, senti um alívio, pois não pegou meu rosto, então o pessoal não sabia de quem era. Logo depois, fiquei duro ao pensar que muita gente estava vendo meu pau no celular e arrancando uns bons elogios safados sobre o tamanho e grossura dele.

Na verdade, alguns amigos próximos reconheceram pelo tênis na foto e talvez por outras ocasiões. Não confirmei, mas nunca neguei completamente, afinal era um tênis até que comum para a época. Cheguei em casa, bati várias punhetas olhando para a foto e pensando nas mais diversas pessoas olhando para a minha pica e que algumas poderiam estar batendo uma olhando para ela também. Fora várias outras fantasias que vêm na cabeça que poderiam acontecer, ainda mais nessa idade.

O caso chegou até a diretoria que passou de sala em sala, pedindo para o pessoal apagar o que, obviamente ninguém cumpriu. A foto continuou circulando e as histórias em volta dela só aumentavam, chegava a ser hilário e muito excitante. Percebi que outras pessoas talvez ficariam bem bravas com uma situação como essa, mas para mim, foi uma descoberta e no final das contas, me rendeu muitas punhetas, então era só lucro.

Desde então, o fetiche foi só aumentando. Às vezes, vou em um terreno abandonado, bosques, praças a noite ou na rua de madrugada e ando pelado, batendo uma enquanto caminho, com a adrenalina a flor da pele de ser pego a qualquer momento. É muita tesão, gozo muito ao final dessas noites.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vazaram meu nude

Codigo do conto:
262288

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
17/05/2026

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