Desde então, passei a procurar profissionais diferentes. Alguns eram discretos e rápidos. Outros claramente gostavam de provocar pequenas tensões durante o atendimento. Mas nenhum tinha mexido tanto comigo logo no primeiro contato quanto Léo.
Tudo começou pela voz, grave, segura, quente.
Quando recebi o áudio confirmando o horário, senti um arrepio percorrer lentamente minha nuca.
“Pode vir tranquilo. Te espero aqui.” Foi simples, mas o tom de voz parecia íntimo demais.
No dia marcado, escolhi cuidadosamente minha roupa. Coloquei uma camiseta preta justa que marcava meu peito e meus braços definidos e uma bermuda clara que desenhava discretamente o volume enquanto andava. Cheguei alguns minutos antes e respirei fundo ao tocar a campainha. Quando a porta abriu, senti imediatamente o corpo reagir.
Léo era ainda mais atraente pessoalmente. Tinha cerca de 1,75, corpo forte, ombros largos, barba baixa e um jeito calmo que transmitia confiança instantânea. Usava uma camiseta cinza justa nos braços e uma bermuda que deixava evidente as coxas grossas.
O olhar dele percorreu lentamente meu corpo antes de voltar aos olhos. Aquele segundo de silêncio pareceu carregado de intenção.
— Entra. Fica à vontade.
O ambiente tinha iluminação baixa, cheiro de óleo corporal e música lenta tocando ao fundo. Não parecia uma clínica comum. Parecia íntimo demais, quase perigoso.
— Pode tirar a roupa quando quiser e deitar na maca.
Tentei agir normalmente enquanto começava a me despir. Primeiro a camiseta, revelando o peitoral definido e o abdômen marcado. Percebi imediatamente o olhar de Léo descendo pelo meu corpo.
Depois a bermuda, minha cueca já marcava um volume considerável mesmo ainda mole. Léo observou por um instante a mais antes de desviar os olhos.
Quando finalmente ficou completamente nu, senti o peso da minha própria exposição. O ar fresco bateu sobre meu corpo enquanto subia na maca. Léo aproximou-se devagar.
No começo, tudo parecia profissional. A máquina passava pelas pernas e pelo abdômen com precisão, enquanto as mãos firmes esticavam a pele para facilitar o trabalho, mas havia algo diferente na forma como ele tocava, as mãos demoravam, os dedos pressionavam lentamente antes de deslizar para outro lugar. Às vezes a palma inteira percorria minhas coxas internas de forma quase carinhosa.
Comecei a sentir o corpo reagir. Quando Léo passou óleo próximo à virilha, o arrepio foi imediato.
— Relaxa… — murmurou.
A voz grave tão perto fez meu pau dar a primeira pulsada. Tentei controlar e respirei fundo, mas cada toque piorava a situação. Léo afastava lentamente minhas pernas enquanto a máquina vibrava perto do saco. Em alguns momentos, os dedos encostavam diretamente na base do pau para movê-lo de lado. O contato era firme, quente, natural demais. E aquilo me excitava absurdamente.
Meu pau começou a endurecer devagar, ficando pesado sobre a barriga. Léo percebeu imediatamente, mas não comentou, apenas continuou. O silêncio entre nós dois parecia ainda mais íntimo do que qualquer palavra.
Então veio o momento que fez tudo mudar.
— Vira de bruços pra mim.
Quando ele pediu que eu mudasse de posição, ficando de quatro para continuar a depilação da região mais íntima do meu corpo, senti um leve desconforto misturado com curiosidade. Nenhum profissional tinha me conduzido daquela forma antes. Ainda assim, havia algo no jeito calmo dele, seguro, tranquilo, quase dominante, que me fez confiar sem questionar. A iluminação baixa deixava tudo mais intenso. As sombras suaves no ambiente, o cheiro de óleo corporal e o som baixo da música criavam uma atmosfera quase hipnótica. Quando senti as mãos dele abrindo lentamente meus glúteos para alcançar melhor o meu cu, um arrepio imediato percorreu minha coluna inteira.
A máquina vibrava devagar enquanto deslizava pela minha pele, mas não era apenas aquilo que mexia comigo, era o toque. As mãos firmes segurando meu corpo com calma. Os dedos pressionando minha pele lentamente, demorando mais do que o necessário. Às vezes ele roçava sem querer no meu saco, arrancando pequenas contrações involuntárias que eu não conseguia esconder.
Aos poucos comecei a sentir o volume entre minhas pernas reagindo sozinho. Primeiro uma leve pulsação. Depois outra mais forte. Até endurecer lentamente contra a maca. Tentei controlar, respirei fundo, mas cada toque parecia piorar a situação. Ele continuava trabalhando com uma calma quase provocadora, como se estivesse percebendo exatamente o efeito que causava em mim. As mãos percorriam minhas coxas internas enquanto a máquina vibrava próxima da região mais sensível do meu corpo.
Eu já estava completamente tenso. Quando virei novamente de frente, o clima parecia outro, mais quente, mais íntimo. As mãos dele deslizaram lentamente pelo meu peito, espalhando óleo pela pele enquanto observava minhas reações em silêncio. Os dedos passaram próximos aos meus mamilos de propósito, circulando devagar antes de descer novamente.
Meu corpo respondeu imediatamente, minha respiração ficou pesada. O arrepio atravessou meu abdômen inteiro. Eu tentava manter a postura, controlar as reações do meu corpo, mas já estava ficando impossível. Então ele desceu lentamente até minha virilha. E naquele momento já não havia nada para esconder. No primeiro toque mais firme, meu pau endureceu completamente diante dele. Uma gota transparente surgiu imediatamente na cabeça, brilhando sob a luz baixa do ambiente. Léo observou aquilo por alguns segundos, sem desviar o olhar, mas também sem se afastar, pelo contrário.
Com uma naturalidade absurda, envolveu meu pau com uma das mãos enquanto continuava a depilação com a outra. Os dedos seguravam toda a extensão com firmeza, movendo lentamente de um lado para o outro para facilitar o trabalho. Só que cada movimento fazia meu corpo estremecer. As pulsações aumentavam na mão dele e a baba continuava escorrendo devagar, deixando tudo ainda mais sensível.
— Tá difícil se controlar, né? — perguntou com um sorriso discreto.
Fechei os olhos por um instante, tentando conter a respiração pesada, mas naquele ponto eu já estava completamente entregue. Ele continuou daquele jeito por vários minutos.
A máquina vibrava próxima à base enquanto os dedos deslizavam lentamente pela pele extremamente sensível. Às vezes apertava um pouco mais firme. Outras vezes apenas segurava enquanto observava minhas reações. E parecia gostar delas. Cada tremor involuntário, cada pulsação mais forte, cada gota de baba escorrendo lentamente pela mão dele. A tensão no ambiente só aumentava.
Quando parecia que o atendimento finalmente estava chegando ao fim, encontrei qualquer desculpa para prolongar aquele momento e ele percebeu imediatamente. O ritmo mudou, os movimentos ficaram mais lentos, mais cuidadosos, quase provocadores. Ele começou a deslizar a pele devagar para trás, expondo completamente a cabeça do meu pau, já úmida e escorregadia. Fazia aquilo lentamente, observando atentamente meu rosto, como se quisesse assistir cada reação. Meu corpo inteiro tremia.
A máquina continuava ligada, vibrando baixo, mas agora parecia servir apenas como desculpa para manter aquele contato íntimo. Ele pressionava a vibração primeiro na parte superior, depois nas laterais, demorando especialmente na região inferior da base do meu pau. Cada toque provocava um choque de prazer. Minhas pernas tremiam involuntariamente. Minha respiração saía completamente descontrolada. E ele parecia gostar de assistir aquilo acontecer.
Os dedos continuavam firmes ao redor do meu pau enquanto a baba escorria sem parar pela mão dele.
— Você tá muito sensível… — murmurou próximo ao meu ouvid
Aquilo quase acabou comigo.
Então ele deslizou lentamente a vibração por baixo da cabeça enquanto a outra mão fazia movimentos lentos e ritmados. Foi demais. Meu abdômen contraiu imediatamente.
Então ele deslizou lentamente a vibração por baixo da cabeça enquanto a outra mão fazia movimentos lentos e ritmados. Foi demais. Meu abdômen contraiu imediatamente. Um arrepio violento atravessou minha coluna inteira. Perdi completamente o controle. Soltei um gemido rouco, alto, sem conseguir conter mais nada enquanto meu corpo inteiro tremia sobre a maca. Meu pau pulsava forte na mão dele, cada pulsação mais intensa que a anterior, enquanto jatos quentes escapavam sobre meu peito e minha barriga.
Léo não parou. Mesmo durante o orgasmo, continuou segurando firme, mantendo os movimentos lentos, observando cada reação minha com uma calma que me deixava ainda mais excitado
— Isso… relaxa… — murmurou perto do meu ouvido.
Minha respiração estava completamente descontrolada. O peito subia e descia rápido enquanto eu sentia o corpo inteiro sensível demais ao menor toque. Mas ele ainda continuava. A vibração encostava levemente na parte mais sensível da cabeça, arrancando pequenos espasmos involuntários do meu corpo. Eu tremia sem conseguir impedir.
— Caralho… — consegui soltar entre a respiração ofegante.
Léo deu um sorriso discreto. Então diminuiu o ritmo devagar, como se quisesse prolongar cada segundo daquele momento. Os dedos deslizaram lentamente pela extensão ainda rígida, espalhando o líquido quente que escorria pela minha pele.
Meu corpo parecia completamente entregue nas mãos dele. Por alguns segundos, o silêncio tomou conta do ambiente. Só se ouvia minha respiração pesada e o som baixo da máquina ainda ligada ao lado da maca. Então ele pegou uma toalha quente. Começou a me limpar devagar, sem pressa, quase como um carinho. Cada toque suave fazia meu corpo arrepiar novamente. A sensibilidade depois do orgasmo deixava tudo ainda mais intenso.
Quando passou a toalha pela minha barriga, nossos olhares finalmente se encontraram de verdade. E naquele momento eu tive certeza de que aquilo tinha ido muito além de um simples atendimento. Léo deslizou a mão lentamente pelo meu abdômen antes de se afastar alguns passos.
— Acho que agora terminou… — disse com um sorriso leve.
Mas o jeito que ele me olhava dizia exatamente o contrário.
Fiquei sentado na maca por alguns segundos tentando recuperar o fôlego. Meu corpo ainda estava quente, sensível e completamente relaxado depois da intensidade daqueles minutos. Enquanto me vestia devagar, conseguia sentir o cheiro do óleo corporal misturado ao calor da minha própria pele, e pior: conseguia sentir as mãos dele ainda marcadas na minha memória. Antes de abrir a porta, ouvi novamente a voz grave atrás de mim.
— Da próxima vez… talvez a gente não precise fingir que isso é só depilação.
Parei por um instante, sentindo um arrepio subir lentamente pela nuca. Sorri sem olhar para trás e saí dali tentando agir normalmente, mas meu corpo ainda pulsava lembrando cada toque, cada provocação, cada segundo em que perdi completamente o controle nas mãos dele. E enquanto entrava no carro, uma única certeza ocupava minha mente, aquela tinha sido a primeira vez de muitas que eu iria visitar Léo.
poti24a