Mamei o atendente da lan-house

Olá, me chamo Alice. Sou nova nessas coisas de contos eróticos, mas depois de tanto ler e me excitar com vários deles, criei coragem e vim relatar algumas das minhas experiências, todas reais. Se vocês gostarem, posso compartilhar algumas fotos no final pra vocês.
...
Sempre fui uma adolescente muito sapeca. Sempre gostei de me exibir e chamar atenção. Amo quando todos os olhares estão voltados pra mim, isso me deixa EXCITADA.
...
O ano era 2014, uma noite fria de sexta-feira no interior de SP. Lá estava eu, saindo no frio para ir até uma lan house que ficava perto de casa, onde minha amiga trabalhava como atendente. Quando cheguei, não a vi. No lugar dela havia um menino moreno, de cabelos lisos e olhos negros. Uma gracinha.

Fui me aproximando e, ao chegar no balcão, o cumprimentei:

— Oi, boa noite! Cadê a Taty?

— Ela não veio. Eu sou o primo dela. Disse que tinha compromisso esse final de semana, só volta no domingo e pediu pra eu cobri-la.
Sua voz era doce e calma. Ele era bonito, mas não fazia muito o meu estilo.

— Ah, que pena! Aquela quenga nem me avisou — disse eu, em tom de brincadeira. — Mas... tá bom. Põe duas horas pra mim?

— Claro — respondeu ele, sorrindo meio sem jeito.

Sentei no primeiro computador e comecei a fazer minhas coisas: trocava mensagens com meus ficantes, usava as redes sociais da época e respondia alguns comentários nas minhas fotos do Orkut. Muitas delas eu aparecia apenas de biquíni ou lingerie. Sempre fui bem magra, de pele clara, nunca tive muita bunda, mas peito nunca me faltou.

Enquanto eu fazia minhas tarefas, entrou uma menina que estudava comigo, a Clara. Era uma das nerds da turma: baixinha, tímida, pele morena, cabelo cacheado, óculos e o rosto cheio de espinhas. Ela foi conversar com o atendente. Acho que nem me viu, ou era tímida demais para falar comigo. Alguns segundos depois, ela se despediu dele com um selinho e foi embora.
Eu estava chocada. Como aquela nerd esquisita podia ter um namorado tão bonito?
Como eu disse, ele não fazia o meu tipo, mas ao vê-lo beijando ela, acendeu algo em mim que eu não consigo descrever.

O tempo foi passando e a lan house já estava quase fechando. Apareceu a mensagem de “5 minutos para o encerramento”. Só havia eu e mais uma cliente. Quando a mensagem surgiu, a outra garota foi embora. Agora éramos só eu e ele.
Eu precisava fazer alguma coisa para chamar sua atenção. Então, sem pensar muito, falei:

— Ei, licença! Qual é o seu nome?
— Eduardo — respondeu. — Precisa de ajuda?

— Preciso. Pode vir aqui?

— Claro — disse ele, sentando do meu lado. — O que você precisa?

Senti seu cheiro e meus hormônios foram à loucura. Não sabia exatamente o que fazer, mas pensei rápido.
Abri meu álbum de fotos e mostrei algumas pra ele.

— Sabe, briguei com meu namorado porque ele disse que minhas fotos são vulgares. O que você acha?

— Bom... é difícil dizer — respondeu ele, bem tímido. — Eu não iria gostar que minha namorada postasse fotos assim, mas cada um é cada um.
— Aquela menina que estava falando com você é sua namorada?

— É sim. Sabe, não tenho nada contra, mas eu não iria querer que ela postasse esse tipo de foto. Mas são bem bonitas — disse ele, ficando cada vez mais nervoso.

— É que eu só sei tirar fotos assim. Talvez você pudesse me ajudar a tirar outras pra eu postar...
— Claro — disse ele se levantando. — Tenho uma câmera legal, outro dia a gente tira. Agora eu preciso fechar.

— Sério? Nossa, eu tava tão entretida que perdi a noção do tempo — falei com despretensão. — A Taty sempre me deixa continuar usando o computador enquanto ela fecha o caixa. Você poderia deixar também, né?

— Tá bom — disse ele, indo em direção à porta. — Mas você só tem mais 5 minutos.

“5 minutos é mais do que suficiente”, pensei comigo mesma.

— Nossa, valeu! Nem sei como agradecer... — falei, com aquela voz manhosa que eu sabia que funcionava.

Percebi que ele me olhava por trás da tela do computador. Então tirei a blusa de frio e soltei o cabelo, ficando mais à vontade. Por baixo eu usava apenas uma camiseta branca fina, sem sutiã. Não sei se era o frio ou a excitação, mas meus bicos dos seios estavam bem arrepiados.

Desliguei o computador e fui até o balcão. Apoiei os cotovelos sobre ele e cruzei os braços por baixo dos seios, fazendo-os parecerem ainda maiores e mais empinados. Notei que ele olhou rapidamente para eles.

— Obrigada, você é muito gentil — disse, inclinando-me para frente e estendendo a mão para me despedir.

Vi que ele deu outra olhada discreta e lambeu os lábios.

— De nada — respondeu, tentando recuperar o foco. — Foi um prazer te conhecer.

“Prazer”... Só de ouvir essa palavra senti uma pontada forte na buceta. Eu estava encharcada.
— Então vou indo nessa...

Virei de costas e comecei a andar em direção à porta, já pensando em como iria seduzi-lo no dia seguinte. Foi quando ouvi:

— Alice, espera...

Olhei para trás. Ele vinha trazendo minha blusa nas mãos.

Não aguentei. Peguei a blusa, joguei no chão, coloquei as mãos no peito dele e o empurrei contra o balcão. Aproximei meu corpo do dele e senti algo grande e duro roçando contra mim. Ele correspondeu imediatamente.

O beijo foi quente, molhado e urgente. Uma das mãos dele segurava minha nuca, a outra apertava minha bunda com força, puxando meu corpo contra o dele. Seu pau roçava na minha bucetinha por cima das roupas, me deixando ainda mais louca.

Ajoelhei devagar na frente dele, sentindo o chão frio contra meus joelhos. Meu coração batia disparado enquanto eu olhava pra cima, direto nos olhos negros de Eduardo. Ele estava encostado no balcão, respirando pesado.

Com as duas mãos, abri o botão e o zíper da calça dele sem pressa. Puxei tudo pra baixo junto com a cueca e o pau dele saltou pra fora, duro, latejando e bem na frente do meu rosto. Era grosso, com veias marcadas e a cabeça rosada brilhando. O cheiro dele me deixou ainda mais molhada.

Comecei passando a língua bem devagar desde a base até a ponta, sentindo o gosto salgado da pele quente. Dei várias lambidas longas, molhando tudo, enquanto uma mão massageava as bolas pesadas dele. Eduardo soltou um gemido rouco e agarrou meu cabelo com força.

Abri a boca e engoli a cabeça devagar, chupando só a pontinha enquanto minha língua girava em volta. Depois desci mais, sentindo ele preenchendo minha boca, batendo no fundo da garganta. Comecei a subir e descer o rosto no ritmo, fazendo barulhinhos molhados e safados que ecoavam no silêncio da lan house.

— Porra, Alice… — ele gemeu, apertando mais meu cabelo.

Eu olhava pra cima o tempo todo, com os olhos pidões e lacrimejando um pouco enquanto forçava ele mais fundo. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, descendo pelo queixo e pingando nos meus peitos. Eu chupava com fome, apertando os lábios em volta do pau grosso, girando a língua na cabeça a cada vez que subia.

De vez em quando tirava ele da boca só pra bater o pau molhado no meu rosto e na minha língua, sorrindo safada, antes de engolir tudo de novo. Uma mão masturbava a base enquanto a boca trabalhava na cabeça, rápida e molhada. A outra mão apertava a bunda dele, puxando ele mais pra dentro da minha garganta.

Eduardo começou a foder minha boca devagar, segurando minha cabeça com as duas mãos. Eu relaxei a garganta e deixei ele entrar mais fundo, sentindo o pau pulsar na minha língua. Os gemidos dele ficavam mais altos, desesperados. Eu gemia também, vibrando o pau dentro da boca, sabendo que isso o deixava louco.
Senti ele inchando ainda mais, os músculos da coxa tremendo. Ele estava perto.

— Alice… eu vou gozar… — avisou com a voz falhada.

Não tirei a boca. Pelo contrário, chupei mais forte, olhando fixo nos olhos dele, pedindo com o olhar que ele gozasse na minha boca. Com um gemido longo e rouco, Eduardo gozou. Jatos quentes e grossos explodiram na minha língua e no fundo da garganta. Engoli o máximo que consegui, o resto escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu continuava chupando devagar, ordenhando cada gota.

Quando ele terminou, tirei o pau da boca devagar, ainda duro e brilhando de saliva e porra. Passei a língua na cabeça sensível mais uma vez, limpando tudo, e sorri pra ele com os lábios melados.
Comecei tirar minha camiseta que já estava transparente de tão molhada e nesse momento seu celular tocou

-Você não precisa atender, né?
-Preciso sim - Disse ele desanimado -....


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alice014

Nome do conto:
Mamei o atendente da lan-house

Codigo do conto:
262307

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/05/2026

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