Numa determinada sexta feira minha mãe estava toda arrumada para sair com ele, linda, um tesão mesmo! Um vestido preto curtinho, salto alto e maquiada, com brincos e pulseiras, e vi que a noite ia ser especial pra eles. O namorado chegou e ela desceu. Nisso, liguei pro Túlio, amigo de baladas e putaria pra sabermos pra onde iríamos aquela noite. O Túlio sugeriu uma casa de swing, nunca tínhamos ido e topei. O Túlio nunca tinha ido em minha casa e nesse dia ele estava de carro e propus que ele me buscasse no meu condomínio. Fomos a tal casa de swing e entramos. De cara, colocamos uma máscara, exigência da casa para aquela noite (Noite dos mascarados) e começamos a explorar o ambiente.
Muitos casais bebendo e dançando, as esposas se exibindo para futuros machos a comerem com o consentimento dos respectivos maridos. O ambiente estava muito animado, com som , luzes e um clima de êxtase total. Resolvemos explorar mais a casa e à medida que íamos explorando o local percebíamos casais em cabines transando e chamando outros casais para participarem da brincadeira. Alguns casais queriam apenas homens, preferência dos maridinhos cornos. Numa dessas cabines vimos uma mulher linda, de máscara mas com um corpo espetacular, e vi um vestido preto pendurado em um cabide, idêntico ao da minha mãe… Fiquei observando aquela mulher chupando um por um que aparecesse na cabine aberta, para todo mundo ver. O Túlio entrou na roda e levou uma mamada também. Em determinado momento reparei nas argolas e pulseiras que ela usava. Achei aqueles apetrechos bem familiares e ao observar o tal marido corno percebi que era o Carlos.
E aquela mulher ERA A MINHA MÃE!!!! O filho da puta tinha transformado minha mãezinha em uma vadia! Fiquei putaço da vida com aquilo mas confesso que fiquei com muito tesão de ver minha mãe daquele jeito. Continuei a observar tudo de pau duro, ela passou a ficar de quatro e os marmanjos, uns quatro ali ao mesmo tempo, começaram a colocar a camisinha a pedido do namorado e um a um começou a comer a minha mãe. Àquela altura eu já estava quase gozando só com a cena e cheguei mais perto, pra conferir tudo do melhor ângulo possível. O Túlio já tinha gozado na boca dela mas continuou com o pau duro, colocou a camisinha e a comeu freneticamente até gozar de novo. Não sei o que me deu mais tesão, ver minha mãe sendo devorada por vários caras ao mesmo tempo ou a cena do Túlio comendo ela, sem saber que era a minha mãezinha querida. Entrei na brincadeira e ao colocar meu pau em sua boca fiz questão de registrar o momento.
Ela começou a mamar bem delicadamente e a cada movimento eu observava o corno do Carlos se deleitando com aquilo tudo. De certa forma eu o achava um cara sortudo, por ter uma mulher daquela sendo usada e desejada por machos mais novos, viris e famintos por buceta. Continuei me deliciando com a chupada da minha mãezinha e em poucos minutos estava pronto pra despejar toda a porra acumulada da semana em sua boca. Segurei em seu rosto, embaixo do queixo e fiz todo o movimento de que ia gozar e pedi que abrisse a boca. Ela abriu e botou a lingua de fora, demonstrando que queria aquele meu todinho. Gozei fartamente em sua boquinha com todo o cuidado para que nenhuma gota fosse desperdiçada, e a danadinha bebeu tudinho e ainda limpou meu pau sugando fortemente como forma de agradecimento. Aquilo foi incrível, pois no mesmo momento que eu gozei vi que o Carlos também chegara ao orgasmo e gozou junto, mas derramando o esperma no rosto da minha mãe.
Foi mágico esse momento. Túlio queria mais e imediatamente quando minha mãe terminou de me chupar o Túlio entrou em ação de novo. Com o pau rígido enfiou novamente na boca da minha mãe, enquanto eu me preparava pra meter na bucetinha dela. Enquanto isso eu já estava de pau duro procurando a bucetinha, quando o Carlos me advertiu a colocar o preservativo. Mesmo sendo a minha mãe, tive que ceder pois eles não sabiam que esse mascarado era eu, o filho dela. Mas continuei com a farsa e coloquei a camisinha e meti naquela buceta úmida, já amaciada por outros paus antes de mim. Senti como era apertadinha, quente e macia a buceta dela. Me esbaldei ao máximo e na medida que ia socando forte ela ia gemendo de prazer e o Carlos ia pedindo que não parasse. Ela estava deitada levando rola minha e chupando o Túlio. Aquilo foi o melhor momento pra mim. Depois o Carlos sugeriu que ela ficasse de quatro enquanto eu continuava metendo e o Túlio gozando na boca dela.
Demorei a gozar, Queria aproveitar o máximo aquele momento. Depois do Túlio outro carinha botou ela pra mamar e ela nunca negava fogo. Percebi outros caras entrando e participando da orgia e eu lá, socando a buceta dela. à medida que iam gozando saía um entrava outro. Quando finalmente não aguentei mais sutilmente retirei a camisinha e gozei dentro dela, sem ela saber e sem o Carlos ver. Depois fiquei um pouco afastado, exausto só observando a minha putinha aproveitando a noite. Depois de satisfazer vários machos, ela parou de foder e foi se recompor. Entrou no toillet pra se lavar e se vestir, pois já tinha gozado bastante e era tarde, quase tres da madruga. Ao voltar do toillet para pôr o vestido, estava furiosa porque percebeu que alguém gozou dentro dela sem o consentimento do marido ou dela mesma. E rolou um clima um pouco tenso entre ela e o Carlos que era o responsável por exigir a segurança dela enquanto dava prazer a todos ali.
Num momento em que o Carlos estava puto com ela e saiu do quarto esbravejando com todos ali presentes, cheguei perto dela e falei em seu ovido baixinho ” fui eu, mãe”! Ela surpresa, não acreditou que aquele carinha que a socou bem gostoso, que a fez gozar e que a fez beber muito leite era o seu filho querido. Ela ia se justificar, envergonhada mas ue coloquei o dedo na boca dela, em sinal de silêncio. A partir dali passei a comer minha mãezinha sempre que me dá vontade e ela permitir. Passei a frequentar a casa de swing sempre que ela ia. E guardamos segredo para o Túlio e para o Carlos. Ah, E eu passei a gozar dentro dela com a permissão do Carlos a pedido dela. Com a pandemia, veio o confinamento e o país parou. As casas de show pararam e a de swing não foi diferente. Passei a comer minha mãe em casa mesmo. O carlos passou a frequentar o nosso apartamento mas ainda não sabe que eu sou o mascarado que fez a mulher dele gemer bastante e a beber muita porra quentinha. Esse segredo é só nosso, meu e de minha mãe.




