Comecei a usar bermuda e ele ficava dizendo que todo mundo já tinha percebido que eu tinha pintinho, que não adiantava usar bermuda. Eu ia retrucar que não era pequeno, mas ele tava com o pau dele marcando e eu ia dar brecha pra comparar, e eu ia ser perdendo nessa porque realmente era grande. Nisso ele disse "você reparou né?'. Eu neguei, mas ele continuou rindo com o jeito debochado porque não tinha como não reparar. Seguiu assim, eu evitando ele, mas sempre que passava ele encarava minha bunda, de um jeito que outras pessoas não percebiam, mas eu sim.
Até o dia que voltei mais cedo da praia e fui tomar um banho. No meio do banho alguém bateu na porta dizendo que queria pegar a toalha. Era a voz dele. Eu disse que esperasse um pouco que eu já ia sair. Mas ele ficou incomodando, dizendo que eu era demorado e tinha mais gente esperando. Era só eu abrir um pouco a porta e passar a tolha dele. Incomodado, acabei aceitando e abri a porta. Quando fui entregar a toalha ele empurrou a porta e entrou. Levei um susto e me cobri com as mãos. "Tá doido, o que tá fazendo?" Ele achou graça e ficou me olhando nu me tapando com as mãos, enquanto ele tava só de sunga. Eu disse "para com isso, o pessoal vai achar estranho...". Ele "não tem mais ninguém aqui, só eu". "Para, eu não to com graça agora, sai daqui".
Eu fiquei muito envergonhado, não queria empurrar ele porque tava cobrindo meu pinto com as mãos. Mesmo assim eu tava nu e sentia muita vergonha. Ele disse que não ia sair dali, que eu podia terminar meu banho. Mas se eu demorasse ele ia entrar no chuveiro comigo. O pau dele começou a crescer e querer escapar pra fora da sunga, acho que nunca senti tanta vergonha com o jeito safado que ele me olhava.
Travei e não respondi nada, ele disse "tá bom então" e tirou a sunga. Quando o pau dele saltou duro pra fora eu olhei assustado... "o que...". Ele parou de rir e ficou sério, então disse "cala a boca e ajoelha". Eu "não vou fazer isso...". "Eu sei que você quer, já deve estar de pintinho duro aí. Tira a mão e deixa eu ver."
Eu disse "não tá não". Ele riu e disse "então mostra" e foi puxando minha mão. Pro meu desespero era verdade, não tava totalmente duro mas tinha despertado. Tentei reclamar mas fiquei sem argumento, ele só segurou minha cabeça e me forçou pra baixo até eu cair de joelhos sem força pra resistir. De perto o pau dele parecia ainda maior e eu ainda tava travado de vergonha. Nem parecia real, ele mandou eu pegar e quando me dei conta tava com a mão no pau dele punhetando bem pertinho do meu rosto.
Ele trancou a porta e "pronto, sem pressa, continua". Não me aguentei, quanto mais raiva e vergonha eu sentia mais vontade eu tinha de socar. Ele dizendo "isso Gu, continua", me chamando pelo meu nome no diminutivo me quebrava. Fez carinho no meu rosto e me puxou pra perto, foi só eu abrir a boca que já senti o pau entrando. Chupei e suguei como se fosse natural, não queria mais parar. A inveja que eu tinha do pau e do corpo dele se transformou em tesão, eu chupava o pau e massageava as coxas dele.
Nisso a gente escutou que tinha chegado mais gente na casa. A gente se olhou, ele sorriu e dessa vez eu sorri de volta. Ele segurou minha cabeça e ficou fodendo minha boca até gozar. Suguei e engoli tudo. Depois saímos de fininho sem ninguém desconfiar de nada.
branqq