A Conversão de Lívia

Lívia é uma garota sulista de 25 anos de idade, completamente racista, pois foi criada em uma família tradicional, ultraconservadora e nacionalista, com avós donos de uma grande fazenda de escravos. Lívia tem nojo de negros, principalmente dos homens. Ela fica assustada e desconfortável perto de homens negros. É muito modesta, tímida, doce, meiga, gentil, sensível e delicada. Também é bastante tradicionalista, conservadora e religiosa, frequentando constantemente a missa na igreja. Ela ama ler livros, e também gosta de filmes e séries. Tem um corpo bem formado, com belos seios, uma bunda firme e arredondada, e uma bucetinha incrivelmente linda e rosada. Todos os seus buracos são apertados e atraentes. Lívia sonha em ser policial ou médica. Como policial, deseja prender criminosos, principalmente negros. Como médica, quer cuidar das pessoas e salvar vidas. Ela é inteligente e dedicada. Gosta de churrasco, praia e piscina, adora viajar e ama o namorado.
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?Criada em uma família tradicional, ultraconservadora e nacionalista, com avós que ainda falavam com orgulho dos tempos da grande fazenda de escravos, ela foi ensinada desde pequena que negros eram inferiores. Lívia tinha nojo. Um nojo visceral. Principalmente dos homens negros. Só de ver um por perto seu corpo ficava tenso, o coração acelerava de repulsa e ela apertava a bolsa contra o peito, desviando o olhar.
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?Por fora, era a imagem da perfeição conservadora: modesta, tímida, doce, meiga, gentil, sensível e delicada. Ia à missa todo domingo, vestia saias longas ou jeans justos que marcavam sua bunda redonda, blusas que disfarçavam os seios grandes e firmes, mas não conseguiam esconder completamente o corpo escultural que Deus lhe dera. Tinha uma bucetinha rosada, pequena, incrivelmente apertada, com um cuzinho virgem ainda mais fechado. Era virgem até o casamento e pretendia continuar assim com seu namorado branco, certinho e de boa família.
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?Mas algo estava mudando.
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?Tudo começou com um sonho. Um sonho sujo. Ela estava na igreja, de joelhos rezando, quando um homem negro enorme, musculoso, de pele escura brilhante e braços grossos como troncos, entrava. Ele não dizia nada. Apenas abria o zíper e tirava um pau preto monstruoso, veioso, pesado, com mais de 25 centímetros, a cabeça grossa e roxa brilhando. Lívia acordou molhada, a calcinha encharcada, o clitóris latejando de vergonha.
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?No começo ela negou. “Sou racista, isso é nojento”, repetia para si mesma enquanto se masturbava escondido à noite, pensando exatamente naquele pauzão negro. As fantasias foram ficando mais pesadas. Ela imaginava ser pega à força por um preto grande e viril, ser jogada de quatro no chão da fazenda dos avós e ter aquele rolo grosso e preto forçando sua bucetinha apertada, abrindo ela inteira, batendo fundo no seu útero enquanto ele a chamava de “branquinha racista safada”.
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?Durante o dia, Lívia ainda fazia cara de nojo quando via um negro na rua. Mas por dentro sua calcinha ficava úmida. Começou a procurar vídeos na internet: “big black cock”, “interracial”, “blacked”. Via aquelas garotas brancas sendo destruídas por paus enormes pretos, engasgando, chorando de prazer, bucetas esticadas ao limite, e gozava violentamente, imaginando que era ela.
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?“Eu sou superior… eles são animais… mas Deus, como eu quero esse animal me comendo”, pensava enquanto metia dois dedos na bucetinha molhada.
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?Seu namorado branco, com seu pauzinho médio, já não conseguia mais satisfazê-la. Enquanto ele gozava rápido dentro dela, Lívia fantasiava com um preto musculoso segurando sua cintura fina e metendo com força bruta, enchendo ela de porra grossa e quente até transbordar. Sonhava em ser engravidada por um negro, em carregar uma barriga de filho mestiço enquanto ainda fingia ser a boa moça conservadora.
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?À noite, sozinha no quarto, ela agora falava alto enquanto se masturbava:
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?— Me fode com esse pauzão preto… me arromba, seu preto safado… me faz sua putinha branquinha racista…
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?Sua bucetinha rosada babava só de imaginar o contraste: sua pele clara contra a pele escura, sua boceta apertada sendo invadida por uma grossa vara negra, seu cuzinho virgem sendo violado.
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?Lívia ainda ia à missa. Ainda sorria timidamente para as pessoas. Mas por dentro, a racista conservadora estava se transformando em uma vadia viciada em pauzão negro.E ela mal podia esperar para tornar essa fantasia real.
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?As fantasias de Lívia só pioravam. Durante o dia ela ainda mantinha a fachada de garota sulista conservadora, mas à noite sua bucetinha rosada latejava enquanto via vídeos de garotas brancas sendo destruídas por paus pretos enormes. Ela sonhava em ser usada como uma vadia, ter sua bucetinha apertada e seu cuzinho virgem arrombados por rolas grossas e negras.
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?Um dia, após a missa, Lívia foi à academia do bairro. Lá estava Jamal, um negro de 1,95m, corpo musculoso, pele bem escura e um volume enorme marcando a bermuda. Ela sentiu nojo… e tesão ao mesmo tempo. Os olhares se cruzaram. Ele sorriu. Ela corou e fugiu.
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?Mas voltou no dia seguinte. E no outro.
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?Depois de uma semana de olhares, Lívia acabou aceitando uma carona. No carro, a mão grande e preta dele subiu pela coxa clara dela. Ela tremia.
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?— Eu sou racista… isso é errado… — murmurou, mas não impediu que ele enfiasse a mão dentro da calcinha dela.
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?— Racista safada… — ele riu, enfiando dois dedos grossos na bucetinha encharcada.
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?Levaram para um motel. Lívia mal acreditou quando Jamal tirou o pau. Era monstruoso: 27 centímetros de rola preta grossa, veiosa, com a cabeça inchada.
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?Ele não foi gentil. Jogou a garota conservadora de quatro na cama, puxou a saia para cima e meteu tudo de uma vez. Lívia gritou, lágrimas escorrendo, a bucetinha apertada sendo esticada ao limite.
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?— Ai meu Deus! Tá muito grande! Vai rasgar! — choramingava, enquanto empinava a bunda branca para ele.
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?Jamal fodeu com força bruta, batendo fundo, as bolas pesadas estalando contra o clitóris dela. Lívia gozou como nunca, o corpo tremendo, gozando tanto que molhou os lençóis. Ele gozou logo depois, enchendo a bucetinha dela de porra quente e grossa, transbordando.
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?Foi o começo.
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?Lívia começou a encontrar Jamal e dois amigos dele regularmente. Virou quase viciada. Traía o namorado toda semana, deixando a bucetinha e o cuzinho destruídos, marcados de chupões e porra preta.
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?Até que o namorado, Lucas, descobriu.
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?Ele chegou em casa mais cedo e encontrou Lívia na cama, buceta vermelha e aberta, esperma negro escorrendo pela coxa. Havia um vídeo no celular dela mostrando ela sendo fodida por dois pretos ao mesmo tempo.Lucas ficou furioso.
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?— Sua puta racista de merda! Traidora! Eu vou terminar com você agora! — gritou, lágrimas de raiva nos olhos.
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?Lívia chorou, pediu perdão, disse que não conseguia controlar. Lucas saiu batendo a porta.
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?Três dias depois ele voltou. Estava diferente. Olhos vermelhos, mas com uma excitação estranha.
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?— Eu não consigo te esquecer… — confessou. — Ver aquele vídeo… ver você sendo arrombada por aqueles paus pretos… me deixou com nojo, mas também me deixou duro pra caralho.
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?Lucas propôs um acordo:
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?— Quero que você continue. Mas eu quero assistir. Quero ser seu cuckold. Quero ver você virar uma hotwife completa para paus negros.
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?Lívia aceitou, chocada e excitada.
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?A partir daí tudo mudou. Lucas marcava os encontros. Ficava sentado na cadeira vendo sua namorada loira, conservadora e racista sendo destruída. Via aqueles paus enormes entrando na bucetinha rosada dela, no cuzinho que ele nunca tinha fodido, via Lívia gritando de prazer enquanto engolia porra preta.
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?Quando os negros terminavam, Lucas se aproximava. Lambia o esperma grosso que escorria da buceta e do cu da namorada, limpando tudo com a língua. Depois se esfregava nela, beijava sua boca ainda com gosto de pau preto, abraçava o corpo suado e marcado dela, sentindo o cheiro de sexo alheio.
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?— Eu te amo assim… minha hotwife racista… — sussurrava ele, roçando o pauzinho duro na coxa dela enquanto ela ainda gemia do último orgasmo provocado por um preto.
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?Lívia, agora completamente corrompida, sorria satisfeita, a bucetinha inchada e cheia de porra, enquanto seu namorado cuckold a abraçava com carinho e lambia os restos dos machos que a foderam.
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?Eles nunca mais foram os mesmos.
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?Depois do acordo, Lucas quis ir direto ao ponto. Marcou tudo para o sábado à noite, no mesmo motel. Lívia estava nervosa, mas sua bucetinha traidora já babava só de pensar.
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?Quando chegaram, três negros enormes já esperavam: Jamal (o primeiro dela), Tyrone (mais alto e musculoso) e Marcus (o mais grosso). Todos com paus monstruosos, bem escuros e veiosos.
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?Lucas sentou no criado-mudo ao lado da cama, o coração disparado, o pauzinho duro dentro da calça.
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?— Pode começar — disse ele, a voz tremendo.
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?Eles não perderam tempo. Arrancaram as roupas de Lívia, deixando ela completamente nua, pele clara contrastando com os corpos pretos. Jogaram-na na cama de quatro.
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?Tyrone segurou a cabeça dela e enfiou o pauzão na boca sem aviso. Lívia engasgou, baba escorrendo pelos cantos da boca enquanto ele fodia sua garganta.
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?— Olha só essa puta conservadora… vai à missa de dia e engole pau preto à noite. Engole mais fundo, vadia racista!
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?Marcus posicionou-se atrás e meteu de uma vez na bucetinha apertada. Lívia gemeu alto, abafada pelo pau na garganta. Ele metia com força bruta, batendo as bolas pesadas, esticando as paredes rosadas dela.
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?— Caralho, que bucetinha apertada! Essa branquinha nunca foi fodida direito pelo namoradinho micropênis dela!
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?Lucas assistia hipnotizado, vendo a namorada sendo usada como um pedaço de carne. Lívia olhava para ele de vez em quando, olhos cheios de lágrimas de prazer e vergonha.
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?Eles revezavam. Colocaram Lívia de bruços, de lado, de quatro, no colo. Foderam sua boca, buceta e cuzinho virgem sem piedade. O quarto enchia de barulhos molhados, tapas fortes na bunda branca dela que ficava vermelha, e humilhação verbal pesada.
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?— Diz pra ele, Lívia! — ordenou Jamal enquanto metia no cu dela.
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?— Eu… eu amo pau preto! — gemia ela entre um tapa e outro. — O pau do Lucas é pequeno… não me satisfaz… só pauzão negro me fode direito!
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?— Essa é minha hotwife racista — murmurou Lucas, masturbando o pauzinho.
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?O gangbang ficou ainda mais bruto. Eles gozaram pela primeira vez quase juntos: um na boca, outro enchendo a buceta e o terceiro pintando os seios grandes dela. Porra grossa, branca e abundante escorrendo pelo corpo dela.
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?Mas não pararam.
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?Viraram Lívia de costas, pernas abertas para Lucas ver tudo. Foderam ela em dupla: um na buceta, outro no cu, enquanto o terceiro enfiava na garganta. Lívia tremia em orgasmos contínuos, olhos revirados, baba e porra escorrendo do queixo.
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?— Olha pra sua namorada, corno! — ria Tyrone. — Tá sendo arrombada como uma puta barata. Essa bucetinha e esse cuzinho agora são nossos!
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?Eles gozaram mais vezes. Gozaram dentro da buceta, dentro do cu, no rosto, nos cabelos loiros, nos seios, na barriga. Lívia ficou completamente lambuzada, um verdadeiro mess de esperma preto grosso escorrendo por todo o corpo claro. A bucetinha e o cuzinho abertos, vermelhos, piscando e vazando porra sem parar.
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?Quando os três terminaram, Lívia estava destruída, gemendo baixinho, coberta de sêmen.
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?Lucas se aproximou tremendo. Ajoelhou-se entre as pernas dela e começou a lamber. Lambeu a porra que escorria da buceta inchada, do cuzinho arrombado, subiu lambendo a barriga, os seios, e finalmente beijou a boca da namorada, misturando o gosto de esperma alheio.
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?— Obrigado… — sussurrou ele, abraçando o corpo lambuzado dela com força, esfregando o próprio pauzinho na coxa melada de porra. — Eu te amo assim… toda usada e cheia de porra preta.
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?Lívia, exausta e satisfeita, sorriu fraco e abraçou o namorado cuckold, sentindo o calor do corpo dele contra o dela, ainda coberta de esperma dos machos que acabaram de destruí-la.
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?Após o gangbang, Lucas ficou sentado na beira da cama, o corpo ainda tremendo. Havia um turbilhão confuso dentro dele.
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?Sentia vergonha profunda — vergonha de ter assistido sua namorada conservadora, a doce Lívia que ia à missa, sendo usada como uma vadia por paus negros enormes. Mais vergonha ainda por ter ficado extremamente excitado o tempo todo durante o ato.
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?Sentia humilhação excitante — a imagem dela gemendo “pau preto é melhor” enquanto ele lambia porra alheia da buceta e do cu dela ainda queimava em sua mente. Era doloroso… e absurdamente viciante.
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?Havia ciúmes cruciantes, um aperto no peito ao ver o quanto ela gozou com eles, algo que nunca tinha dado para ele. Mas, ao mesmo tempo, um amor doentio e possessivo: mesmo lambuzada de esperma de outros homens, ela ainda o abraçava, ainda era dele.
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?No fundo, Lucas se sentia vivo como nunca. Um misto de nojo, excitação, tristeza e euforia. Ele sabia que tinha perdido o controle da relação… e que, estranhamente, era exatamente isso que ele mais queria agora.
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?Ele abraçou Lívia com força, o rosto afundado nos cabelos dela cheirando a sexo, e sussurrou baixinho:
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?— Eu te odeio… e te amo ao mesmo tempo. Não consigo mais parar.
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?Lívia estava deitada, corpo dolorido, buceta e cu latejando, completamente coberta de porra seca e fresca.
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?Sentia uma vergonha quente por ter se entregado daquela forma na frente do namorado. A garota racista, religiosa e certinha tinha virado uma puta barata para paus negros. Isso a humilhava… e a deixava absurdamente molhada de novo.
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?Havia culpa, sim. Mas muito mais tesão e libertação. Pela primeira vez na vida ela se sentiu verdadeiramente fodida, dominada e satisfeita. O contraste da sua pele clara toda lambuzada de esperma preto a excitava de um jeito doentio.
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?Ao sentir Lucas lambendo ela e a abraçando mesmo assim, Lívia teve um pensamento claro e perigoso:
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?“Eu ainda amo ele… mas nunca mais vou conseguir viver sem isso.”
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?Ela acariciou o cabelo do namorado e sorriu internamente, já com saudade do próximo encontro.
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?Lívia estava destruída, mas em êxtase. Seu corpo tremia sem parar. A bucetinha e o cuzinho ardiam, inchados e abertos, vazando porra grossa de negro a cada contração. Ela se sentia sujada, degradada e completamente viciada.
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?O prazer era avassalador. Cada vez que lembrava dos tapas fortes na bunda, dos paus monstruosos forçando fundo na sua garganta, buceta e cu ao mesmo tempo, uma onda nova de tesão subia. “Eu sou uma puta racista… e adorei cada segundo”, pensava, sentindo o gosto forte de porra ainda na língua.
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?A humilhação de ter sido usada como um objeto na frente do namorado só aumentava o prazer. Ela gozou mais vezes do que conseguia contar, de um jeito que Lucas nunca conseguiu proporcionar. Seu corpo branco lambuzado de esperma preto a fazia se sentir barata, inferior e absurdamente sexy.
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?Ao sentir Lucas lambendo o esperma dela, Lívia teve um orgasmo mental: era delicioso ser a hotwife dele. Ela queria mais. Muito mais. Queria ser destruída novamente, queria levar porra até transbordar, queria que o namorado visse tudo.
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?Lucas estava em colapso emocional e sexual. O coração batia descontrolado enquanto ele lambia o esperma grosso e salgado dos buracos da namorada. O gosto era forte, dominante, humilhante… e ele adorava.
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?Sentia um prazer doentio e intenso. Ver Lívia gritando de prazer, olhos revirados, sendo arrombada por paus muito maiores que o dele, despertou nele uma excitação masoquista avassaladora. O ciúme queimava como fogo, mas esse fogo só deixava seu pauzinho latejando sem parar.
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?Ele se sentia pequeno, inferior, traído… e vivo. Lambendo a porra que outro homem deixou dentro da mulher que amava, abraçando o corpo dela ainda quente e melado, Lucas teve a sensação mais intensa da vida. Era amor, submissão, excitação e vergonha misturados em um nível insuportável.
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?Enquanto abraçava Lívia com força, esfregando o rosto na pele dela suja de sêmen, ele pensou:
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?“Ela nunca mais vai ser só minha… e eu nunca mais quero que seja.”
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?Ainda no motel, com o corpo de Lívia todo lambuzado de porra seca e fresca, Lucas não aguentou. Ele subiu em cima dela, tremendo de excitação e ciúme.
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?— Você tá toda suja… toda marcada por eles… — murmurou, a voz rouca.
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?Lívia abriu as pernas, sorrindo safada, a bucetinha vermelha e inchada ainda vazando esperma negro.
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?— Então me fode assim mesmo… fode sua namorada hotwife cheia de porra preta.
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?Lucas enfiou o pauzinho de uma vez. A sensação era surreal: a buceta dela estava quentíssima, molhada, escorregadia e muito mais larga que o normal. Ele sentia o esperma dos outros facilitando cada estocada.
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?— Porra… você tá tão aberta… — gemeu ele, metendo rápido, quase desesperado.Lívia segurou a cabeça dele e sussurrou no ouvido:
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?— Eles me arrombaram… gozaram tanto dentro de mim… você sente o esperma deles enquanto me fode?
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?Isso foi demais para Lucas. Ele meteu com força, beijando a boca dela que ainda tinha gosto de pau preto, lambendo os seios sujos. Em menos de dois minutos explodiu dentro dela, misturando sua porra fraca com a grossa dos negros.
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?Mesmo depois de gozar, ele continuou abraçado nela, o pauzinho amolecendo dentro da buceta melada, beijando seu pescoço enquanto sussurrava:
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?— Eu te amo… minha puta racista.
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?Lívia apenas sorriu, acariciando os cabelos dele, satisfeita e já pensando no próximo encontro com os pretos.
Foto 1 do Conto erotico: A Conversão de Lívia

Foto 2 do Conto erotico: A Conversão de Lívia

Foto 3 do Conto erotico: A Conversão de Lívia

Foto 4 do Conto erotico: A Conversão de Lívia

Foto 5 do Conto erotico: A Conversão de Lívia


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Conversão de Lívia

Codigo do conto:
262480

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
20/05/2026

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