VIRANDO UM VIADINHO

Eu sempre me achei hétero, másculo, cheio de testosterona. Perdi meu cabaço no puteiro; os amigos do meu pai que me levaram quando eu ainda era da escola. A partir daí, eu comecei a ser um pouco viciado em sexo. Comia tudo: feinha, gorda, magra... empurrava o saco sem dó.
Mas minha vida mudou completamente quando eu fui assistir a um jogo de futebol do meu pai, e pela primeira vez eu vi um pau na minha frente. O cara era moreno, estava no vestiário pelado, a pica preta, mesmo mole, era grande. Eu olhava a pica dele, parecia que estava me chamando, me deu água na boca, meu cu piscou. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo comigo, eu era macho, era homem e gostava de mulher.
O jogo começou e eu fiquei assistindo. Quando o jogo acabou, fui para o vestiário. Ele ficou lá conversando com os caras sobre o jogo. Eu estava esperando ele tomar banho para eu ver a pica dele de novo. Os caras foram saindo, indo embora. Meu pai estava no banho, e o cara tirou a roupa e entrou no banheiro. Ele estava tomando banho quando meu pai saiu, se arrumou e me chamou para irmos embora. Andamos até o carro no estacionamento, mas eu avisei meu pai que esqueci um negócio no banco do vestiário — inventei qualquer coisa.
Voltei para o vestiário e o cara estava sozinho. Dei de frente com ele se secando.
— De novo, moleque? Toda hora me secando — ele disse.
— Sai fora, mano, tô procurando meu RG — respondi.
Ele começou a tocar no pau. Eu olhava pro pau dele e ao mesmo tempo fingia procurar meu RG supostamente perdido.
— Acho que não tá aqui não — disse, saindo.
— Vai lá, viadinho, quer dar uma segurada? Eu sei que você quer.
— Eu? Eu não.
Ele se aproximou e eu não consegui me mexer. Ele chegou bem perto, puxou minha mão até o pau dele e eu segurei. Era quente, pesado, mesmo mole.
— Já comi muito viadinho igual você, eu sei que você quer.
— Não, eu não.
Saí de lá correndo e fui pro carro. Eu agora estava entre ser um hétero ou um viadinho. Eu nunca tinha me sentido assim; estava muito excitado e, ao mesmo tempo, assustado.
De quinze em quinze dias tem futebol. Eu estava ansioso pra ir assistir, sabia que ele estaria lá de novo. Domingo fui para o campo com meu pai. Não vi ele no vestiário, achei estranho. Eles estavam para entrar no campo quando ele chegou, acelerado para jogar, mas quando me viu ele mudou de ideia.
— Não vou jogar não, machuquei o pé ontem. Vim só assistir hoje — ele disse para os caras.
Eles entraram pro campo, e o Maurício sentou do meu lado na arquibancada.
— E aí? Veio assistir ao jogo ou veio me ver pelado?
— Assistir ao jogo — respondi, seco.
Ele riu e não disse nada. O jogo começou e ele falou baixinho:
— Tô indo lá no vestiário. Se quiser ir lá ver um negócio, vou te esperar.
Ele saiu andando. Meu coração acelerou, eu não sabia o que fazer, se ia ou se ficava. Depois de uma pequena pausa para pensar, depois de uns cinco minutos, eu fui para o vestiário.
— Eu sabia que você viria. Fecha a porta. Temos 40 minutinhos para brincar.
Ele se aproximou de mim, suas mãos firmes, negras. Me puxou e disse:
— Lá na Bahia eu já comi vários viadinho igual você, não pense que eu vou beijar, que eu vou fazer viadagem não.
Tirou o pau para fora, estava mole.
— Vá, ajoelha e chupa.
— Eu nunca fiz isso, eu não sou viado — respondi.
— Então por que tá aqui? Se não quer, é só ir.
Eu ajoelhei. Com uma mão, segurei o pau dele ainda mole e coloquei na boca. O gosto de homem, o gosto de pica é totalmente diferente de tudo que eu já provei. A pica preta foi endurecendo na minha boca, eu sugava a cabeça... assistir a todos aqueles vídeos pornô valeu a pena. Eu já não estava mais nervoso, eu estava gostando, estava muito excitado fazendo o pau dele pulsar na minha boca.
— Isso, chupa gostoso... Caralho, que boca quente — ele gemia.
Eu acelerei o ritmo. He segurou minha cabeça e ordenou:
— Calma, viadinho, chupa devagar!
— É que tá muito gostoso — respondi, com o pau saindo um pouco da boca.
— E é todo seu. Agora chupa as bolas — ele disse.
Levantei o pau e suguei as bolas, uma e depois a outra, enquanto ele gemia. Eu estava orgulhoso de mim, estava dando prazer ao homem que me fez sentir tesão por pica.
De repente, ele deu uma estocada para frente e enfiou a pica dura direto na minha garganta. Eu engasguei, meus olhos encheram de água, mas ele não parou. Começou a foder a minha boca de cima para baixo, num ritmo violento. O pau dele batia no fundo da minha goela, me fazendo sufocar, e o barulho da nossa saliva misturada ecoava no vestiário.
— Abre bem a boca e relaxa a garganta.
Ele começou a forçar o pau na minha garganta, segurando minha cabeça. Eu comecei a tossir, uma baba grossa escorria pelo meu queixo, mas ele não parava. Minha garganta se abriu e, de repente, meu nariz encostou na barriga dele.
— Engoliu meu pau inteiro. Porra!
Ele me largou e me olhou tossir e limpar a baba do meu queixo. As coisas estavam ficando cada vez melhores quando, de repente, ouvimos o apito do fim do primeiro tempo.
— Sai, sai fora... ninguém pode saber!
— Meu pai, meu Deus!
Entrei em desespero. Saí de fininho e voltou para a arquibancada. Acenei para o meu pai e ele me chamou:
— Tá tudo bem, filho?
— Sim, pai. Tá tudo bem!
— Então tá bom, cuidado aí sozinho, hein.
— Pode deixar.
Meu pau dentro da cueca pulsava. Eu sentia a baba molhando a cueca.
Estava sentado na arquibancada e o segundo tempo estava para começar. Meu pau pulando dentro do shorts, estava muito excitado e o gosto de pica na boca era prazeroso.
O juiz começa o segundo tempo. Ninguém vai perceber se eu for pro vestiário. Eu vou para lá e o Maurício está mijando, o pau dele já estava mole de novo.
Eu pergunto, olhando ele mijar:
— Quer continuar?
Ele balança a pica, terminando de mijar, e diz:
— Se você quiser.
Eu, antes de ajoelhar, fechei a porta e comecei a chupar de novo. A pica dele, ao tocar na minha boca, já endureceu. Dessa vez ele não estava com pena, agarrando minha cabeça com as duas mãos e empurrando fundo na minha garganta.
— Engole, engole tudo.
Eu tossia, sem ar:
— Cof... coooof... Ughhh.
— Sem drama, relaxa a garganta e engole a minha pica.
— GHGMM GGHMHH — eu engasgava, não, ele não tinha pena.
A baba grossa escorria pelo meu queixo e pingava no chão. Ele urrava de prazer, ele estava fodendo minha garganta. O pau dele começou a inchar, pulsar, e eu senti o primeiro jato quente na minha garganta.
— Engole, viadinho, tô gozando.
Ele soltou minha cabeça. Eu poderia ter tirado o pau da boca, mas eu não tirei. A segunda, a terceira jatada eu engoli. Eu fechei a garganta, as outras jatadas de porra ficaram na minha boca. Ele tirou o pau da minha boca.
— Deixa eu ver a tua boca cheia de leitinho.
Eu abri a boca, mostrando para ele.
— Engole minha porra, quero ver.
Eu engoli. O gosto amargo, pegajoso na boca me deu ânsia, mas segui firme.
Quando eu saí e voltei para a arquibancada, logo em seguida o jogo acabou. Fui embora com meu pai, entrei no banheiro, olhei no espelho e sorri. Meu pau ficou duro lembrando de tudo o que eu fiz. Comecei a bater punheta e, em fração de segundos, eu comecei a gozar. Que gozada gostosa...

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Comentários


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coroa-cadado Comentou em 20/05/2026

Delícia de conto, fiquei de pau duro me imaginando no teu lugar.

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kaikecamargo3 Comentou em 20/05/2026

Gostoso demais tomar um leite direto da fonte.




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Ficha do conto

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pretodorado

Nome do conto:
VIRANDO UM VIADINHO

Codigo do conto:
262484

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/05/2026

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5

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