Conto 2 – Com minhas alunas

Em 1982, enquanto cursava universidade, surgiu a oportunidade de ingressar na vida acadêmica dando aulas de física e matemática. Eu, garotão novo ainda, com meus 21 anos de idade, comecei a dar aulas para turmas de magistério em um colégio de irmãs de caridade. Turmas só de meninas na faixa de 15 a 17 anos. Eu não só era muito novo, mas bem bonito, chamava atenção apesar da timidez. Sempre vinha algum colega dizendo que uma aluna estava apaixonada por mim. Levávamos sempre na brincadeira. Só para se ter uma ideia, quando fiquei noivo de minha hoje esposa, na primeira aula que fui dar de aliança nova, ao levantar a mão para escrever no quadro, houve um hãmmm de vozes femininas na sala de aula. Mas eu fazia de sonso aos olhares femininos. Além da timidez, tinha que me manter na posição de autoridade para não perder o respeito, principalmente por se tratar de um colégio de irmãs. Bom, no primeiro ano em que estava lecionando, ao final do ano uma aluna me aguardou no pátio no último dia de aula. Ela estava muito mal na minha matéria e iria ser reprovada. Então ela me interceptou e veio com um papo de que estava mal e que iria ser reprovada. Então, se não dava para eu aprova-la e ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Poderíamos sair e ir para um lugar discreto, deixando claro suas intensões. Eu já conhecia o caso dela e sabia que a mesma estava mal com todos os colegas e não só na minha disciplina. Coloquei maldade na hora. Ou ela queria realmente levar o professor para o motel ou de repente armar alguma para cima de mim e chantagear depois. Fiquei firme e respondi para ela aguardar o resultado pois a decisão não era só minha e sim de um conselho de classe que haveria ainda. Essa não teve jeito, ela foi reprovada.
Um segundo caso aconteceu comigo uns 20 anos depois, quando eu já dava aulas em cursinhos e minha esposa já não tinha mais aquele ímpeto sexual da juventude. Transávamos muito raramente e a qualidade não era legal. Eu dava aula até tarde da noite. A última aula terminava por volta de 22:30. Uma aluna com muita dificuldade em minha matéria, sempre me prendia após essa última aula para tirar dúvidas. Ficávamos até 23:00 mais ou menos até que um funcionário vinha apagar as luzes para fechar o cursinho. Sentávamos nas carteiras vizinhas e eu ia tirando as dúvidas dela. Com o passar dos dias, percebi que ela era realmente muito fraca. Aquele esforço todo deveria ter outro motivo. Aí comecei a prestar mais atenção nos sinais dela, olhar, como ela se aproximava de mim na hora da explicação. E isso começou a me excitar. A menina devia ter uns 20 anos e não era de se jogar fora. Num belo dia, eu com os hormônios a todo vapor, expliquei a matéria e passei um exercício para ela fazer na minha carteira mesmo, para ver se ela tinha entendido a explicação. Ela começou a tentar fazer e o rosto dela ficou muito próximo do meu. Sentia o cheirinho dela e isso foi me excitando muito. Como quem não quer nada, comecei a passar minha caneta de leve nas orelhas dela. Lembro-me que foi um momento tenso, porque não sabia qual seria a reação dela. Para minha surpresa, ela fechou os olhos e veio caindo com a cabeça para o meu lado, curtindo o carinho. Nossa, foi uma felicidade grande para mim, GANHEI! Isso é o que passou no momento em minha cabeça. Quando ela estava bem pertinho, virou-se para mim com uma carinha de pidona. Aí lasquei um beijo nela e fui correspondido. Bom nesse mesmo dia, abri o jogo com ela, disse que era casado mas, se houvesse muita discrição, poderíamos ter um encontro. Ela com um sorriso aprovou a ideia e combinamos então que no dia seguinte ela me esperaria em um local combinado e iríamos para um motel. Só para contexto, naquela época não existia celular. E troca de telefone era perigoso, pois minha esposa poderia atender. Então os encontros tinham que ser marcados com antecedência. Bom, fomos para o motel e lá namoramos muito. Na época eu devia ter meus 40 anos e ela uns 20 anos. Sentir aquele corpinho em meus braços foi muito bom. Depois de muito beijo correspondido, fui passando as mãos nos seios dela e tirando devagar a roupinha dela. Chupar aquele corpinho foi tudo de bom. Desci até as coxas, abri as pernas dela e uma ótima chupada na xaninha dela. Ela se contorcia de tesão. Antes de penetrá-la inverti a posição e fiz ela chupar o meu pau. Ela era bem obediente e fazia tudo que eu queria. Depois transamos num papai e mamãe muito gostoso. Senti que ela estava radiando alegria, mas ao mesmo tempo, tínhamos que ter a cabeça no lugar, afinal o que estávamos fazendo era moralmente proibido. Com essa aluna saí mais umas 3 vezes. Quando estávamos mais à vontade um com o outro, eu a virava de bundinha para cima e ficava dando beijinhos na bundinha dela e depois enfiava com vontade a língua no cuzinho dela. Ela gemia e rebitava a bundinha para mim. Paramos de nos encontrar pois ficava difícil para mim devido aos horários.
Um último caso com aluna ocorreu quando eu dava aula em um colégio estadual a noite. Eram alunos de ensino médio e em sua grande maioria alunos que trabalhavam durante o dia e estudavam a noite. O grande problema dessa aventura que começarei a contar é que a coordenadora do colégio era minha vizinha e se desse algum comentário, poderia chegar aos ouvidos de minha esposa, o que não seria legal. Dei aula durante um ano no colégio e meu relacionamento com os alunos era muito bom. No último dia de aula, uma aluna que eu tinha muito carinho até, brincava bem com ela durante as aulas, me falou que precisava ter uma conversa comigo no final do turno, se eu poderia espera-la. Não coloquei maldade nenhuma e achei que poderia se tratar de alguma surpresa de despedida, uma vez que os alunos sabiam que eu não retornaria ao colégio no ano seguinte. Para minha surpresa após a última aula, encontro com ela no fim do corredor em um local meio isolado. Ela para mim.
- Professor gostaria de te contar uma coisa muito séria mas o senhor tem que prometer guardar segredo, pois se trata de algo muito sério.
- Ok, pode contar comigo, o que está pegando?
E olhando bem para os meus olhos mandou essa:
- Eu sei que o senhor é casado, mas eu queria muito transar com o você.
Nossa, na hora fiquei meio que sem reação, sorri achando que ela estava brincando comigo. E ela tornou a afirmar com um, É sério! Minha reação então foi:
- Quantos anos você tem?
- Fiz 18 semana passada.
- Não acredito, com essa carinha de menina.
Ela tirou a identidade do bolso e me mostrou. Realmente ela estava com 18 aninhos a uma semana.
E como já disse, meu maior problema era tempo. Nessa época dava cerca de 65 aulas por semana e ainda tinha que levar e buscar filhos no colégio, curso de inglês, etc. Fiquei numa sinuca danada, pois poderia simplesmente negar devido aos meus horários, porém, ela era uma menina linda, muito gostosa e com 18 aninhos. Eu um homem muito mais velho. Quando é que eu conseguiria uma gata daquela novamente? Se é que eu conseguiria.
Disse a ela que seria muito difícil de nos encontrarmos novamente. Era último dia de aula e eu nem retornaria mais ao colégio. Ela me respondeu dizendo que se não desse, ela queria pelo menos me dar um beijo gostoso.
Bom, resolvi arriscar, achei que valeria a pena. Resolvi então tentar uma rapidinha com ela. Pedi que me esperasse na padaria em frente ao colégio e que eu iria comprar pão. Nisso ela aproveitaria e me pediria uma carona. Pegaria mal eu sair com ela no carro do colégio, alguém poderia ver. Já na rua ficaria mais informal. Correu tudo como combinado. Dei a carona para ela. Mas já era tarde e nem eu nem ela poderíamos demorar muito. Então levei ela para o estacionamento do campus universitário que existe na cidade. Já passavam de 22h. Estacionamento cheio de carros, escuro. Um lugar perfeito para um sarrinho. Lá comecei a beijá-la, mãos explorando o corpinho dela. Ela era realmente muito gostosa. Coloquei uma mão dentro da calça dela, cheguei até a xaninha dela de fiquei masturbando ela. Não demorou muito senti aquele jato de líquido jorrando da buceta dela e ela contorcendo nos meus braços, ao mesmo tempo em que eu a beijava na boca. Há, que delícia. Fiquei com o pau armado e direcionei uma das mãos dela para ele. Abri o fecho da calça e a deixei sentir meu pau pulsando em suas mãos. Ela começou a tocar uma punheta para mim e ao mesmo tempo fui forçando a cabeça dela no meu peito e para baixo. Ela resistiu um pouco, mas acabou cedendo. Pedi a ela, chupa meu pau chupa. Aí ela foi colocando aquela boquinha quentinha no meu pau e ainda perguntou, assim? Isso, chupa que está gostoso. Sentia a língua dela roçando meu pau e ela fazendo um vai e vem gostoso com boca e mão até que veio aquele gozo. Segurei a cabeça dela para ela não parar e esporrei na boquinha dela até que parou minhas contrações. Ao soltá-la ela estava com a boca cheia de porra e balbuciou para mim (hum, hum) tipo assim, o que faço com isso? Abri a porta do carro e pedi para ela cuspir fora do carro. Tinha uma estopa limpa no porta luvas do carro que dei para ela limpar a boca. Depois disso, correria para deixar ela próximo da casa dela e retornar para minha. Foi uma gozada muito tensa mas muito gostosa também. Nunca mais vi essa aluna e se cruzar com ela na rua hoje, com certeza não a reconhecerei. Não lembro do rostinho dela. Vc pode estar me perguntando, pq não encontrou ela novamente? Como disse, naquela época não tínhamos a facilidade do celular que temos hoje. Foi algo muito arriscado por se tratar de uma aluna. Preferi não arriscar um contato futuro com medo de dar algum problema. A foto do conto não é ela, pq não tenho lembrança nenhuma registrado dela. Só para terminar, hoje lembro desses momentos com tesão, mas ao mesmo tempo passa uma sensação de pena dessa aluna. Ela devia estar querendo algo romântico com o professor. Ela até gozou, mas depois teve que chupar um pau que não devia estar nada limpo, afinal era final do dia e eu não havia tomado banho ainda. No próximo conto descreverei a transa que tive com uma colega de trabalho.
Foto 1 do Conto erotico: Conto 2 – Com minhas alunas


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conto 2 – Com minhas alunas

Codigo do conto:
262510

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
20/05/2026

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