Eu tinha 18 anos e fui pra casa do Tayles naquela noite só pra jogar videogame como a gente fazia sempre. A mãe dele morava junto (o pai estava viajando a trabalho), mas ela geralmente ficava no quarto dela. Quando cheguei, tudo parecia normal. A gente jogou um pouco, riu de algumas coisas, mas depois de um tempo ele pausou o jogo, me olhou sério e falou baixo: — Tayler, eu sei que você roubou calcinhas da minha mãe. Tenho as fotos. Ou você obedece tudo que eu mandar hoje, ou amanhã eu mostro pra todo mundo. Entendeu, garota? Fiquei paralisado de vergonha. Tentei negar, pedi pra ele apagar, mas ele não cedeu. Acabei aceitando, com o coração disparado. Ele abriu o armário da mãe e escolheu algumas peças. Me entregou uma calcinha rosa bebê fio-dental bem cavada e um babydoll preto transparente curtíssimo. — Veste isso pra mim primeiro — ele disse calmamente. Tirei minha roupa toda ali no quarto dele, sentindo o rosto queimar. Coloquei a calcinha rosa. O fio era fininho e entrou bem fundo entre minhas bandas, apertando e marcando minha bunda redonda de um jeito que deixava ela ainda mais empinada. Meu pau torto de 18cm ficou pressionado pra frente, marcando o tecido. Depois vesti o babydoll preto. O tecido era quase transparente, dava pra ver meus mamilos claramente, e ele era tão curto que mal cobria a metade de cima da minha bunda. Tayles me olhou devagar, de cima a baixo, e soltou o ar: — Porra, Tayler… você fica realmente gostosa assim. Vira de costas pra mim. Empina essa bundinha. Eu virei, sentindo um frio na barriga. Ele veio por trás, encostou o corpo no meu e colocou as duas mãos nas minhas bandas, apertando devagar, sentindo o peso e a maciez. Depois começou a esfregar o pau dele, ainda dentro da cueca, bem no meio da minha rachinha. Eu sentia o calor do pau dele através do tecido, o comprimento longo e a rigidez pressionando contra mim. Ele esfregava devagar, subindo e descendo a virilha inteira entre minhas bandas, fazendo o pau deslizar por toda a extensão da minha bunda. A cabeça grossa roçava bem no meu buraco, pressionando o fio da calcinha rosa contra mim. Ele abria minhas bandas com as mãos, olhava e continuava o movimento, agora mais firme. — Tá sentindo, minha putinha? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca. — Meu pau tá bem duro por causa dessa bundinha redonda e macia. Olha como ele desliza gostoso entre suas bandas… rebola devagar pra mim, garota. Eu obedeci, rebolando devagar enquanto ele esfregava. O pré-gozo dele começou a molhar a calcinha, deixando tudo escorregadio. Ele puxou o fio da calcinha pro lado com um dedo e agora era pele com pele. O pau dele estava quente, latejando, e ele esfregava a cabeça grossa bem no meu buraco, fazendo círculos lentos, pressionando sem entrar ainda. Depois deslizava o pau inteiro pra cima e pra baixo, batendo a virilha contra minhas bandas, apertando elas em volta do pau dele. Ele demorou um bom tempo assim, só esfregando, apertando, dando tapinhas leves que faziam minha bunda tremer. Falava o tempo todo no meu ouvido: — Que bundinha gostosa você tem… macia, quente, empinada… você adora sentir meu pau te provocando assim, né safada? Rebola mais, vai… isso, garota. Eu sentia tudo: o calor, a rigidez, o pré-gozo escorrendo pelas minhas coxas, o pau longo deslizando entre minhas bandas, a cabeça pressionando meu buraco repetidamente. Meu corpo tremia de vergonha e tesão misturados. Depois de me deixar bem molhado e aberto com os dedos, Tayles encostou novamente a cabeça do pau dele bem no meu buraco e foi empurrando devagar. Senti a pressão forte, a cabeça grossa abrindo meu cuzinho centímetro por centímetro. Era uma sensação bem forte — uma mistura de ardor, pressão e um prazer estranho que subia pela barriga. — Relaxa, garota… vai tomando meu pau… isso… tá indo bem fundo né, minha putinha? — ele falava baixinho, a voz rouca no meu ouvido. Quando ele colocou tudo, eu senti ele bem fundo, latejando dentro de mim, enchendo tudo. Ele ficou parado uns segundos, só curtindo, pulsando. Depois começou a meter devagar, tirando quase tudo e enfiando de novo, bem fundo. Cada estocada fazia minhas bandas tremerem e batiam contra a virilha dele. Tayles segurava minha cintura com firmeza, puxando o babydoll preto pra cima pra ver melhor minha bunda. Ele metia gostoso, alternando entre devagar e fundo e mais rápido, fazendo barulho molhado toda vez que entrava. — Que bucetinha apertada e quente você tem… aperta meu pau assim, safada… olha como essa bundinha balança toda vez que eu te fodo — ele gemia, dando tapas leves nas minhas bandas que faziam elas ficarem vermelhas. Eu gemia no travesseiro, sentindo o pau longo dele entrar e sair, roçando em todos os lugares certos dentro de mim. Meu próprio pau torto estava duro pra caralho, babando dentro da calcinha rosa. Tayles acelerou um pouco, segurando meus ombros e metendo mais forte, o corpo colado nas minhas costas. — Tá gostando né, garota? Tá adorando levar pau fundo assim… rebola pra mim, vai… isso, minha putinha gostosa. Ele meteu por um bom tempo, suado, respirando pesado no meu pescoço, apertando minhas bandas com as mãos. Quando sentiu que ia gozar, ele segurou minha cintura com mais força, meteu bem fundo algumas vezes e gozou forte, jorrando porra quente bem no fundo de mim. Eu sentia cada jato pulsando dentro, enchendo tudo. Ele ficou lá dentro, tremendo um pouco, gemendo baixinho enquanto esvaziava tudo. Depois de uns segundos ele tirou devagar, e eu senti a porra dele escorrendo pela minha bunda, molhando a calcinha rosa e o babydoll. Tayles deu um tapa leve na minha bunda e falou, ainda ofegante: — Boa garota… você tomou tudo direitinho. Agora tira essa calcinha rosa molhada que eu vou te dar outra pra continuar. Ele ainda passou a mão na minha bunda, espalhando um pouco da porra que escorria, claramente satisfeito. Vou deixar umas fotos pra vocês imaginarem como é os nossos paus e minha bunda.
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