Parte 3 – O Tapa que Decidiu Tudo

No domingo acordei com ele esfregando na minha bunda, de conchinha. Comecei a gemer manhoso, empinando mais... Meteu, meteu, meteu e meteu!!! Cu cheio de leite e ele me mandou fazer café.

Não olhava mais ele como amigo, o meu amigo tinha desaparecido. Era uma outra pessoa. Nem sombra do meu brother. A conversa não era a mesma, a energia não era a mesma nada era igual, nem eu....

Estava colocando a mesa do café da manhã , ele chega na cozinha e diz segurando meu rosto:

- Lá fora você continua o macho de sempre. Namora, sai com nossos amigos, ninguém nunca vai desconfiar. Aqui dentro, quando eu te olhar desse jeito, você vira minha fêmea na hora. Vai vestir calcinha, choramingar, abrir o cu e implorar pra eu te arrombar. Sem discussão. Entendeu?

Foi mais um choque para mim. Tremelique, cu piscando e coração disparado. Demorei para responder e tomei um tapão na cara.

- Não ouvi a resposta

- Mexi a cabeça dizendo que sim.

Depois ele foi até seu armário, abriu, pegou e jogou uma calcinha fio dental sobre mim. Era da Juliana sua namorada. Era preta e minúscula.

- Veste. Agora. Tira esta camisa e fica só de calcinha!

Eu vesti tremendo. A calcinha entrou no meio da bunda. Devia estar parecendo uma vadia.

Durante todo o dia ele me treinou.

Mandava servir cerveja. Cozinhar rebolando. Sentar no colo dele no sofá. Já estava dominado. As vezes ele enfiava a mão por dentro da calcinha e metia dedos no meu cu eu gemia com voz fina.

À tarde ele me jogou no sofá, abaixou a calcinha até o joelho e meteu cru, sem lubrificante. A rola rasgou tudo. Eu gritei:

- AI MEU DEUS… TÁ ARDENDO… TÁ RASGANDO…

Mas empinei mais, rebolando loucamente e logo comecei choramingar:

- Não para amor… por favor não para… me fode mais forte…

Ele socava até o talo, bolas batendo com força, puxava meu cabelo:

- Isso, chora alto, sua cadela… chora enquanto eu te transformo na minha namoradinha…

Eu soluçava, voz completamente quebrada:

- Eu sou tua namorada… arrebenta meu rabo, seu safado comedor de cu...

Gozei quatro vezes só de levar rola, porra escorrendo pelas coxas, cu vermelho, arrombado, piscando aberto. Ele gozou fundo e depois disse para eu limpar o pau dele. Até aquele momento nunca tinha chupado uma rola, mas fiz com desenvoltura.... Fiquei querendo pagar um boquete de verdade. Pra ele gozar na minha boca e na minha cara, mas não contei para ele.

À noite ele me fodeu de ladinho, devagar, mão acariciando meu peito como se eu tivesse tetas. Entregue e morto de tesão eu deixei escapar um "Eu te amo". Ele riu e disse: "amor de pica quando bate fica".

Quando fui embora, ele guardou a calcinha suja de porra no bolso e falou:

- Esta é da Juliana. Você não vai usar mais. Traga uma saia bem curta, calcinha e um sutiã. Minha mulherzinha merece se vestir direito.

Saí de lá com o cu destruído, cheio de porra, pernas tremendo, coração explodindo e sem saber se conseguiria ser o macho de sempre com a namorada e amigos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico olivaaaaaaaaaa

Nome do conto:
Parte 3 – O Tapa que Decidiu Tudo

Codigo do conto:
262531

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/05/2026

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