Meu nome é Arthur, sou um homem trans, sou um homem com buceta. Atualmente aplico testosterona tenho barba e um clitóris crescido. Acho que essa história foi uns dez anos atrás, quando eu estudava num IF aqui da minha cidade, eu cursava mecânica industrial, foi antes da minha transição então eu ainda era uma menina e só tinha colegas homens, tinha alguns muito gostosos, mas a maioria era uns nerd feiosos. Eu me dava bem com todos, mas alguns eu conversava mais e um desses colegas que eu conversava mais era bem gostoso e nós falávamos algumas putarias às vezes, coisas leves, todos me tratavam com muito respeito. Esse colega vamos chama-lo de Jeferson. Nós tínhamos que fazer TCC, mas por ser um curso técnico podíamos fazer de dupla ou trio, eu fiz com o Jeferson e mais um nerd feio irrelevante pra história. Houve um dia que os meus colegas foram em puteiro, chegando no dia seguinte o Jeferson me contou muita coisa que ele e os guris fizeram lá. Teve dois que queria a mesma puta, nenhum sedia e escolhia outra, dai foram os dois pro quarto com ela. Teve um que comeu a mulher na frente de todo mundo e ficaram debochando dele porque não durou muito (ele disse que ficou nervoso). E ele me contou sobre ele: “Nem foi tão bom, acho que teria sido melhor ter batido uma punheta em casa, meu pau não é grande e a mulher era larga ela nem deve ter sentido meu pauzinho direito”. E eu ri dele falando “pauzinho??” ele ficou tímido e respondeu “é po, meu pau não é grande, fazer o que, nascia assim”, parei de rir porque vi que ele tinha ficado tímido com isso e falei sem pensar “se fosse comigo teriamos sentido direitinho”. Naquela época eu tinha recém perdido a virgindade, não tinha transado muito ainda, minha buceta era apertadinha. E com o que eu falei a situação se inverteu: eu fiquei tímido e ele rindo de mim. Dias depois desse diálogo nós e o outro nerd ficamos no IF até mais tarde fazendo algumas coisas do TCC, a aula terminava 18h e ficamos até umas 20h mais ou menos, o nerd foi embora, nós nos olhamos e ficamos sem saber o que fazer e como estava frio ele falou “vamos ali no carro comigo pra gente não ficar com frio” e fomos. O carro dele era bem legal, espaçoso, daí eu elogiei e ele falou “foi meu pai que me deu”, e já foi colocando a mão na minha nuca e me puxando pra um beijo e eu só aceitei e retribui. Ficamos nos beijando por um tempo até ele resolver começar a passar a mão pelas minhas pernas, no começo foi bem tímido, quase só a ponta dos dedos e quando notou que eu não fui contra ele começou a encher a mão, apertava, esfregava, e eu já fui ficando com tesão porque minhas coxas são meu ponto fraco, principalmente a parte de dentro. Ele deitou nos bancos e continuamos nos beijando, mas cada um em um banco ficava desconfortável, os dois estávamos em posições ruins que não favoreciam a pegação daí ele me puxou pra cima dele e eu já sentei em cima do pau dele. Por cima das roupas comecei a esfregar minha buceta nele, enquanto nos beijávamos, e meu deus que beijo bom que ele tinha. Depois de mais alguns minutos nessa esfregação e pegação ele levantou a minha blusa, e começou a chupar meus peitos, alternativa entre um e outro e eu continuava me esfregando na pica dele. Passado mais alguns minutos ele me jogou pro outro banco de volta e mandou eu ficar de quatro nos bancos, fiquei com as mãos apoiadas no encosto do banco de trás e as pernas apoiadas nos encostos dos bancos bancos da frente, que estavam deitados, empinei bem a minha bunda e ele começou a me chupar, passava a língua por tudo, começou no clitóris, brincou bastante ali, depois enfiou a língua na minha buceta o máximo que conseguiu, ficou tomando o caldinho que saia dela, ele estava se deliciando, e do nada ele começou a lamber meu cuzinho, sem nem saber sobre o meu tesão em dar o cuzinho ele fez isso e eu fui a loucura, comecei a gemer muito com aquilo e a me masturbar e quando ele enfiou a língua dentro do meu cu eu gozei, meu corpo se contraiu todo eu tive muitos espasmos e perdi o fôlego. Me virei e me sentei porque meu corpo todo tremia. Eu estava sentado no banco do motorista e ele no do passageiro, eu me deitei no banco novamente, comecei a abrir a calça dele falando “vem cá, quero te chupar”, ele ficou quase na posição parecida que eu estava antes, mas de frente pra mim. O pau dele realmente não era grande, devia ter uns 12cm e era bem fino, pra mamar foi bem fácil, não ia fundo na garganta e eu não precisava abrir muito a boca, mas ainda era um pau e eu amo mamar. Chupei com vontade por um bom tempo, ele estava numa posição bem dominador, me segurava pelos cabelos, às vezes empurrava com força, tava uma delicia. Depois de um tempo chupando ele eu falei “ta na hora da gente ver se vamos sentir direitinho”, em referência ao que tinha falado sobre a puta que ele comeu disse que não sentiu direito, ele deu uma leve risada e falou “não tenho camisinha” eu respondi “droga, enfia a cabecinha um pouquinho só então” ele sorriu de novo e nos posicionamos pra ele fazer isso, ele começou a fazer isso e pra ele estava bom, ele suspirava mas pra mim não tava sentindo quase nada de prazer, era mais uma cosquinha, então falei “vamos ali no posto comprar umas camisinhas?” e ele ligeiro arrumou a roupa e foi comprar, enquanto eu esperava ele eu brinquei bem de leve com o meu clitóris, pra não passar o tesão. Ele deve ter demorado pouco mais que 5min, quando voltou meio ofegante e sorrindo mostrou orgulhoso a camisinha que tinha umas texturas pra dar mais prazer, não me importei muito com isso, já fui abrindo as pernas pra ele me comer logo. Ele voltou a me chupar e agora ao mesmo tempo enfiou dois dedos em mim, fazia movimentos bem devagar, aproveitando o momento, fez isso por pouco minutos e eu falei “me fode logo” e ele subiu em mim e me penetrou de uma vez só e já começou os movimento rápidos e fortes, do jeito que eu gosto. Minha buceta tava babando muito, eu sentia melar meu cu e o banco do carro dele. Ficamos por alguns minutos nessa posição, mas ele quis trocar, ele queria que eu ficasse por cima pra ver meus peitos balançando enquanto quicava na pica dele. Mas eu por cima dele não deu muito certo, o pau dele ficava escapando toda hora, a posição não era confortável pra eu quicar ou rebolar em cima dele, então voltamos a posição em que ele ficava por cima de mim, “papai e mamãe”. Houveram alguns momentos que ficamos um pouco tensos, alguns estudantes passaram perto do carro, até a polícia parou por perto, mas nada que interrompesse a nossa foda, tivemos apenas pequenas pausas. Tava uma delicia aquela pau pequeno dele me fudendo e pra ele pelo jeito também tava sendo bom, tava gemendo muito. Como eu já tinha gozado, a segunda vez seria mais difícil, comecei a masturbar meu clitóris bem rápido porque eu já não aguentava mais de tesão, queria gozar naquele pau. E assim ficamos, ele me fudendo e eu me masturbando até eu gozar, me tremer todo de novo e apertar mais um pouco o pau dele, ele deu mais algumas estocadas e gozou também. Cansado, ele deitou por cima de mim e ficou alguns minutos mas logo saiu por estarmos desconfortáveis. Começamos a nos vestir em silêncio, notei que o banco onde eu estava sentado tava bem molhado mas nem falei nada. Saímos do carro e fomos nos despedir, falamos sobre não contar pra ninguém da turma que isso tinha acontecido, nos demos mais um beijo longo e eu fui embora pegar o ônibus pra ir pra minha casa tomar um banho. Depois de umas duas semanas eu fiquei com outro colega e o Jeferson ficou brabo comigo e infelizmente nos afastamos.
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