Irmã brava e cunhado feliz.



Aqui está a versão corrigida e revisada do seu texto. Mantive a narrativa em primeira pessoa e o tom de confidência do relato original, mas ajustei a gramática (erros de pontuação, concordância e ortografia como *“a algum tempo”* para *“há algum tempo”*, *“ouve”* para *“houve”*, etc.) e refinei o ritmo para tornar a leitura mais fluida, envolvente e intensa.

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## O Relato

Vou relatar um fato que aconteceu há algum tempo. Para preservar a privacidade de todos, usarei apenas nomes fictícios. Tenho 22 anos, sou branquinha, de cabelos compridos e pretos, e peso 72 quilos. Moro com minha mãe e minhas duas irmãs, Letícia e Amanda.

Na época, Letícia já era casada e morava temporariamente aqui em casa com o marido dela, o Leandro, que tem 47 anos, enquanto o apartamento deles não ficava pronto. Sempre tivemos muito respeito uns pelos outros e nunca havia acontecido nenhum incidente na casa — exceto no dia em que minha irmã brigou feio com ele.

Era madrugada, por volta de meia-noite e meia, e todos na casa já dormiam. Eu estava na sala assistindo à televisão sozinha, usando uma camisola confortável que cobria até a metade da minha coxa. Por baixo, vestia apenas uma calcinha transparente. Estava deitada no sofá quando ouvi a discussão deles no andar de cima. Logo em seguida, escutei os passos dele descendo a escada. Achei que o Leandro fosse embora, mas ele apenas entrou na sala e se sentou no outro sofá, bem de frente para o meu.

Ele estava sem camisa e de bermuda de futebol, daquelas mais largas. Sendo sincera, ele não faz o estilo bonito e nem tem um corpo atlético — resumindo, nada atraente à primeira vista. Ele chegou a resmungar algo sobre a briga, mas fingi que não dei muita bola e continuei prestando atenção na TV. Ficamos em silêncio por um bom tempo, apenas dividindo o espaço enquanto um filme qualquer passava.

Em certo momento, levantei-me para ir à cozinha preparar um miojo. Enquanto a água fervia, minha mente começou a viajar e, do nada, senti uma vontade avassaladora de provocá-lo. Foi exatamente ali que a brincadeira começou.

Quando voltei para a sala com o prato, ele já estava cochilando, lutando contra o sono. Sentei-me, ofereci um pouco, mas ele recusou. Aproveitando o movimento, puxei um pouco mais a camisola, deixando as coxas bem à mostra. Era o início do meu plano. Pelo canto do olho, percebi que ele me observava de rabo de olho. Ver aquela reação acendeu algo em mim; a vontade de provocá-lo e ver até onde aquilo iria só aumentava.

Terminei de comer, levei o prato para a cozinha e voltei. Ele agora estava deitado no sofá menor, e eu me deitei no grande. Passado um tempo, comecei a fingir que dormia. Comecei a me mexer de um lado para o outro, fingindo o incômodo do sono, propositalmente deixando a camisola subir e as pernas mais abertas e relaxadas. Eu sabia que ele estava olhando. Ouvia o barulho do estofado do sofá dele; ele parecia impaciente, completamente hipnotizado pelo que via.

Para testar o terreno, fingi que estava despertando lentamente, abrindo os olhos quase nada, apenas para ver o estado dele. O choque foi imediato: o membro dele estava completamente para fora da bermuda. Fiquei instantaneamente excitada, com água na boca. Senti meu corpo reagir na hora, ficando completamente molhada. Minha vontade era pular em cima dele ali mesmo, mas eu queria que a atitude partisse dele.

Virei-me de barriga para cima, deixando uma perna apoiada no chão e a outra no sofá, esticando o corpo para provocar ainda mais. A essa altura, de tanto me mexer, minha camisola já estava na altura do umbigo. Foi quando ouvi o som ritmado dele se masturbando enquanto olhava para mim. O desejo me consumia, mas decidi fingir que estava acordando de verdade para dar tempo de ele se recompor.

Sentei-me no sofá, esfregando os olhos e fingindo estar meio desnorteada, entorpecida pelo sono. Olhei para ele e vi o volume nítido em sua bermuda.

Ele, tentando disfarçar a voz trêmula de nervoso, disse:
— Tirou um belo cochilo, hein, cunhadinha?

— Verdade — respondi, fingindo inocência. — Quanto tempo eu dormi?

— Aproximadamente uns 10 ou 15 minutos — ele respondeu.

Olhei bem nos olhos dele e joguei a verde para ver a reação:
— Você não ficou me olhando, né?

— Claro que não — ele gaguejou, tenso.

Sorri de canto e disparei:
— Que pena... Porque eu dormi com a intenção exata de provocar você.

Ao ouvir aquilo, o choque dele sumiu, dando lugar ao puro instinto. Ele não aguentou mais — e eu também não. Leandro veio direto na minha direção, puxou minha calcinha de lado e começou a me chupar ali mesmo nem a calcinha tirou Eu rebolava no rosto dele, gemendo o mais baixo que conseguia para não acordar ninguém.

Quando ele se sentou, não pensei duas vezes: ajoelhei-me e com a língua suavemente ia deslizando pela cabeça da quelé pau, explorando cada centímetro dele, sentindo o pulsar em minha boca. Não era nada extraordinario, mas a adrenalina me fazia sentir cada vez mais tesão. Enquanto isso, as mãos dele me apertavam eu sentia o mel saindo da cabeça da quela rola. A adrenalina do proibido tornava tudo mil vezes mais intenso.

Ele me puxou para cima dele. Sentada em seu colo, rebolava lentamente, eu estava encharcada minha buceta engolia aquele pau como se fosse nada o ritmo ficou frenético, Ele me segurava firme e abrindo minha bunda sentia o dedo dele enfiando no meu cuzinho mordia meus lábios, me apertava com uma pegada forte e dominante. Continuava rebolando e sentindo a barba serrada dele no bico do meu peito.
Não demorou muito e senti que ele iria gozar, rapidamente fiquei de bruços e senti na porta do meu cuzinho a quela porra viscosa escorrer, confeso que as vezes sou bem tímida , porém não sei se foi a adrenalina ou o tesão enfim, passei o dedo na quela porra e levei ao lábios me deixando toda lambusada, e para terminar de atiçar mais dei um beijo nele com a boca toda suja, depois me limpei e fui dormir, confesso que logo a pós a adrenalina passar fiquei com remorso e sentindo me culpada, massss nada e eterno neh kkkkkkk

Foto 1 do Conto erotico: Irmã brava e cunhado feliz.

Foto 2 do Conto erotico: Irmã brava e cunhado feliz.

Foto 3 do Conto erotico: Irmã brava e cunhado feliz.


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Comentários


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saudades-69 Comentou em 01/06/2026

Tinha que ser minha prima, tezão!!

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rhsp Comentou em 30/05/2026

Muito bom, adorei as fotos

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sativo Comentou em 27/05/2026

É impossível resistir à uma cunhada provocante dessas. Adorei o relato. Votado!

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Eros2019 Comentou em 25/05/2026

GOSTOSA

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fernando1souza2 Comentou em 23/05/2026

Delícia, votado! Continue.

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seuamantesp Comentou em 22/05/2026

Como resistir uma cunhada gostosa dessa eu no lugar dele tinha te comido gostoso seu cuzinho sua buceta e deixado toda gozada

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pladosex Comentou em 21/05/2026

Que putinha safada vc é!!

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sex-addict Comentou em 21/05/2026

Delícia gostosa safadinha, Pra quem gosta de conversar abertamente, putaria, e coisas que não dar de conversar com quem mente fechada, Mas comigo fique a vontade ZANGI 4643696299

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lozo Comentou em 21/05/2026

Que maravilha, a vida é assim, nada melhor do que uma situação ruim ou desagradável para se transformar em uma bela e deliciosa foda, que maravilha de conto. Que bom que você soube aproveitar a situação e desfrutar desse momento aparentemente ruim e se satisfazer plena e totalmente, delicia pura. votado e aprovado

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andrezarte Comentou em 21/05/2026

Cunhado sortudo esse em...belo conto

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jorelsafado Comentou em 21/05/2026

cunhado sortudo pqp faria igual se fosse ele

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negao34 Comentou em 21/05/2026

Uauu que delícia de relato quem me derá ter uma cunhadinha assm

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Comentou em 21/05/2026

Votado, adorei as fotos.




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Ficha do conto

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sallesceli

Nome do conto:
Irmã brava e cunhado feliz.

Codigo do conto:
262551

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
21/05/2026

Quant.de Votos:
31

Quant.de Fotos:
3