No ano de 2001 conheci a Vera. Ambos temos a mesma idade, naquele ano, 47a. Temos em comum, ser professores na mesma rede de ensino. Porém nos conhecemos em um hospital, eu trabalhando, e ela levando o filho de 9a para terapias. No início era apenas troca de olhares, depois um "boa tarde" sem pretensão, até o dia que ela estava lendo um livro. Foi a deixa para uma conversa. - oi! Não sabia que você gosta de ler? -olá! Sim, gosto, e muito. Sou professora, isso faz parte de minhas rotinas. -Que legal! Também sou professor, temos algo em comum. Nesse momento sorrimos, um para o outro, e continuei caminhando para meu setor. Na semana seguinte, estava atendendo meus pacientes em grupo, notei que ela estava sentada do lado de fora da sala, lendo, mas sempre olhando, e nossos olhares se cruzando a todo momento. Ela era linda, morena, olhos pretos, seios pequenos, 1,65m de estatura, nada de pinturas, sempre natural. Dona de um olhar sereno e cativante, e o sorriso que me pegou. Vera tem o quadril largo, um glúteo grande, fantástico. Estava sempre com roupas simples, sem chamar a atenção, mas o companheiro fiel nas mãos, o livro. Naquele dia, quando acabei o atendimento e o grupo se dispersou, um dos meus pacientes, Caio, caminhou em sua direção, então Vera se levantou, deu a mão para Caio, um último olhar, sorriu, e se foram. Os meses se passaram, as conversas foram se alongando, eu já sentia a necessidade de encontrá-la, nos dias de atendimentos. Porém, um dia o Caio chegou com outra pessoa, um senhor que aparentava ser bem mais velho. Perguntei ao menino, com quem ele estava acompanhado, respondeu ser seu pai. Estranhei, mas segui sem mais perguntas. E assim seguiram as próximas semanas, Caio estava sempre com o pai, pensei em perguntar sobre a mãe, mas achei melhor ,não. Passado mais um tempo, cinco ou seis semanas, Caio chegou um pouco atrasado, perguntei se estava tudo bem, e tive resposta positiva. Olhei para fora, e lá estava ela, linda, usando uma saia abaixo dos joelhos, camisa de alças, branca quase transparente, dava para notar o sutiã branco. Sentada, pernas cruzadas, sandálias abertas, um pé lindo, panturrilhas grandes, mas o sorriso estampado no rosto, era sua marca. Assim que acabei o atendimento, fui em sua direção, cumprimentei com um abraço e um beijo no rosto, ela correspondeu, iniciamos uma conversa, interrompida por Caio, que queria ir embora, deixei meu contato, dizendo que se necessita-se de alguma informação, ou avisar algo, poderia me contactar. Assim, foi o começo de um longo relacionamento, cheio de aventuras, naquela tarde de quinta feira de verão, Vera me deu outro beijo no rosto, um aperto em meu braço, deu a mão ao filho, virou-se e saiu caminhando, num gingado de quadril incrível. Fiquei com uma ereção, disfarcei, e segui ao banheiro mais próximo para aliviar, depois retornei para terminar os atendimentos do dia. Continua...
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