Meu último cliente do dia entrou no consultório às 19h20. O nome dele era Marcus. Trinta e poucos anos, pele negra bem escura, corpo de quem malha pesado e um olhar que já deixava claro que não estava ali só por causa de dieta.
Sentei na cadeira à frente dele cruzando as pernas devagar, deixando a fenda da saia lápis subir um pouco mais que o necessário.
— Então, Marcus… você quer aumentar a testosterona de forma natural, né? — falei com minha voz mais suave e profissional.
Ele sorriu, aquele sorriso safado.
— Quero. E ouvi dizer que você é a melhor nisso, doutora Lívia.
Enquanto eu explicava sobre sono, treino e alimentos, sentia o olhar dele queimando meu decote. Meu corpo já estava respondendo. Fazia quase três semanas que não ia ao haras e eu estava louca de tesão.
Levantei para pegar um livro na estante atrás dele, roçando deliberadamente meu quadril no braço da cadeira. Quando me virei, ele estava de pé.
Não precisei dizer nada. Marcus me puxou pela cintura e me beijou com fome. Suas mãos grandes desceram direto pra minha bunda, apertando forte.
— Eu sabia que você era safada… — murmurou ele contra minha boca.
Ajoelhei ali mesmo, no meio do consultório, abri o cinto dele e puxei para fora aquele pau grosso, preto, pesado. Meu Deus… era lindo. Grossura de pulso quase. Lambi da base até a cabeça, olhando bem nos olhos dele, exatamente como eu gosto.
— Porra, doutora… — gemeu.
Chupei com vontade, babando, engolindo o máximo que conseguia. Ele segurava meu cabelo loiro, gemendo baixo. Depois me levantou, me virou de costas na mesa de atendimento e subiu minha saia até a cintura. Não estava de calcinha.
Ele me comeu ali, forte, fundo. Cada estocada fazia meus seios balançarem contra a madeira fria. Gozei uma vez, apertando o pau dele, mas ainda não era o suficiente.
Quando ele estava quase gozando, segurei seu quadril e falei ofegante:
— Para… espera.
Ele parou, confuso.
Virei de frente, ainda com a saia arriada, e olhei nos olhos dele:
— Eu vou te contar um segredo, Marcus. Um segredo que eu nunca contei pra nenhum cliente… Eu só gozo de verdade de um jeito. Um jeito bem sujo.
Ele respirou fundo, o pau latejando na minha mão.
— Que jeito?
— Cavalos — confessei, sentindo a excitação da confissão. — Eu sou viciada em cavalos. Adoro ser fodida por eles. Nada me enche e me satisfaz como um garanhão.
Vi o choque no rosto dele, depois o tesão animal tomar conta.
— Caralho… você tá falando sério?
— Tô. E se você quiser… pode ir comigo agora. Meu marido viajou. Tem um haras que eu frequento a quarenta minutos daqui.
Ele não pensou duas vezes.
Chegamos no haras por volta das dez da noite. O lugar estava escuro, silencioso. Levei Marcus até o box do Zeus, um garanhão preto enorme, de pelagem brilhante.
— Fica ali — pedi, apontando um fardo de feno.
Tirei o vestido e fiquei só de salto alto. Zeus já estava agitado, sentindo meu cheiro. Quando baixei a mão e segurei aquele membro monstruoso, ouvi Marcus murmurar um “puta que pariu” atrás de mim.
Ajoelhei na palha e comecei a chupar o cavalo com devoção. Lambia, babava, tentava colocar na boca o máximo possível. Depois me posicionei de quatro, empinei bem a bunda e guiei a cabeça grossa para minha boceta encharcada.
— Olha pra mim, Marcus… — gemi.
Ele tirou o pau pra fora e começou a se masturbar enquanto via Zeus me abrir inteira. O cavalo empurrou forte, me arrombando de uma vez. Gritei de prazer e dor misturados. Ele metia fundo, selvagem, dominando meu corpo como nenhum homem consegue.
— Isso… me fode… me usa… — eu gemia feito uma cadela no cio.
Marcus se masturbava cada vez mais rápido, hipnotizado.
Quando Zeus inchou dentro de mim e começou a jorrar, gozei tão forte que minhas pernas tremeram. Senti o sêmen quente e grosso transbordando, escorrendo pelas minhas coxas.
Marcus gozou logo depois, gemendo alto, jorrando no chão do estábulo.
Fiquei ali, de quatro, ofegante, com o cavalo ainda dentro de mim, olhando para Marcus com um sorriso satisfeito.
— Bem-vindo ao meu mundo de verdade.