Eu me lembro de desde novinho (06) assistir aos programas de TV e de ficar excitado vendo aquelas bailarinas dançando, eu nem sabia direito o que eu sentia, mas sabia que era muito gostoso. Acredito que o meu favorito sempre foi a banheira do Gugu, nossa que tesão que dava ver aquelas pessoas se esfregando só de roupa de banho. Aquelas calcinhas fio dental e as mulheres com corpos deliciosos e perfeitos. O pânico também era muito bom que tinha mulheres espetaculares se mostrando seminuas. Sempre que eu via sentia uma cosquinha gostosa no meu pau e ele começava a reagir e ficar duro, ainda não era muito grande por conta da minha idade, deveria ter os seus 6 cm duro, não sei ao certo. Até que certo dia eu me tranquei no quarto, me deitei de bruços e fiquei esfregando meu pau com a mão enquanto me contorcia na cama.
A sensação era maravilhosa, nunca tinha sentido nada igual antes, então eu passei a fazer isso sempre que conseguia, esfregava o pau até dar um choque no corpo todo e ficar com o corpo todo mole e relaxado. Tinham dias que eu passava a tarde inteira sozinho pelado em casa e batendo punheta. Acredito que tenha sido a partir disso que minha sede por putaria tenha começado e minhas punhetas tenham ganhado vida, eu nem sabia o que era punheta e nem batia direito, mas do jeito que eu aprendi a fazer era o suficiente para me satisfazer.
Eu morava em uma mansão onde meus pais trabalhavam no Rio de Janeiro, e como meus pais eram de confiança ficávamos na própria mansão onde tinha um espaço só nosso com dois quartos e um banheiro e uma pequena sala que unia tudo. Lá na mansão também tinha uma casa do caseiro, que ficava mais afastada e tinha um muro e jardim na frente. A mansão era bem grande e o terreno dela era maior ainda, ela foi construída no topo de um morro, então tinha uma rampa enorme até chegar na mansão e tinha muita árvore e jardins por todo o caminho.
Nesse período minha bissexualidade foi tomando forma, eu me lembro de ver os homens sarados de sunga na praia e eu ficar reparando sempre no volume que eles tinham nas sungas, alguns quando saíam da água marcava mais do que outros. Eu dizia pra mim mesmo que era só por curiosidade, que o meu pau não era tão grande e que eu queria que o meu marcasse na sunga também igual o deles. Mas no fundo eu sabia que era desejo e só estava me enganando. Adorava ver as pessoas saindo da água todas molhadas e arrumando ou o biquíni ou a sunga, tinham uns caras que saíam com o short marcando bastante o pau e eu ficava hipnotizado com a cena. Eu não tinha celular, computador, ou qualquer fonte de prazer, então os programas de tv e a praia era o que alimentava a minha mente pervertida. Morava no Rio de Janeiro então a praia era algo que não faltava para minha diversão e meus pais iam comigo com bastante frequência.
Lembro que no colégio quando fui pra primeira série as meninas e os garotos eram bem pra frente. Não sei se era algo comum nas escolas do Rio de Janeiro, ou se era uma exceção da minha turma, mas a gente sempre brincava do jogo da garrafa ou verdade ou desafio. Ainda com (08) eu perdi o meu BV no banheiro com uma menina, e nas brincadeiras a gente sempre dava selinho como prenda ou mostrar partes do corpo no banheiro escondido. Essas coisas só foram alimentando mais e mais a minha mente que já estava ficando bem poluída. Lembro da primeira vez que me mostraram um pornô, foi no colégio com um monte de garotos, e mais pra frente um primo mais velho meu me mostrou também, só que isso é história para outro momento.
E foi assim em resumo que a minha sexualidade foi tomando forma e meus desejos foram crescendo. Em meio a selinhos no colégio, exibindo o corpo e vendo os corpos das meninas da escola, e em meio a brincadeira de casinha onde o papai e a mamãe sempre davam beijinho e ficavam abraçados.
Passei a ficar reparando sempre nas mulheres de vestido pra tentar ver por baixo a cor da calcinha, ou quando elas sentavam meio sem jeito e mostrava a coxa, ou os shortinhos curtos que deixavam a polpa da bunda de fora. Era sempre muito excitante ficar espionando elas e como eu tinha uma carinha inocente (até hoje eu tenho) elas achavam fofo e nem imaginavam que eu era um pervertido por dentro.
Na mansão onde eu morava também tinha um caseiro de uns 50 e poucos anos que fazia de tudo e trabalhava no pesado. Ele tinha um corpo muito bonito, era bem definido, a pele era morena e muito bem conservado, às vezes ele tirava a blusa pra se limpar e dava pra ver o pau mole marcando na calça, deveria ser uma pica enorme eu pensava. Ele era bem animado, bem próximo dos meus pais. Lembro que ele sempre me dava presentes, ficava me abraçando e me mimava bastante, o que só me fazia ficar mais e mais próximo dele. Ele me dava várias roupas e sempre que me via usando elogiava e perguntava se eu tinha gostado, ele era muito legal e gostoso também.
Mas a virada de chave na minha vida, que arrancou de uma vez o resto de inocência que me impedia de me entregar a safadeza e os desejos da minha mente, foi em um dia com o meu primo. Daquele dia em diante eu descobri o que era sexo de verdade, e principalmente, que eu não conseguia mais viver sem…